Segurança Pública
Brigada Militar abre concurso público com 1.200 vagas para soldado

A Brigada Militar abriu, nesta sexta-feira, 21, concurso público com 1.200 vagas para soldado de primeira classe. As inscrições já começaram e seguem até as 17h de 22 de abril, pelo site da banca Fundatec.
Entre as vagas, 984 serão providas por ampla concorrência, 192 estão reservadas para pessoas negras, 12 para pessoas trans e outras 12 para integrantes dos povos indígenas.
Para se inscrever, é necessário ter Ensino Médio completo e idade máxima de 25 anos. A altura mínima para candidatos do gênero masculino é de 1,65m; para as candidatas do gênero feminino, é de 1,60m. Além disso, é preciso ter habilitação válida na categoria B. Outros requisitos estão previstos no Capítulo V, item 1 do edital.
Seleção
A seleção será realizada por meio de prova escrita, exame de saúde, exame de capacitação física (TAF) e avaliação psicológica. A prova escrita tem previsão de aplicação em 8 de junho e será composta pelas disciplinas de língua portuguesa, legislação específica, conhecimentos gerais, matemática, direitos humanos e cidadania e informática.
Teste físico
No exame de capacitação física, os candidatos do gênero masculino deverão executar cinco flexões de barra e 40 abdominais em 60 segundos, além de percorrer 2.500m em 12 minutos.
As candidatas do gênero feminino deverão realizar 20 segundos de isometria na barra fixa e 32 abdominais em 60 segundos, e percorrer 2.100m em 12 minutos. As datas de aplicação dos exames de capacitação física serão divulgadas posteriormente.
Remuneração
O subsídio inicial é de R$ 5.944,85, com auxílio-alimentação no valor de R$ 400. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, exceto durante o Curso Básico de Formação Policial Militar, no qual a jornada será de acordo com o currículo de ensino e com o regimento interno de cada escola.
O concurso tem validade de dois anos, podendo ser renovado, uma vez, pelo mesmo período.
Segurança Pública
Polícia Civil prende 102 foragidos em operação no RS; Canoas está entre as cidades monitoradas

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu 102 foragidos de homicídio durante a Operação Cerco Fechado, realizada entre 24 de novembro e 11 de dezembro. A força-tarefa, coordenada pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), atuou de forma sigilosa nas maiores cidades do estado, com foco exclusivo na captura de criminosos de alta periculosidade.
Durante os 20 dias de ações, equipes do DHPP e das Delegacias Especializadas em Homicídios realizaram buscas simultâneas em Porto Alegre, cidades da Região Metropolitana, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Esteio, Alvorada, Gravataí e Canoas e também no Interior, com operações em Pelotas, Viamão, Santa Maria, Passo Fundo e Caxias do Sul.
A média de prisões impressiona: quase cinco capturas por dia, equivalente a uma prisão a cada cinco horas. Segundo a Polícia Civil, o caráter sigiloso da operação e o uso de inteligência policial foram essenciais para localizar suspeitos envolvidos em crimes de extrema violência.
O Diretor do DHPP, delegado Mario Souza, destacou que o resultado expressivo alcançado em curto prazo demonstra
“a capacidade operacional e o comprometimento das equipes de investigação em todas as regiões do Estado, reafirmando o foco da Polícia Civil na proteção à vida e na responsabilização de autores de homicídios”.
A corporação reforça que informações da comunidade são fundamentais para localizar foragidos. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo número 0800 642 0121.
Segurança Pública
Guarda Municipal de Canoas participa de capacitação em ambientação com aeronaves policiais

