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14/08/2026
 

Esporte

Ginástica artística do Brasil conquista bronze inédito por equipes no feminino

Redação

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Ginástica artística do Brasil conquista bronze inédito por equipes no feminino - Foto Miriam JeskeCOB

Esta terça-feira, 30 de julho de 2024, ficará marcada por um brilho especial. É data da coroação de gerações que batalharam para transformar a ginástica artística do Brasil numa potência mundial. É o dia da prova de que o Time Brasil tem muito mais do que um diamante em sua delegação, mas cinco joias valiosas capazes de levar o coletivo ao pódio nos Jogos Olímpicos Paris 2024.

Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares escreveram seus nomes na história olímpica do nosso país. Com nota 164.497, conquistaram o mais valioso dos bronzes, a primeira medalha por equipes da ginástica artística brasileira, no feminino. Ficaram atrás apenas dos Estados Unidos, com 171.296, e da Itália, com 165.494.

O bronze sela a quarta edição olímpica seguida com o país no pódio. Agora são sete medalhas. A primeira foi o ouro de Arthur Zanetti nas argolas em Londres 2012.

Na Rio 2016 foram três: prata para Zanetti novamente nas argolas, e prata e bronze no solo masculino com Diego Hypolito e Artur Nory, respectivamente. Em Tóquio 2020, Rebeca Andrade quebrou o tabu da ginástica feminina com ouro no salto e prata no individual geral.

Esta foi a quarta medalha do Time Brasil em Paris. O país já conquistou prata com William Lima, no judô, e bronzes com Larissa Pimenta, também no judô, e Rayssa Leal, no skate street.

E vem mais por aí: o Brasil está ainda em outras cinco finais na ginástica artística. Rebeca e Julia estão na final na trave, e Rebeca e Flavinha na do individual geral. A campeã olímpica ainda defenderá o título no salto e disputará o solo. No masculino, Diogo Soares compete na final do individual geral.

Acidente com Flávia e aparelhos mais desafiadores dão susto

Medalhista de prata no último mundial e quarta colocada geral na classificatória, a equipe feminina disputou a final contra Estados Unidos, Itália, China, Japão, Canadá, Grã-Bretanha e Romênia. Começou a primeira rotação junto às chinesas nas barras assimétricas, aparelho mais desafiador para o grupo.

Logo no aquecimento, um susto. Flávia Saraiva sofreu uma queda e bateu com o rosto na barra, abrindo o supercílio. Apesar de sair andando normalmente, deixou a arena para receber um curativo da médica do COB, Lara Ramalho.

Lorrane foi a primeira a se apresentar e quebrou o gelo, tendo apenas um leve desequilíbrio na aterrissagem. Recebeu nota 13.000. Na sequência, muita expectativa sobre Flavinha devido ao incidente no aquecimento. Ela não decepcionou.

Foi precisa nos movimentos e levou 13.666 dos jurados. No único aparelho em que não foi finalista, Rebeca Andrade não cometeu falhas e recebeu 14.533. Com 41.199, a equipe terminou a rotação em quinto na classificação, atrás de EUA, China, Itália e Canadá.

Na sequência, a trave. Primeira a competir, Julia Soares infelizmente sofreu uma queda e foi penalizada, ficando com 12.400. Flavinha foi a segunda a executar a série e teve um desequilíbrio leve, sem maior comprometimento, e recebeu 13.433.

O Brasil ainda protocolou um protesto pela nota de dificuldade, mas não foi atendido. Rebeca novamente fechou a sequência. Teve um desequilíbrio no meio da série, mas se recuperou e cravou a saída. Os 14.133 que recebeu levaram o Brasil a 81.165 no somatório, a sexta soma no geral.

Solo e salto viram o jogo rumo à medalha inédita

No solo o jogo começou a virar. Com um misto de Raça Negra e Edith Piaf, Julia Soares esbanjou carisma e levou 13.233.

Flavinha, ao som de um clássico Cancã, levantou o público e somou mais 13.533. Rebeca Andrade novamente encerrou a passagem do Brasil. Apesar de alguns desequilíbrios nas aterrissagens, Rebeca recebeu 14.200 e nos recolocou no páreo com 122.132, apenas 0.001 atrás da China.

No salto, nosso melhor aparelho, a obrigação para ir ao pódio era tirar pouco mais de dois pontos de diferença de Grã-Bretanha e Canadá. Jade abriu a série, mas infelizmente pisou fora da nota de aterrissagem e foi penalizada: 13.366.

Flavinha também teve um leve desequilíbrio e um passo na chegada e recebeu13.900. Rebeca executou um Cheng e fechou a apresentação do Brasil com 15.100 e 164.497. Era preciso esperar os adversários.

A tensão era gigante diante da expectativa. O Canadá ficou pelo caminho, mas a Grã-Bretanha ainda tinha duas apresentações na trave. Nem o maior esforço das britânicas foi suficiente para apagar o nosso brilho. A festa do Brasil e a medalha inédita estavam garantidas.

