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21/02/2024
 

Cultura

Representantes das Escolas de Samba de Canoas se reúnem para planejar Carnaval 2024

Redação

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Representantes das Escolas de Samba de Canoas se reúnem para planejar Carnaval 2024 – Foto: Amanda Furtado

Nesta quarta-feira, 10, representantes da Associação das Escolas de Samba de Canoas (AESC) foram recebidos pelo secretário municipal de Cultura, Herbert Poersch, DJ Cabeção, para planejar o Carnaval 2024.

De acordo com a nota enviada pela Prefeitura de Canoas, durante a reunião foi sinalizado que o evento, que será gratuito, provavelmente vai ocorrer em dois domingos, dias 10 e 17 de março, na Praça da Juventude Martin Luther King, no bairro Harmonia e na rua Itamar Mattos de Maia, no bairro Niterói.

“Carnaval é uma festividade popular de tradição em Canoas. Para facilitar o acesso aos canoenses, pensamos em realizá-lo nas comunidades carnavalescas, de forma descentralizada, nos lados leste e oeste do município”, destacou Cabeção. O secretário salientou, ainda, que nova reunião será agendada para o fechamento dos detalhes e definição da programação. “Estamos escutando as propostas da AESC para que o Carnaval de Canoas seja realizado em março”.

Segundo o vice-presidente da (AESC), Daniel Scott, oito escolas de samba aguardam o ano inteiro para participar da atividade artístico-cultural.

“O Carnaval envolve comunidades da nossa cidade. É um momento de união e de levarmos a nossa arte através dos enredos e fantasias”, disse.

Escolas de Samba presentes

Participaram do encontro: Vera Lucia da Silva representando a Império da Mathias; Vânia Scott em nome da Nenê da Harmonia e Luciara Batista pela Tradição de Niterói.

As demais escolas de samba Guajuviras, Aquarela, Dos Sores, Rosa Dourada e Pérola Negra foram representadas pela (AESC).

 

Cultura

Biblioteca Pública inaugura exposição “Gatos nas Letras”

Redação

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Os frequentadores da Biblioteca Pública João Palmo da Silva (Rua Ipiranga, nº 105), podem acompanhar a exposição “Gatos nas Letras”, que apresenta 19 obras que tem esses bichos de estimação como tema.

A mostra segue até dia 1º de março. Segundo a bibliotecária Andréia Knob, os livros estão disponíveis para leitura e empréstimo. Entre os títulos estão “O gato malhado e a senhora Sinhá”, de Jorge Amado, “Garfield”, de Jim Davis, e “Bob, um gato fora do normal”, de James Bowen.

Escritores e seus gatos

É antiga a relação de grandes escritores com esses animais domésticos, sendo que alguns deles dedicaram obras inteiras aos felinos. De Julio Cortázar a Ernest Hemingway, de Ferreira Gullar a Carlos Drummond de Andrade. Jorge Luís Borges, Ezra Pound, Truman Capote, Tchecov, Yeats e Lewis Carroll também viveram cercados por eles. Mestre das histórias de mistério e suspense, Edgar Allan Poe utilizou-os como personagens de seus contos. T. S. Elliot escreveu um livro sobre os gatos.

A Biblioteca fica no térreo da Secretaria da Cultura, na Rua Ipiranga, 105, Centro. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

Documentos para o cadastro:

  • Identidade com foto
  • Comprovante de residência atual no próprio nome ou dos pais (se o endereço estiver no nome de terceiros, é preciso apresentar declaração).
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Cultura

Museu Hugo Simões Lagranha apresenta exposição de obras de apenados LGBTQIAP+ na quarta-feira

Redação

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Museu Hugo Simões Lagranha apresenta exposição de obras de apenados LGBTQIAP+ na quarta-feira

Obras que retratam o inconsciente e as emoções de 12 apenados LGBTQIAP+ do Complexo Prisional de Canoas (Pecan) estarão disponíveis para o público a partir de quarta-feira, 21.

A exposição ‘Expressionismo na Pintura e na Vida’ será inaugurada às 19h, no Museu Hugo Simões Lagranha, na Casa dos Rosa. A mostra, apoiada pela Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura, ficará até o dia 3 de março no espaço.

Obras

As 18 telas, inspiradas no movimento artístico Expressionista, foram elaboradas a partir de oficinas de arte em conjunto à terapia com os apenados. O projeto, entre o artista plástico Aloizio Pedersen e a psicóloga Maristela Mostardeiro, trabalhou a autoestima do grupo, reestabelecendo a autoconfiança entre eles.

As aulas foram ministradas entre outubro de 2023 e janeiro deste ano e contaram com o apoio das empresas Colméia Containers e Pioneira Indústria Textil.

O secretário de Cultura, DJ Cabeção, salientou que apoiar essa mostra, por meio de um projeto tão importante de ressignificação de vida aos apenados, é também um ato de cidadania para a sociedade.

