Editorial: “Não deixemos que as festividades piorem a saúde de uma coletividade”

Volta da crise

Quando todos pensavam que o perigo do coronavírus iria diminuir, eis que, em todo o mundo, reascende a pressão de novas enfermidades. No Brasil e em outros países, todos com problemas nas comunidades, a falta de ações coletivas para preservar a comunidade deram origem ao reaquecimento do número de infectados e de mortos.

Não adianta alguns ficarem dizendo que a crise vai terminar por si só, não é verdade, ela só vai diminuir sua gravidade com a dedicação de toda comunidade, e além das medidas: de cuidado, distanciamento social, dos cuidados com os contatos, tem agora a possibilidade da implantação das vacinas. Mas mesmo todos os cuidados não têm ação imediata e é preciso de um rápido atendimento e processos com a atenção por parte de toda sociedade.

As diversidades ideológicas, bem como as linhas de pensamentos diferenciados, não podem chegar ao cúmulo de impedir as ações pessoais e coletivas de cuidados especiais para preservar as vidas.

Não vamos permitir que a chegada do fim do ano, com suas solenidades e festejos, os seus desejos de férias e passagens.

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