A Guarda Municipal de Canoas (GMC) participou, na última sexta-feira, 5, da 1ª Turma de Ambientação em Aeronave Policial, realizada no hangar da Polícia Civil, em Porto Alegre. A capacitação reuniu 15 operadores da corporação e foi ministrada pelo Departamento de Aviação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, em uma ação conjunta voltada ao fortalecimento da integração entre as forças de segurança.
O treinamento teve como foco a qualificação técnica dos agentes e a padronização de procedimentos essenciais relacionados à atuação junto a aeronaves policiais. Entre os conteúdos abordados estiveram noções de segurança para pousos de emergência, aproximação adequada de helicópteros, isolamento de áreas, além de procedimentos básicos de resgate e transporte de feridos, fundamentais em situações de emergência e grandes operações.
Durante a instrução, operadores aerotáticos do Departamento de Aviação, sob coordenação do responsável pelo núcleo de instruções, comissário Dionel Gabana de Souza, também promoveram uma atividade prática de rapel, realizada em ambiente seguro e controlado, permitindo aos guardas municipais o contato direto com técnicas utilizadas em operações aéreas especiais.
A capacitação contou ainda com a presença do diretor do Departamento de Aviação, delegado Carlos Iglesias Junior, da escrivã Camila Meggiolaro dos Santos, primeira mulher piloto de helicóptero das forças de segurança do Rio Grande do Sul, além de outros operadores que apresentaram equipamentos, rotinas operacionais e procedimentos específicos da aviação policial.
Para o supervisor da Guarda canoense, Luciano Ferraz Ribeiro, a qualificação reflete diretamente a experiência recente vivida pelo município, durante as enchentes de maio do ano passado.
“Após os eventos climáticos extremos enfrentados pela cidade em 2024, ficou evidente a importância estratégica do Departamento de Aviação nas ações de resposta e salvamento. Preparar a Guarda Municipal para atuar de forma integrada com essas equipes é investir em eficiência, segurança e preservação de vidas”, destaca.
Já o inspetor regional Ulysses Guilherme Oliveira Bennech destaca o caráter técnico e preventivo da instrução.
“Saber isolar corretamente uma área de pouso e evitar aproximações equivocadas de um helicóptero não é apenas uma questão operacional, é uma medida de segurança vital para os operadores e para a população. Esse tipo de conhecimento faz diferença em ocorrências reais”, opina.
Segurança Pública
Brigada Militar forma 870 alunos em nova etapa do Proerd em Canoas

A Brigada Militar realizou, na manhã de sexta-feira, 28, a cerimônia de formatura de mais 870 alunos do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) em Canoas. A atividade, referente ao segundo semestre de 2025, envolveu 32 turmas de quintos anos de 17 escolas públicas e privadas. O evento ocorreu na Igreja Lagoinha e contou com a presença de autoridades municipais, representantes da corporação, familiares e estudantes. A Banda da Brigada Militar e o mascote do programa, o Leão Daren, participaram da solenidade.
Segundo o comandante do 15º BPM, tenente-coronel Clóvis Ivan Alves, a soma das duas turmas formadas ao longo do ano alcança cerca de 1,8 mil estudantes. Todos receberam certificados, enquanto os autores das melhores redações em cada turma ganharam medalhas e um leão de pelúcia. Também houve o sorteio de três bicicletas, doadas por patrocinadores.
“O Proerd é importante por conscientizar os participantes sobre o que significam as drogas, a violência e o bullying. Significa plantar uma sementinha no coração destas crianças para que elas possam ter a opção de dizer não a tudo isto”, comenta o coronel.
Presente no evento, a secretária municipal de Educação, Beth Colombo, diz se emocionar a cada nova formatura que participa.
“Não vou cansar de apoiar o Proerd e buscar o apoio do poder municipal para desenvolvermos o programa em um número cada vez maior de escolas na nossa cidade”, conta.
Professora da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Rondônia, Carolina Sperber Rosa afirma ter percebido resultado também em sala de aula com os estudantes que participaram do programa.
“Vi alunos mais reflexivos, pensando mais nas ações, se organizando mais entre eles, tendo um trabalho mais coletivo”, conta.
Segundo ela, as lições do programa foram desenvolvidas junto da disciplina de Ensino Religioso.
“Trabalhamos questões de bullying, postura e escolhas que as crianças precisam fazer, colocando para eles que dentro da nossa vida a gente faz escolhas e que as nossas escolhas vão ter saldos positivos ou negativos”, destaca.
A estudante da EMEF Rondônia, Alexandra Xavier, 11, afirma ter gostado de participar do programa.
“Gostei muito de tudo o que aprendi. Aprendi a ser responsável, a levar uma vida mais saudável. Pretendo levar este ensinamento para a minha vida e passar para outras pessoas, para os meus pais, meus primos”, comenta.
Ao todo, a cada semestre são 10 lições, passadas em aulas semanais, realizadas dentro da grade curricular. Nas aulas, os policiais militares abordam com os pequenos assuntos relacionados a drogas lícitas, como álcool e tabaco e também diferentes formas de violência, como o bullying. A iniciativa, desenvolvida no RS desde 1998, é realizada com crianças com idades entre 10 e 12 anos e baseada em um programa americano chamado D.A.R.E (Drug Abuse Resistance Education).

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