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18/06/2024
 

Saúde

Canoas cria comitê de enfrentamento ao mosquito da dengue

Redação

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Com 262 casos de dengue confirmados, sendo 257 autóctones (transmitidos dentro da cidade) e cinco importados, o governo canoense considera que são necessárias mais e maiores medidas para combater o vírus. Na manhã desta quarta-feira, 21, a prefeitura lançou o Comitê de Enfrentamento das Arboviroses, que são as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti — dentre, elas, a dengue.

A cerimônia de lançamento do órgão ocorreu no campus da Ulbra. Coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde, o evento de sensibilização e conscientização reuniu mais de 300 agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, assim como autoridades municipais e representantes da comunidade.

O grupo surge como uma força-tarefa multidisciplinar. O objetivo é engajar diferentes setores da administração pública e da sociedade em ações efetivas de enfrentamento à dengue, atuando na prevenção, controle e conscientização. “Precisamos garantir uma rápida resposta ao crescente número de casos da doença na nossa cidade”, salientou o prefeito, Nedy de Vargas Marques, que assinou a criação do Comitê.

“A dengue é uma preocupação nacional que necessita da conscientização de todos para a prevenção. Nós temos que chegar antes que o mosquito chegue”, frisou o secretário de Saúde, Jurandir Maciel. Ele destacou que o órgão conta com a participação de diferentes secretarias, tais como Educação, Serviços Urbanos e Meio Ambiente.

Participam da comissão, ainda, representantes da Fundação Municipal de Saúde, dos três hospitais da cidade, UPAs, entidades empresariais e comerciais. “Queremos envolver toda a população canoense, a Base Aérea de Canoas, bem como os estudantes, instituições religiosas e comerciais, nesta grande campanha de prevenção à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Juntos vamos vencer essa guerra e salvar vidas”, pontuou Jurandir, coordenador do comitê.

Alerta sobre criadouros

Durante o evento, o médico veterinário e técnico da Vigilância em Saúde/SMS de Canoas, Roger Halla, falou sobre o vetor das arboviroses, o Aedes aegypti, que é o mesmo transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. A epidemiologia básica dessas doenças, a biologia do vetor, potenciais criadouros, sinais e sintomas e medidas de prevenção foram abordadas na apresentação.

A Secretaria de Saúde segue monitorando os casos de dengue, conscientizando a população, fiscalizando possíveis focos e realizando ações de combate ao mosquito adulto Aedes aegypti, em diferentes bairros. Com surto epidêmico identificado, o bairro Estância Velha contabiliza, atualmente, 168 casos. A localidade tem recebido visitas dos agentes de endemias, com constantes aplicações de inseticidas para diminuir a proliferação do inseto.

Denúncias de possíveis focos de dengue podem ser feitas pela Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) pelos telefones: 08005101234 ou 32361079.

Casos confirmados em Canoas – 2024

  • Estância Velha: 168
  • Guajuviras: 37 ( autóctones) + 1 (importado)
  • Olaria: 13
  • Nossa Senhora das Graças: 9 (autóctone) e 1 (importado)
  • Harmonia: 7
  • Marechal Rondon: 6 autóctones e 1 (importado)
  • Niterói: 6
  • Mathias Velho: 4
  • Rio Branco: 3
  • Igara: 2
  • São José: 1 autóctone + 1 (importado)
  • Mato Grande: 1
  • Centro: 1 (importado)

Além dos 262 confirmados, a Secretaria de Saúde informa que, atualmente, há 275 casos em investigação.

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas. Dados atualizados no dia 20/02 e sujeitos a alterações.

Saúde

Entenda como funciona a vacinação contra a pólio

Redação

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Símbolo da vacinação no Brasil, o personagem Zé Gotinha surgiu pela primeira vez no fim da década de 80, encabeçando a luta pela erradicação da poliomielite nas Américas. Na época, a doença, provocada pelo poliovírus selvagem, só podia ser prevenida por meio de duas gotinhas aplicadas na boca das crianças.