“Toda ressocialização é digna de respeito, principalmente em um sistema em que a maioria não se ressocializa. Estarem engajados com a arte e na evolução pessoal, é apresentar uma forma de liberdade para essas 12 pessoas também”, completou.

As obras poderão ser conferidas de terças às sextas-feiras, das 10h às 17h e aos sábados e domingos, das 14h às 18h. O Museu Hugo Simões Lagranha está localizado na avenida Victor Barreto, 2186, Centro.

 

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Cultura

CARNAVAL RIO: Viradouro e Portela se destacam na segunda noite do grupo especial

Redação

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Viradouro - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Por Daniela Uequed e Douglas Angeli

A Unidos do Viradouro fechou o grupo especial do carnaval carioca com um enredo primoroso e original sobre o culto feminino de Dangbé, o vodun serpente e arco-íris difundido em Daomé e trazido para o Brasil. Como não podia deixar de ser, o desfile, concebido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon, foi marcado por fortes coreografias e visual bastante colorido, complementado pelo azul e rosa do amanhecer de terça-feira.

Os pontos altos da apresentação da Viradouro foram a comissão de frente, com a serpente, o casal de mestre-sala de porta-bandeira, Rute Alves e Julinho Nascimento, a bateria do mestre Ciça e o conjunto de alegorias e fantasias desenvolvendo densamente o enredo. Vice-campeã no ano passado, a escola de Niterói é forte candidata ao seu terceiro título na apuração desta quarta-feira.

A Portela apresentou ao público e aos jurados sua nova proposta estética sob a criação dos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga, com o enredo Um defeito de cor, baseado no livro de Ana Maria Gonçalves, que desfilou no primeiro tripé juntamente com o ministro dos Direitos Humanos Sílvio Almeida.

A comissão de frente, com bela encenação, promoveu o reencontro fictício entre Luiza Mahin e Luís Gama, mãe e filho, e a primeira alegoria representou o Benin tendo a águia, símbolo da escola, em visual diferente, com estampas e galhos retorcidos. A melhor alegoria da escola, entretanto, sofreu uma pequena avaria na parte traseira, com um dos pisos inclinando.

Estandarte de Ouro

Na manhã de terça a Portela foi agraciada com o tradicional prêmio Estandarte de Ouro, do jornal O Globo, como melhor escola e melhor enredo, mas no desfile houve erros de evolução que devem tirar a escola da briga pelo título.

A primeira escola a desfilar foi a Mocidade Independente de Padre Miguel, com o enredo sobre o caju e samba cujo refrão foi cantado com empolgação pelo público. A concepção e o desenvolvimento do enredo, entretanto, deixou a desejar, faltando densidade narrativa e apresentando soluções simplórias nas alegorias e fantasias.

A comissão de frente chamou a atenção interagindo com uma integrante fantasiada de Carmen Miranda que aparecia na arquibancada do sambódromo, facilitado pelo recurso da nova iluminação, que focava no ponto exato.

Mocidade - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Mocidade – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Após a Portela, foi a vez da Vila Isabel reeditar seu enredo Gbalá, de 1993, desta vez com o carnavalesco Paulo Barros. Na comissão de frente, Oxalá conduzia as crianças ao templo da criação na esperança de que elas possam salvar o mundo de suas mazelas, como a fome, a poluição e a corrupção, representadas no carro abre-alas. As duas primeiras alegorias tiveram nível superior em um desfile cujo apuro estético foi decaindo, prejudicando o bom desenvolvimento do enredo, distante do estilo consagrado pelo próprio carnavalesco.

Vila Isabel - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Vila Isabel – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

A Estação de Primeira de Mangueira, uma das grandes expectativas do público, trouxe sua homenagem a Alcione. Amigos da cantora participaram do desfile, como Maria Bethânia, presente no pede-passagem da escola. O enredo contou a história de Alcione desde suas origens no Maranhão, chegando ao Rio de Janeiro, à fama e à relação com a escola especialmente pelo papel na escola mirim, a Mangueira do Amanhã.

O conjunto das fantasias e alegorias apresentou desequilíbrio de qualidade entre os setores, com altos e baixos. O samba foi bem cantado pelas alas, na melhor performance do quesito harmonia da noite, com destaque também para a bateria.

Mangueira - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Mangueira – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Antes da noite culminar com a apresentação da Viradouro, o Paraíso do Tuiuti celebrou a luta de João Cândido, o almirante negro, contra os maus-tratos na Marinha. A segunda alegoria trazia um navio com imagens da escravidão e encenação dos castigos aos quais os marinheiros negros eram submetidos na época da revolta da Chibata, com representação de sangue jorrando que deixou a pista tingida. O nível das alegorias e fantasias, no entanto, foi muito baixo do meio para o fim do desfile, somado a abertura de buraco na segunda cabine de jurados.

Tuiuti - Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

Tuiuti – Foto: Daniela Uequed/O Timoneiro

A grande campeã do carnaval carioca será conhecida na apuração de quarta-feira a partir das 16h.

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