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29/05/2024
 

Saúde

Covid-19: Vacina avança nesta sexta-feira, 2, e sábado é a vez do público de 44 anos

Redação

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Nesta sexta-feira, 2, canoenses com 45 anos ou mais poderão receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19. A vacinação acontecerá em 27 unidades básicas de saúde (UBSs), das 8h às 12h. E no sábado, 3, a faixa etária será ampliada para 44 anos.

Como o imunizante será AstraZeneca, não haverá vacinação de grávidas e puérperas. Esse grupo deve procurar a Sala de Imunização do Hospital Universitário de Canoas, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h.

A ampliação da vacinação será possível devido à chegada de um novo lote de imunizantes ao município. As pessoas que fizeram a vacina da gripe devem aguardar o intervalo mínimo de 14 dias para receber a da Covid. Para mais informações e esclarecimento de dúvidas, a população pode entrar em contato pelo 0800 647 0156 e o WhatsApp (51) 3425-7623 – ZAP Saúde Canoas.

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Enchente 2024 Canoas

Doenças infecciosas podem acometer o RS com mais força após a enchente

Redação

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O acúmulo de água na maior parte dos municípios gaúchos por conta das enchentes acende o alerta para surtos de doenças infecciosas. O ato de entrar em água contaminada, ação necessária por parte de muitas pessoas ao salvarem seus pertences, atuarem em resgates e até para os posteriores reparos e limpeza das ruas e estruturas pode trazer consequências para a saúde.

Essa pode ser o principal reflexo das inundações do mês de maio no RS para os sistemas de saúde públicos. De acordo com o tempo de incubação de diferentes vírus, bactérias e outros patógenos, essas enfermidades podem vir em diferentes ondas.

“Como podemos imaginar, essa água está nitidamente contaminada. Ela é escura e deve estar cheia de matéria orgânica, com excretas de humanos e outros animais”, disse o médico Alessandro Pasqualotto, presidente da Sociedade Gaúcha de Infectologia, ao portal BBC Brasil.

Nos primeiros dias após o evento climático, as doenças que mais aparecem são infecções de pele, pneumonites ou pneumonias, infecções respiratórias virais e gastroenterites (diarreia).

As infecções respiratórias costumam ser consequência da aglomerações de milhares de pessoas em abrigos, muito próximas umas das outras. Essa condição facilita a transmissão de vírus causadores de resfriados, gripe e covid-19. Por isso a preocupação de autoridades de saúde estaduais na vacinação contra a gripe em abrigos, por exemplo.

Moradias improvisadas também reúnem as condições para a dispersão de parasitas como os que provocam a escabiose (sarna) e a pediculose (piolhos).

O Ministério da Saúde elaborou uma cartilha que detalha os cuidados com água e alimentos após enchentes e outros desastres dessa natureza.

Leptospirose, tétano e hepatite

Em Canoas, uma das doenças que podem ser provocadas pelas condições da enchente que mais preocupam a Secretaria Municipal da Saúde é a leptospirose. A enfermidade pode ocorrer por contato direto ou indireto com a urina de animais na pele. Isso é facilitado em caso de arranhões ou ferimentos, que podem já ter sido causado pelas condições adversas em salvamentos e na saída dos moradores de suas casas.

Nesta terça-feira, 28, a prefeitura publicou um alerta sobre o assunto em seu portal. É recomendado que qualquer suspeita de um caso da doença seja reportada às unidades de saúde, às UPAs abertas, ao Hospital Nossa Senhora das Graças ou a um dos hospitais de campanha instalados no município.

Os principais sintomas da leptospirose são:

  • Febre
  • dor de cabeça
  • fraqueza
  • dores no corpo (em especial, na panturrilha)
  • calafrios.

A doença pode apresentar letalidade de até 40% nos casos graves.

Para as famílias que forem liberadas a retornar para casa, é necessário cuidado. Recomenda-se o uso de equipamentos de proteção, como botas e luvas, para limpar a lama e a água acumuladas, de forma a limitar o contato com urina contaminada.

Além da leptospirose, os médicos também se preocupam com o caso de tétano e hepatite A. Para ambas, existem vacinas disponíveis, que podem precisar de reforço.

Dengue

Grandes inundações trazem o problema da água parada, em especial em regiões onde há maior demora para que o nível abaixe. Espécies como o mosquito Aedes aegypti podem se proliferar mais facilmente do que de costume, potencializando a emidemia de dengue que já atinge o Estado, e Canoas em especial.

