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26/04/2026
 

Cultura

Piazitos do Sul se prepara para representar Canoas no maior encontro de arte amadora da América Latina

Redação

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Piazitos do Sul se prepara para representar Canoas no maior encontro de arte amadora da América Latina

O único representante da cidade de Canoas que irá competir na modalidade de Danças Tradicionais Força A no ENART (Encontro de Artes e Tradição Gaúcha), o GAG (Grupo de Artes Gaúchas) Piazitos do Sul, sediado no bairro Fátima, está desde o início do ano se preparando para este Festival, que é considerado o maior encontro de arte amadora da América Latina.

Em setembro, participou da fase Inter Regional na cidade de Capão da Canoa e se classificou para a final em Santa Cruz do Sul dias 24, 25 e 26 de novembro.

Como funciona

São 16 pares que ensaiam quase que diariamente com o intuito de representar com excelência a entidade e a cidade de Canoas. Além dos dançarinos, as famílias e os demais integrantes do Piazitos estão numa força tarefa para dar apoio a estes artistas.

O Piazitos já foi duas vezes campeão estadual de danças tradicionais, em 1981 e 1983, e agora sonha com mais uma vitória.

O tema do grupo este ano se foca na união dos estilos Campeiro e ENART para demonstrar que não existe diferença entre estas duas linhas, pois o que importa é o sentimento que o artista irradia quando entra no palco para mostrar a sua arte, alegria e espontaneidade.

A faixa etária dos integrantes vai dos 15 aos 40 anos, mostrando que dança não tem idade e que juntos conseguem apresentar o folclore e a cultura sul rio riograndense com maestria.

Custos

Apesar de toda esta dedicação, os custos para poderem garantir a sua participação é bem alto. Os investimentos são direcionados para a indumentária (de prendas e peões), musical, coreografia e toda a infraestrutura necessária para ir até Santa Cruz do Sul (transporte, alimentação e estadia).

Para tanto, estão sendo realizadas diversas atividades para arrecadação de valores: almoços, jantas, rifas, venda de doces e mensalidades de cada integrante. Mesmo com tudo isto, o que se arrecada não é suficiente.

Ajuda de empresas

Foi lançado um projeto em que se pede ajuda às empresas. Por enquanto ainda não se conseguiu apoiadores, apesar de serem oferecidas algumas contrapartidas como apresentações da invernada, cedência do galpão para eventos e espaço para divulgação da marca. 

“Estamos ‘correndo atrás’ para podermos custear todas as despesas”, dizem os integrantes, que pedem a quem tiver interesse em ajudar pode procurar a entidade, no galpão ou pelas redes sociais.

Além deste trabalho com a invernada adulta, o Piazitos oferece à comunidade outras opções de lazer e aprendizado: invernada mirim, curso de fandango e confraternização em almoços, jantas e bailes.

Galpão

O galpão fica localizado no bairro Fátima, na Rua Cairu, 1780, em Canoas, e está aberto ao público todas as noites a partir das 20 horas, durante a semana, e também nos finais de semana, principalmente aos domingos.

Cultura

Associação Canoense de Escritores promove atividade da Semana do Livro

Redação

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A Associação Canoense de Escritores (ACE) realizou, na quinta-feira, 23, uma atividade da Semana do Livro na Biblioteca João Palma da Silva, em Canoas.

O tema escolhido para o encontro foi “Mário Quintana e a Ecologia”, com palestras da professora Maria Inês Pacheco e do ambientalista Walter Kühne Junior.

Após as apresentações, os participantes puderam fazer perguntas, compartilhar opiniões e recitar poemas de Mário Quintana.

Participaram da atividade integrantes da direção da ACE, representantes da Casa do Poeta e um grupo de alunos da Escola Estadual de Ensino Médio André Leão Puente, acompanhados por uma professora.

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Cultura

Semana da Dança de Canoas movimenta a cidade com programação gratuita até dia 29 de abril

Redação

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Até o dia 29 de abril, Canoas vai ser palco da Semana da Dança, evento que vai reunir uma programação recheada de atrações em diferentes pontos da cidade. Com o tema “Do que é feita a tua dança?”, o festival promove apresentações, oficinas e ações formativas em espaços urbanos, equipamentos culturais e áreas de grande circulação, consolidando a parceria entre o Colegiado de Dança e o Sesc Canoas, com apoio ampliado do poder público municipal.

A abertura aconteceu no feriado de 21 de abril, no Shopping Canoas, com apresentações de grupos locais. Já no dia 22, intervenções artísticas ocupam estações da Trensurb em diferentes horários, ampliando o alcance das ações culturais. No dia 23, a Praça da Emancipação recebe espetáculos ao meio-dia, enquanto à noite o palco do Teatro do Sesc Canoas concentra as apresentações, que seguem também na sexta-feira (24). Ao longo do fim de semana, o teatro abriga mostras infantil e estudantil, além de atividades voltadas a projetos sociais.

Já no sábado, dia 25, têm início as oficinas formativas, que incluem quatro encontros, que foram antecedidos por uma residência de criação realizada antes da abertura oficial do evento. O workshop residência, conduzido por Soraya Portela, teve foco em processos criativos e experimentação em dança. As programações formativas serão realizadas na Antiga Estação de Trem, com destaque para temas como iluminação cênica, improvisação, danças urbanas e orientais.

