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29/05/2024
 

Saúde

Prefeitura abre licitação para contratação da nova gestão do Hospital Universitário de Canoas

Redação

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A licitação que definirá a nova gestão do Hospital Universitário de Canoas (HU) teve a primeira etapa realizada na manhã da sexta-feira, 22.

Em sessão pública, a Comissão Permanente de Licitações (CPL) recebeu os envelopes contendo os documentos de habilitação e as propostas técnicas e financeiras das três entidades interessadas.

Na sessão, transmitida pelo canal de Licitações da Prefeitura de Canoas no Youtube, foram abertos os envelopes de documentos de habilitação das participantes, previstos no edital, os quais foram rubricados pelos integrantes da CPL e pelos licitantes presentes.

O material digitalizado será encaminhado às áreas competentes para análise.

A previsão é de que a publicação do resultado do julgamento da documentação ocorra até às 18h da próxima sexta-feira, 29.

Os envelopes de propostas técnicas e financeiras serão abertos apenas após o julgamento dos documentos de habilitação e prazos recursais pertinentes à fase.

”A experiência passada, sem licitação, adotada pela gestão anterior, trouxe prejuízos significativos ao hospital e aos canoenses. Por isso, ao realizarmos este processo de forma justa, transparente e competitiva, queremos escolher uma gestão que promova a melhoria nos serviços de saúde oferecidos pelo HU”, salientou o prefeito em exercício, Nedy Vargas de Marques.

 

Enchente 2024 Canoas

Doenças infecciosas podem acometer o RS com mais força após a enchente

Redação

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O acúmulo de água na maior parte dos municípios gaúchos por conta das enchentes acende o alerta para surtos de doenças infecciosas. O ato de entrar em água contaminada, ação necessária por parte de muitas pessoas ao salvarem seus pertences, atuarem em resgates e até para os posteriores reparos e limpeza das ruas e estruturas pode trazer consequências para a saúde.

Essa pode ser o principal reflexo das inundações do mês de maio no RS para os sistemas de saúde públicos. De acordo com o tempo de incubação de diferentes vírus, bactérias e outros patógenos, essas enfermidades podem vir em diferentes ondas.

“Como podemos imaginar, essa água está nitidamente contaminada. Ela é escura e deve estar cheia de matéria orgânica, com excretas de humanos e outros animais”, disse o médico Alessandro Pasqualotto, presidente da Sociedade Gaúcha de Infectologia, ao portal BBC Brasil.

Nos primeiros dias após o evento climático, as doenças que mais aparecem são infecções de pele, pneumonites ou pneumonias, infecções respiratórias virais e gastroenterites (diarreia).

As infecções respiratórias costumam ser consequência da aglomerações de milhares de pessoas em abrigos, muito próximas umas das outras. Essa condição facilita a transmissão de vírus causadores de resfriados, gripe e covid-19. Por isso a preocupação de autoridades de saúde estaduais na vacinação contra a gripe em abrigos, por exemplo.

Moradias improvisadas também reúnem as condições para a dispersão de parasitas como os que provocam a escabiose (sarna) e a pediculose (piolhos).

O Ministério da Saúde elaborou uma cartilha que detalha os cuidados com água e alimentos após enchentes e outros desastres dessa natureza.

Leptospirose, tétano e hepatite

Em Canoas, uma das doenças que podem ser provocadas pelas condições da enchente que mais preocupam a Secretaria Municipal da Saúde é a leptospirose. A enfermidade pode ocorrer por contato direto ou indireto com a urina de animais na pele. Isso é facilitado em caso de arranhões ou ferimentos, que podem já ter sido causado pelas condições adversas em salvamentos e na saída dos moradores de suas casas.

Nesta terça-feira, 28, a prefeitura publicou um alerta sobre o assunto em seu portal. É recomendado que qualquer suspeita de um caso da doença seja reportada às unidades de saúde, às UPAs abertas, ao Hospital Nossa Senhora das Graças ou a um dos hospitais de campanha instalados no município.

Os principais sintomas da leptospirose são:

  • Febre
  • dor de cabeça
  • fraqueza
  • dores no corpo (em especial, na panturrilha)
  • calafrios.

A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos graves.

Para as famílias que forem liberadas a retornar para casa, é necessário cuidado. Recomenda-se o uso de equipamentos de proteção, como botas e luvas, para limpar a lama e a água acumuladas, de forma a limitar o contato com urina contaminada.

Além da leptospirose, os médicos também se preocupam com o caso de tétano e hepatite A. Para ambas, existem vacinas disponíveis, que podem precisar de reforço.

