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20/05/2024
 

Economia

Clima deve provocar queda na colheita de arroz em Nova Santa Rita

Redação

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Nova Santa Rita é conhecida pelas plantações de arroz. De acordo com dados da Emater, o município conta com uma área de 4,5 mil hectares plantados, sendo 3,7 mil hectares de arroz tradicional e 800 hectares da variante orgânica. Devido ao excesso de chuva e os longos períodos de seca, os números da produção foram impactados.
O cálculo de quanto será a perda das lavouras é atualmente objeto de um levantamento da prefeitura junto aos produtores. Até agora, cerca de 30% da área semeada já foi colhida. O término dos trabalhos é estimado para o final de maio. De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater, Igor de Bearzi, o atraso dos trabalhos se deve ao plantio tardio ocorrido por conta de fatores climáticos. “Normalmente, a colheita ocorria entre março e abril. Tivemos também uma diminuição nas lavouras. São cerca de 200 hectares a menos”.
De Bearzi explica que a média histórica de produtividade é 100 sacas para o orgânico e 160 para o convencional. “As chuvas de novembro atrasaram a semeadura e mais de 300 hectares, dos 4.500 hectares geralmente utilizados na cultura no município, não foram utilizados pois as janela de plantio foi perdida”.
Segundo o engenheiro, temperaturas acima de 35º afetam a formação dos grãos, quando registradas no momento de florescimento do arroz, o que aconteceu durante o último período. “Tivemos uma das maiores enchentes dos últimos 70 anos. A colheita será impactada”.

Produtores lamentam as perdas

Entre os meses de março e abril, o clima comprometeu diretamente as plantações de arroz no Rio Grande do Sul. Como apontado pela Emater, o período utilizado para o plantio da cultura teve um excesso de chuvas e vento, o que causará perdas na produtividade pela não realização no melhor período.
O agricultor Marcos Kraeski diz que, com plantação de arroz convencional, foi registrada uma perda de 10% a 15%. “Os números são comparados com a safra do último ano. Hoje, estou retirando de 150 a 170 sacas do grão, por hectare”.
As lavouras de arroz precisam de água. Entretanto, quando chove em excesso na semeadura, o produtor não consegue preparar o solo, não consegue realizar o plantio e, portanto, no momento da colheita, o que foi plantado tem perdas na produtividade e na produção. “A colheita está muito diluída. O cenário é atípico em todo Estado”, frisa o conselheiro do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Silvio Lopes, que também é representante dos arrozeiros no município de Nova Santa Rita.

Economia

Governo estadual cria Secretaria da Reconstrução

Redação

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Dois dias depois de o governo federal criar o Ministério Extraordinário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite decidiu criar uma estrutura similar no organograma estadual nesta sexta-feira, 17. A Secretaria da Reconstrução Gaúcha (SRG) tomará o lugar da atual Secretaria de Parcerias e Concessões. O atual secretário, Pedro Capeluppi, e a estrutura da pasta serão mantidas para a nova função.

Em declaração oficial, Leite afirmou que remodelar uma secretaria já existente é a melhor opção. “Ao invés de constituir uma unidade específica, à parte, que pudesse se configurar, eventualmente, em uma unidade paralela, como que um governo paralelo, o que não faria sentido, ou trazer alguém de fora para fazer esta gestão, entendi que deveríamos reconfigurar a estrutura de governo, por dentro, para atender melhor a este propósito.”

A SRG dará suporte às frentes de atuação do governo no restabelecimento de estruturas e serviços públicos afetados pelas enchentes que afetam quase todos os municípios do Estado. A secretaria terá quatro subpastas: Projetos para Reconstrução, Projetos Estruturantes, Inteligência Mercadológica e Parcerias e Concessões.

A nova secretaria compõe o conjunto de medidas já anunciadas pelo governo para a reconstrução do RS, o Plano Rio Grande.

Imediatamente após a apresentação, o governador participou de uma reunião coordenada pelo ministro da Reconstrução, Paulo Pimenta, com prefeitos da Região Metropolitana.

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Economia

Receita Estadual adota medidas para agilizar entrega de mercadorias importadas

Redação

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Devido às enchentes que atingem o Rio Grande do Sul, a Receita Estadual tomou medidas para agilizar o processo de importação de mercadorias.

Foi dispensada a necessidade de anuência prévia do fisco para a entrega de produtos importados por alfândega em locais como portos, aeroportos e rodoviárias. A medida está em vigor até 29 de maio.

Além disso, devido à suspensão temporária da emissão da Guia de Liberação de Mercadoria Estrangeira (GLME), as mercadorias importadas com isenção de imposto estadual podem ser destinadas aos compradores sem a necessidade de conferência do documento. Após a retomada das emissões da guia, a Receita Estadual entrará em contato com as empresas para regularizar a situação.

As ações no âmbito estadual têm como objetivo agilizar o processo de entrega de itens importados, facilitar o fluxo logístico no Estado e acelerar as entregas aos consumidores. Isso também contribui para a redução dos custos operacionais das empresas e dos espaços com alfândega.

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Economia

Corsan altera cobrança de faturas para quem teve falta de água por conta das enchentes

Redação

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As enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul prejudicaram gravemente o sistema de abastecimento de água da Corsan. Com isso, a cobrança da fatura terá alterações conforme diferentes casos.

A companhia já havia anunciado que clientes vivem em áreas alagadas terão isenção da cobrança da tarifa social de água por até 6 meses.

Clientes em áreas não atingidas deverão ter a cobrança normal, mas com a leitura ocorrendo com atrasos, mesmo que ainda no mês de maio. Entretanto, contas em áreas atingidas, as pessoas que tiveram ou ainda têm falta de água por conta das enchentes terão isenção da taxa básica e serão cobradas em maio, junho e julho apenas pela média de consumo.

Para aqueles que não conseguirem acesso à conta, a Corsan oferece a fatura simplificada nos seus canais de relacionamento:

Com esse serviço, é possível gerar o código Pix e códigos de barras para pagamento das faturas em aberto.

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