No domingo, 26, o Teatro do Sesc recebe a terceira edição da Mostra de Dança Infantil, às 17h, reunindo grupos formados por crianças de 4 a 12 anos. A programação segue na segunda-feira, 27 de abril, com a Mostra Estudantil e de Projetos Sociais em dois horários, às 15h e 19h30, destacando trabalhos de escolas, instituições, associações e ONGs de Canoas, ampliando o espaço de visibilidade para diferentes iniciativas ligadas à dança na cidade. No dia 28, o Calçadão recebe a performance “Corpo Samba – Oficena”, do coletivo Abre Corpo, que propõe uma experiência interativa a partir de referências afro-diaspóricas e da cultura do samba.

O encerramento ocorre em 29 de abril, no Dia Internacional da Dança, com uma celebração no Teatro do Sesc reunindo grupos profissionais e artistas locais. A noite destaca a diversidade das linguagens presentes na cidade, reafirmando o papel do evento como espaço de encontro, criação e valorização da dança.

Programação

sexta-feira (24/04)Semana da Dança de Canoas segue até 29 de abril com apresentações, oficinas e atividades gratuitas em diferentes pontos da cidade, celebrando o Dia Internacional da Dança.
Local: Teatro Sesc Canoas
19h30: Mostra de dança
sábado (25/04)
Local: Antiga estação de trem
10h: Oficina de Iluminação Cênica com Maurício Rosa
Local: Canoas Shopping
13h: Mostra de Dança
18h: Mostra de dança

Domingo (26/04)
Local: Antiga estação de trem
10h:Oficina de dança com Everton Somber
12h: Oficina de dança com Everton Somber
14h: Oficina de dança com Everton Somber
Local: Teatro Sesc Canoas
17h: Mostra Infantil de Dança

Segunda-feira (27/04)
Local: Teatro Sesc Canoas
15h: Mostra de Dança Estudantil e de Projetos Sociais

Terça-feira (28/04)
Local: Calçadão de Canoas
12h20:Performance “Corpo Samba – Oficena”
Quarta-feira (29/04)
Local: Teatro do Sesc Canoas
19h30: Celebração de Encerramento

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Cultura

Espetáculo CorpoSamba leva arte e samba ao centro de Canoas

Redação

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Crédito da foto: Maurício Concatto, Divulgação

A performance artística CorpoSamba – Oficena segue em circulação pelo Rio Grande do Sul e chega a Canoas no dia 28 de abril. A apresentação será realizada às 12h30, no calçadão da cidade, com acesso gratuito e ao ar livre. A proposta mistura dança, música ao vivo e interação com o público no espaço urbano, criando uma experiência leve, divertida e, ao mesmo tempo, provocativa.

Criado em Caxias do Sul (RS), o trabalho reúne artistas-pesquisadores de diferentes áreas, como Igor Cavalcante Medina, com trajetória ligada ao samba e às danças de salão; Assaury Hiroshi, da dança contemporânea; e Ezequiel Zanoni Duarte (Zeca Duarte), vinculado ao samba e à música popular brasileira. A criação conta ainda com a participação da bailarina Jenifer Bonho e do percussionista Marcelinho Silva.

Com trilha sonora autoral executada ao vivo, CorpoSamba – Oficena parte da ideia de que o corpo também é território de memória, resistência e criação. Ao longo da apresentação, surgem provocações sobre o próprio corpo e sobre corpos frequentemente marginalizados, como os das mulheres e das pessoas negras. Essas questões, porém, aparecem sem rigidez, abrindo espaço para uma relação lúdica com o público, que é convidado a experimentar passos iniciais de samba e a interagir com os bailarinos e integrar-se ao clima de carnaval no qual se encerra o espetáculo, vivenciando e construindo a cena em tempo real, junto aos artistas.

Hiroshi, bailarino, coreógrafo e um dos diretores do espetáculo, afirma que o trabalho dá continuidade a uma investigação sobre o corpo brasileiro e sobre o samba como uma de suas expressões mais genuínas.

“A partir de minhas pesquisas, vejo o samba como uma manifestação artística marcada por relações sociais, raciais e de gênero que atravessam a história do país e que, por isso, também se estabelece como espaço de resistência, diálogo e transformação social”, observa.

Para ele, a obra parte de um corpo que se posiciona e que transforma resistência em movimento e movimento em identidade.

Para o também diretor Medina, a Oficena se apresenta não apenas como linguagem artística, mas também como ferramenta de transformação social, ao provocar reflexão, questionar estruturas de opressão e reafirmar a potência do corpo em movimento. “A proposta convida o público a vivenciar o samba como força vital, resistência e expressão cultural profunda”, aponta.

A produtora executiva Uyara Camargo destaca que a circulação em espaços públicos e históricos de cidades gaúchas foi pensada para ampliar o acesso à arte e descentralizar o acesso à cultura. “A escolha desses locais reforça o compromisso do projeto com a democratização da cultura, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura popular, fortalece identidades locais e pode estimular o turismo cultural e o comércio.”

A construção do espetáculo também se apoia nas trajetórias de seus criadores. Medina, homem negro e sambista, tensiona em cena o racismo presente nas sutilezas do cotidiano. Hiroshi, a partir de sua ancestralidade oriental e indígena, investiga encontros e fusões culturais no corpo que samba. Já a bailarina Jenifer, como mulher, incorpora reflexões sobre a violência de gênero e seus impactos sociais e corporais. Juntas, essas perspectivas ampliam o olhar sobre a identidade brasileira e sobre o samba como expressão de alegria, crítica social e permanência cultural.

Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, ampliando o acesso e reconhecendo diferentes formas de experiência estética.

Antes de chegar a Canoas, o projeto realizará uma apresentação gratuita em Porto Alegre no dia 18 de abril, às 17h, no Parque Harmonia (ao ar livre). CorpoSamba – Oficena é financiado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.

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