Flavia Saraiva, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Julia Soares se juntaram a Rebeca Andrade e hoje podem dizer que são medalhistas olímpicas. Que o legado de Luisa Parente, Soraya Carvalho, Daniele Hypolito, Daiane dos Santos, Lais Souza e tantas outras pioneiras foi honrado. E que as portas estão abertas para tantas outras gerações que virão.

Fonte: COB

Esporte

Canoense de 15 anos conquista título do MFC 6 por finalização no primeiro round

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O lutador Juliano Gavião, de 15 anos, conquistou o título do MFC 6, evento de MMA, após finalizar o adversário ainda no primeiro round. Morador do bairro Mathias Velho, em Canoas, o atleta venceu a disputa utilizando ground and pound e, na sequência, um mata-leão.

Juliano entrou no combate buscando levar a luta para o chão. Durante a disputa, conseguiu controlar o adversário e aplicou golpes no ground and pound. Na tentativa de sair da posição, o oponente cedeu as costas.

O atleta aproveitou a oportunidade e encaixou o mata-leão, encerrando o combate por finalização no primeiro round.

Aos 15 anos, Juliano tem o jiu-jitsu como uma de suas principais bases e também treina MMA. Ele representa a Sombra Team MMA e a Guigo Jiu-Jitsu Canoas.

O treinamento é acompanhado pelo pai, Nilton Gavião, que também é lutador profissional de MMA. A preparação envolve técnicas de luta agarrada e trocação para as competições de MMA.

Com a vitória no MFC 6, Juliano soma mais um resultado à trajetória esportiva iniciada ainda na adolescência. O atleta, que é morador de Canoas, segue participando de competições de jiu-jitsu e MMA.

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Esporte

2ª Corrida do 15º BPM terá percursos de 3 km, 5 km e 10 km em Canoas

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2ª Corrida do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM) será realizada no sábado, dia 22 de agosto, em Canoas. A concentração dos participantes está prevista para as 15h, com largada às 16h, na sede do batalhão, localizada na Avenida Santos Ferreira, nº 4321.

A programação terá provas de 3 km, 5 km e 10 km, além da Corrida Kids, destinada às crianças e realizada dentro do quartel.

Os percursos de 3 km e 5 km passarão pela Avenida Santos Ferreira e pela Avenida Dr. Severo da Silva. Já o trajeto de 10 km também incluirá a Rua Dr. Iran Maciel, Rua Açucena e Rua Aurora.

No local, também estão previstas atividades como apresentações da Banda da Brigada Militar e de DJ, além de food trucks, chimarródromo, brinquedos para crianças e espaços de exposição.

Inscrições aqui: https://www.corrida15bpm.com.br/

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Esporte

Pegasus Vôlei conquista título da 2ª Taça de Vôlei em Nova Santa Rita

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Nova Santa Rita sediou, no último sábado, 8, o encerramento da 2ª Taça Sicredi de Vôlei de Quadra – Categoria Masculino. O Pegasus Vôlei ficou com o título, seguido pelo Asgard Vôlei, em segundo lugar, e pelo Corona Vôlei, na terceira colocação.

Organizada pela Liga Nova Santa Rita, em parceria com o Sicredi e a Prefeitura de Nova Santa Rita, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, a competição foi disputada ao longo de vários sábados.

O prefeito Rodrigo Battistella destacou a realização do torneio e a parceria entre as instituições envolvidas.

“É muito gratificante ver uma competição desse nível acontecendo em Nova Santa Rita, reunindo atletas, equipes e famílias em torno do esporte. A parceria entre a Liga, o Sicredi e a Prefeitura permite que possamos ampliar cada vez mais as oportunidades para quem pratica esporte no município. Parabenizo todas as equipes pela participação e, especialmente, os campeões e os destaques individuais.”

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Júlio Cezar, comentou sobre o desempenho das equipes durante o campeonato.

“Tivemos uma competição de altíssimo nível, com grandes jogos e muita competitividade. Foram vários sábados de muito esporte, integração e emoção. Isso mostra a força que o vôlei vem conquistando em Nova Santa Rita e reforça nosso compromisso de apoiar e incentivar cada vez mais as modalidades esportivas.”

Para o organizador da Liga Nova Santa Rita, Halyson Roque, a segunda edição amplia a presença da competição no calendário esportivo do município.

“Encerrar mais uma Taça Sicredi com esse nível de participação e de qualidade dentro de quadra é motivo de muita satisfação. Tivemos grandes jogos, atletas de alto nível e uma competição muito equilibrada. Agradecemos às equipes, ao Sicredi e à Prefeitura pela parceria e a todos que contribuíram para que esses sábados de vôlei fossem um sucesso.”

Além da classificação das equipes, a competição teve premiações individuais. Os atletas reconhecidos foram:

  • Melhor Levantador: Fortunatto – Furakão Vôlei
  • Melhor Defensor: Lucas – Corona Vôlei
  • Melhor Saque: Denzel – Corona Vôlei
  • Melhor Ataque: Enzo – Asgard Vôlei
  • MVP: Denilson – Pegasus Vôlei

Com o encerramento do torneio, o Pegasus Vôlei terminou na primeira colocação da competição, seguido por Asgard Vôlei e Corona Vôlei.

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