Conecte-se conosco

header-top







 

17/02/2026
 

Saúde

ABAIXO DO ESPERADO: Vacinação contra a gripe em crianças registra menos de 20% de adesão em Canoas

Redação

Publicado

em

Vacinação contra a gripe em crianças registra menos de 20% de adesão em Canoas/Foto: Alisson Moura

A adesão à campanha nacional de vacinação contra a gripe em Canoas está abaixo das expectativas. Especificamente, o público infantil apresenta o menor percentual de imunização.

Das 25.816 crianças entre seis meses e seis anos, apenas 4.418 receberam a vacina, o que representa apenas 16,70% do total. Com a aproximação do inverno, estação caracterizada pelo aumento dos casos de doenças respiratórias, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) está cada vez mais preocupada.

Até o momento, cerca de 77 mil canoenses foram vacinados contra a gripe na cidade, correspondendo a 46,35% da meta estabelecida, que visa atingir pelo menos 90% da população elegível para receber a vacina.

Entre aqueles que foram imunizados, está Bianca Bastos, de 16 anos, residente em Canoas, que compareceu à Unidade de Saúde Santa Isabel, no Centro, acompanhada de seu pai, Sandro Bastos.

Bianca enfatiza a importância da vacinação, afirmando: “Eu me vacino todos os anos. Isso não é apenas uma questão pessoal, mas algo que afeta a todos, especialmente agora que o inverno está começando e muitas pessoas ficam gripadas”.

A vacinação contra a gripe desempenha um papel crucial na redução da gravidade da doença, especialmente em idosos e pessoas com comorbidades. Além disso, evita hospitalizações e ajuda a aliviar a carga nos serviços de saúde.

No caso das crianças, a imunização impede o desenvolvimento de casos graves, como a síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Além disso, as crianças contaminadas podem ser vetores de alta transmissão do vírus influenza, podendo transmiti-lo para toda a família, incluindo os avós, que são mais vulneráveis à doença.

Onde se vacinar

Em Canoas, a vacinação contra a gripe está disponível para a população a partir de seis meses de idade, de segunda a sexta-feira, em todas as unidades de saúde, das 8h às 17h.

Na Central de Vacinas, o horário é estendido das 7h às 19h para a população com mais de 12 anos. Aos sábados, a vacinação ocorre na Unidade de Saúde Santa Isabel e no evento “Prefeitura na Rua”. Para receber a vacina, é necessário apresentar o CPF ou o cartão do SUS.

Leia também: Entidades médicas e OAB-RS pedem reunião urgente com secretário de Saúde de Canoas

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

Publicado

em

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

Continuar a ler

Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

Publicado

em

Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

Continuar a ler

Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

Publicado

em

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques