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20/05/2024
 

Educação

Escola de Gravataí recebe o projeto da UFRGS que traz serpentes às aulas

Redação

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A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Santa Madalena, localizada no bairro Rincão, em Gravataí, recebeu o Projeto Serpentes na Escola na quinta e sexta-feira, dias 4 e 5. A atividade é uma iniciativa do curso de Ciências Biológicas da UFRGS e está sob a coordenação da Professora de Zoologia Laura Verrastro.

A iniciativa oportuniza o contato direto direto com os animais em sala de aula e compartilha o conhecimento sobre as espécies por meio de atividades lúdicas. Outro objetivo do projeto é desmistificar os temores desnecessários que cercam as serpentes. O trabalho nas escolas dá luz aos mitos, crenças, superstições e preconceitos que prejudicam a educação ambiental quando se fala de animais como esses.

A diretora da escola, Simone Jerônimo, explica que a educação ambiental é um assunto bastante amplo no ensino de ciências. “Por isto, a importância de trazer temas diversificados aos alunos para que, desde cedo, desenvolvam uma mentalidade de preservação ao meio ambiente e a proteção dos animais silvestres e domésticos”.

De acordo com os organizadores do projeto, estas ideias pré-estabelecidas corroboram para atitudes errôneas como o abate indiscriminado do animal, devido a cultura popular ou a falta de conhecimento. Além disso, também foi trabalhado com os alunos o procedimento correto caso espécies como estas sejam encontradas, para que o destino adequado seja dado à serpente.

Educação

Taxa de alfabetização chega a 93% da população brasileira

Redação

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No Brasil, das 163 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete simples e 11,4 milhões não têm essa habilidade mínima. O resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022 e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional.

Os dados são de um estudo baseado no Censo Demográfico 2022, divulgado na sexta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, observa-se uma tendência de aumento da taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais ao longo dos censos. Em 1940, menos da metade da população era alfabetizada, 44,%. Após quatro décadas, em 1980, houve aumento de 30,5 pontos percentuais na taxa de alfabetização, passando para 74,5% e, finalmente, depois de mais quatro décadas, o país atingiu um percentual 93% em 2022, representando um aumento de 18,5 pontos percentuais em relação a 1980.

De acordo com o IBGE, em 2022, o grupo de 15 a 19 anos atingiu a menor taxa de analfabetismo (1,5%) e o grupo de 65 anos ou mais permaneceu com a maior taxa de analfabetismo (20,3%).

Em 2022, a taxa de analfabetismo de pessoas de cor ou raça branca e amarela com 15 anos ou mais era de 4,3% e de 2,5%, respectivamente, enquanto a taxa de analfabetismo de pretos, pardos e indígenas na mesma faixa etária era de 10,1%, 8,8% e 16,1%, respectivamente.

Segundo o IBGE, as mulheres tendem a apresentar melhores indicadores educacionais do que os homens, inclusive melhores taxa de alfabetização. Em 2022, o percentual de mulheres que sabiam ler e escrever era 93,5%, enquanto o de homens era 92,5%.

Essa vantagem das mulheres foi verificada em praticamente todos os grupos etários analisados, exceto entre os mais velhos de 65 anos ou mais de idade. A maior diferença em pontos percentuais a favor das mulheres foi no grupo de 45 a 54 anos, atingindo 2,7 pontos percentuais, ainda que as mulheres pertencentes aos grupos de idade abaixo de 45 anos sigam apresentando maiores taxas de alfabetização comparadas aos homens dos mesmos grupos de idade. Somente na faixa etária de 65 anos ou mais, os homens apresentavam uma proporção maior de pessoas que sabiam ler e escrever, de 79,9%, comparado ao de 79,6% das mulheres.

A Região Sul se mantém com a maior taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais. O percentual passou de 94,9% em 2010 para 96,6% em 2022. Em seguida, com maiores taxas, vem a Região Sudeste, que variou de 94,6% em 2010 para 96,1% em 2022.

O percentual de alfabetização da Região Nordeste permaneceu o mais baixo do país, embora tenha apresentado aumento – de 80,9% em 2010 para 85,8% em 2022. A segunda menor taxa de alfabetização foi encontrada na Região Norte tanto em 2010 quanto em 2022. Nessa região, o indicador seguiu a tendência nacional, passando de 88,8% em 2010 para 91,8% em 2022, situando-se um pouco mais próximo do índice da Região Centro-Oeste, que passou de 92,8% em 2010 para 94,9% em 2022.

População indígena

A taxa de alfabetização das pessoas indígenas – incluindo as que se consideram indígenas pelo critério de pertencimento –, foi 85% em 2022. De 2010 para 2022, a taxa de analfabetismo dessa população caiu de 23,4% para 15,1%. A queda mais expressiva foi observada na região Norte (de 31,3% para 15,3%).

A queda na taxa de analfabetismo das pessoas indígenas ocorreu em todas as faixas etárias, com as maiores reduções nas faixas de 35 a 44 anos (de 22,9% para 12%), 55 a 64 anos (de 38,3% a 27,4%) e 25 a 34 anos de idade (de 17,4% para 6,7%). Os homens indígenas de 15 anos ou mais têm taxa de alfabetização de 85,7%, 1,4 p.p. acima da taxa de alfabetização das mulheres indígenas (84,3%).

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Educação

Aulas seguem suspensas na rede municipal de Canoas até o dia 31 de maio

Redação

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A Secretaria Municipal de Educação (SME) estendeu o período de suspensão das aulas na rede municipal de ensino Infantil e Fundamental até o dia 31 de maio.

Das 83 instituições, entre EMEIs e EMEFs, 41 foram atingidas pelas enchentes. Das 42 não afetadas, 19 estão servindo de abrigo para os canoenses.

Dessa forma, apenas 23 instituições de fato estão aptas para a volta às aulas até o momento. Isso representa menos de 30% das escolas.

Cerca de 40% dos profissionais de educação foram diretamente afetados pela tragédia. Apesar disso, a Secretaria de Educação segue mobilizada para auxiliar os canoenses como voluntários nos abrigos, no cadastramento dos acolhidos, no atendimento das solicitações de resgates e na distribuição das doações.

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Educação

Enem dos Concursos é adiado em todo o Brasil por conta do desastre ambiental no Rio Grande do Sul

Redação

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Enem dos Concursos é adiado em todo o Brasil por conta do desastre ambiental no Rio Grande do Sul

A ministra da Gestão, Esther Dweck, disse nesta sexta-feira, 3, que seria “impossível” a aplicação das provas do Concurso Nacional Unificado (CNU) no Rio Grande do Sul que seria realizado domingo, 5.

A declaração da Ministra foi dada logo após a aplicação das provas do “Enem dos Concursos” serem adiadas pelo Governo federal por conta do estado de calamidade em que o estado do Rio Grande do Sul se encontra neste momento, após fortes chuvas assolarem os municípios, causando deslizamentos de terra, bloqueios de vias, enchentes, paralisação dos serviços e das aulas nas escolas municipais e estaduais, além de mais de 30 mortos e 60 desaparecidos.

As provas seriam realizada em 288 cidades do país.

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