O município já teve mais de 5 mil casos de dengue apenas em 2024. Um em cada 69 canoenses já tiveram a doença desde o dia 1º de janeiro.

Mesmo após a retirada das águas de bairros como o Mathias Velho, há o potencial para muitos lugares terem vários pequenos focos onde o mosquito pode procriar. Tudo depende das temperaturas em junho, quando há previsão de tempo seco, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Enchente 2024 Canoas

Ministra da Saúde visita áreas atingidas de Canoas

Redação

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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, visitou o bairro Mathias Velho nesta terça-feira, 28. A área é uma das mais afetadas pelas recentes inundações em Canoas.

Ela observou de perto a situação dos moradores e do Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC). A agenda foi acompanhada pelo secretário municipal da Saúde, Mauro Sparta, e pela titular da secretaria estadual, Arita Bergmann.

Nísia elogiou o esforço conjunto na resposta às inundações, destacando a parceria das Forças Armadas com o município para a distribuição de alimentos e a remoção de resíduos. “É uma ação fundamental para melhorar as condições de todos e para a vida voltar, aos poucos, ao normal”, disse.

A “Operação Taquari 2” mobiliza mais de 29 mil militares e agentes de segurança para resgatar e fornecer assistência em mais de 460 municípios gaúchos, incluindo Canoas.

O Comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, General de Brigada Márcio Cossich Trindade, apresentou as ações para a Ministra, reforçando os esforços conjuntos do governo federal e das Forças Armadas na crise, em especial as com foco na saúde pública.

No roteiro, Nísia também falou sobre doenças como leptospirose e infecções respiratórias, que podem se agravar após as enchentes e em razão das baixas temperaturas. Segundo ela, devem ser feitas ações nessa área.

O secretário municipal de Saúde, Mauro Sparta, destacou a importância da visita da ministra e a necessidade urgente de reconstrução do Hospital Pronto Socorro de Canoas. “Essa inspeção mostra a realidade que estamos passando. Somos referência em trauma para 134 municípios. O HPSC não é somente para os canoenses, atendemos muitos gaúchos e precisamos da reconstrução deste equipamento de saúde”, afirmou.

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Educação

Secretarias estaduais firmam cooperação com o Sesi para ações nos municípios atingidos

Redação

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O governo estadual firmou um termo de cooperação com o Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (Sesi-RS) para um conjunto de ações em regiões afetadas pelas enchentes.

O acordo, assinado na manhã desta segunda-feira, 27, garante a realização de iniciativas nas áreas de educação e saúde, com objetivo de ajudar na retomada dos municípios atingidos.

Denominado “Sesi ao Seu Lado”, o programa estabelece e detalha um cronograma que envolve ajuda humanitária, ações de acolhimento, assistência médica emergencial e suporte educacional.

Os trabalhos devem contar com profissionais especializados, equipamentos e materiais para a execução das medidas.

Para isso, o Estado dará condições para o Sesi agir, garantindo o acesso a locais apropriados e dando apoio institucional as ações desenvolvidas.

Na área da educação, o programa contempla a retomada de até 200 escolas, com apoio psicopedagógico e psicossocial para equipes e estudantes, cursos de formação, cedência de materiais didáticos, esportivos, livros, kits de robótica e instrumentos musicais, além de materiais de higiene e de limpeza.

Também serão implementadas ações afirmativas para auxiliar na continuidade e conclusão da escolaridade dos alunos.

A secretária estadual da Educação, Raquel Teixeira, destacou a importância de parcerias estratégicas para enfrentar os impactos das inundações. “A gente está vivendo um contexto difícil, mas são ações como essas que nos ajudam a superar”, ressaltou.

O superintendente regional do Sesi, Juliano Colombo, explicou que a entidade atuou durante as enchentes de 2023 no Vale do Taquari, tendo experiência na prestação de serviços em situações de crise climática. “É um projeto de R$ 65 milhões, entre investimentos na saúde e na educação do Estado. Vamos entrar com recursos próprios, atuando com as estruturas do Sesi, com materiais e mobiliários, para ajudarmos como pudermos nessa reconstrução do aprendizado”, afirmou.

O termo de cooperação terá vigência até 31 de dezembro de 2024, prevendo cláusulas com pontos sobre responsabilidades mútuas, confidencialidade e tratamento de dados.

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