O esquema de vacinação atual, entretanto, vai além da vacina oral. Além disso, utiliza ainda doses injetáveis para combater a chamada paralisia infantil.

De acordo com esquema divulgado pelo Ministério da Saúde, as três primeiras doses contra a pólio são injetáveis e devem ser aplicadas aos 2 meses, aos 4 meses e aos 6 meses de vida, conforme previsto no Calendário Nacional de Vacinação.

Em seguida, devem ser administradas mais duas doses, conhecidas como doses de reforço, por via oral: uma aos 15 meses de vida e a última, aos 4 anos.

Por esse motivo, a orientação da pasta é que, anualmente, todas as crianças menores de 5 anos sejam levadas aos postos de saúde durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite para checagem da caderneta e atualização das doses, caso haja necessidade.

Mesmo as crianças que estão com o esquema vacinal em dia, mas na faixa etária definida pela pasta, devem receber as gotinhas ou doses de reforço.

Campanha

Este ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite começou no último dia 27 e termina nesta sexta-feira, 14. Estados e municípios, entretanto, podem prorrogar a campanha em casos de baixa adesão.

A meta do Ministério da Saúde, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é imunizar pelo menos 95% do público-alvo – cerca de 13 milhões de crianças menores de 5 anos.

Gotinha com dias contados

A partir de 2024, o Brasil passa a substituir gradativamente a vacina oral contra a pólio pela dose injetável, versão inativada do imunizante.

Com a mudança, a vacina injetável, já utilizada nas três primeiras doses do esquema vacinal contra a pólio, será disponibilizada também como dose de reforço aos 15 meses.

A segunda dose de reforço, até então administrada aos 4 anos, deixará de existir.

Em nota, o ministério reforçou que a atualização não representa o fim imediato das gotinhas, mas um avanço tecnológico para maior eficácia do esquema vacinal. A dose oral deve ser extinta após período de transição.

Casos

Dados do ministério indicam que, desde 1989, não há notificação de casos de pólio no Brasil. As coberturas vacinais contra a doença, entretanto, sofreram quedas sucessivas ao longo dos últimos anos. Em 2022, por exemplo, a cobertura ficou em 77,19%, longe da meta de 95%.

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Saúde

Unidade de Saúde e Farmácia Básica CAIC, em Canoas, abrem para atendimento no sábado

Redação

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Unidade de Saúde e Farmácia Básica CAIC, em Canoas, abrem para atendimento no sábado

A Unidade de Saúde (US) e a Farmácia Básica CAIC estarão abertas neste sábado, 15. Na US, será oferecido atendimento médico e odontológico, além de vacinação geral.

O serviço funciona das 8h às 17h. Já na Farmácia, a população pode fazer a retirada de medicamentos, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Confira os endereços:

Unidade de Saúde CAIC
Rua 21 de Março, 100 – Guajuviras

Farmácia Básica CAIC
Rua 21 de Março, 100 – Guajuviras

 

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Saúde

Hospital de Campanha ao lado do HU passará a operar no bairro Guajuviras

Redação

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Hospital de Campanha ao lado do HU passará a operar no bairro Guajuviras - Foto: Guilherme Pereira

O Hospital de Campanha que ficava ao lado do Hospital Universitário terá um novo endereço nos próximos dias.

Após reunião entre representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde, ficou acertado que a unidade passará a operar no bairro Guajuviras, tendo em vista uma redução nos atendimentos de 75%.

Equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) farão a desmontagem da estrutura, que será levada para o novo espaço, onde será higienizada, desinfetada e reabastecida.

Mudança em breve

A reabertura deve ocorrer nos próximos dias. Será mantido o atendimento clínico e pediátrico por 24 horas.

Ao todo, desde 5 de maio, quando iniciou o funcionamento, o Hospital de Campanha da Força Nacional do SUS de Canoas atendeu 4,3 mil pessoas.

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