Dengue

Grandes inundações trazem o problema da água parada, em especial em regiões onde há maior demora para que o nível abaixe. Espécies como o mosquito Aedes aegypti podem se proliferar mais facilmente do que de costume, potencializando a emidemia de dengue que já atinge o Estado, e Canoas em especial.

O município já teve mais de 5 mil casos de dengue apenas em 2024. Um em cada 69 canoenses já tiveram a doença desde o dia 1º de janeiro.

Mesmo após a retirada das águas de bairros como o Mathias Velho, há o potencial para muitos lugares terem vários pequenos focos onde o mosquito pode procriar. Tudo depende das temperaturas em junho, quando há previsão de tempo seco, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Enchente 2024 Canoas

Ministra da Saúde visita áreas atingidas de Canoas

Redação

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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, visitou o bairro Mathias Velho nesta terça-feira, 28. A área é uma das mais afetadas pelas recentes inundações em Canoas.

Ela observou de perto a situação dos moradores e do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC). A agenda foi acompanhada pelo secretário municipal da Saúde, Mauro Sparta, e pela titular da secretaria estadual, Arita Bergmann.

Nísia elogiou o esforço conjunto na resposta às inundações, destacando a parceria das Forças Armadas com o município para a distribuição de alimentos e a remoção de resíduos. “É uma ação fundamental para melhorar as condições de todos e para a vida voltar, aos poucos, ao normal”, disse.

A “Operação Taquari 2” mobiliza mais de 29 mil militares e agentes de segurança para resgatar e fornecer assistência em mais de 460 municípios gaúchos, incluindo Canoas.

O Comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, General de Brigada Márcio Cossich Trindade, apresentou as ações para a Ministra, reforçando os esforços conjuntos do governo federal e das Forças Armadas na crise, em especial as com foco na saúde pública.

No roteiro, Nísia também falou sobre doenças como leptospirose e infecções respiratórias, que podem se agravar após as enchentes e em razão das baixas temperaturas. Segundo ela, devem ser feitas ações nessa área.

O secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta, destacou a importância da visita da ministra e a necessidade urgente de reconstrução do Hospital Pronto Socorro de Canoas. “Essa inspeção mostra a realidade que estamos passando. Somos referência em trauma para 134 municípios. O HPSC não é somente para os canoenses, atendemos muitos gaúchos e precisamos da reconstrução deste equipamento de saúde”, afirmou.

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Educação

Secretarias estaduais firmam cooperação com o Sesi para ações nos municípios atingidos

Redação

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O governo estadual firmou um termo de cooperação com o Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (Sesi-RS) para um conjunto de ações em regiões afetadas pelas enchentes.

O acordo, assinado na manhã desta segunda-feira, 27, garante a realização de iniciativas nas áreas de educação e saúde, com objetivo de ajudar na retomada dos municípios atingidos.

Denominado “Sesi ao Seu Lado”, o programa estabelece e detalha um cronograma que envolve ajuda humanitária, ações de acolhimento, assistência médica emergencial e suporte educacional.

Os trabalhos devem contar com profissionais especializados, equipamentos e materiais para a execução das medidas.

Para isso, o Estado dará condições para o Sesi agir, garantindo o acesso a locais apropriados e dando apoio institucional as ações desenvolvidas.

Na área da educação, o programa contempla a retomada de até 200 escolas, com apoio psicopedagógico e psicossocial para equipes e estudantes, cursos de formação, cedência de materiais didáticos, esportivos, livros, kits de robótica e instrumentos musicais, além de materiais de higiene e de limpeza.

Também serão implementadas ações afirmativas para auxiliar na continuidade e conclusão da escolaridade dos alunos.

A secretária estadual da Educação, Raquel Teixeira, destacou a importância de parcerias estratégicas para enfrentar os impactos das inundações. “A gente está vivendo um contexto difícil, mas são ações como essas que nos ajudam a superar”, ressaltou.

O superintendente regional do Sesi, Juliano Colombo, explicou que a entidade atuou durante as enchentes de 2023 no Vale do Taquari, tendo experiência na prestação de serviços em situações de crise climática. “É um projeto de R$ 65 milhões, entre investimentos na saúde e na educação do Estado. Vamos entrar com recursos próprios, atuando com as estruturas do Sesi, com materiais e mobiliários, para ajudarmos como pudermos nessa reconstrução do aprendizado”, afirmou.

O termo de cooperação terá vigência até 31 de dezembro de 2024, prevendo cláusulas com pontos sobre responsabilidades mútuas, confidencialidade e tratamento de dados.

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