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21/02/2024
 

A Hora do Esporte

A semana do programa A Hora do Esporte foi cheia de novidades

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Programa A Hora do Esporte entrevista Vandressa Linderman

Programa A Hora do Esporte entrevista Vandressa Linderman

 

Por Giovanna Parise

Excepcionalmente, na quinta-feira, 14, logo no início da tarde, às 14 horas, o programa foi transmitido ao vivo, pelo Facebook do apresentador José Valdoir de Vargas Jr., direto do laboratório do Grupo Funcional, em Porto Alegre. Além de informações, a transmissão trouxe testes práticos realizados pela convidada, Vandressa Lindermann, além de perguntas feitas pelos espectadores. Para quem ainda não curte a página A Hora do Esporte, no Facebook, é só acessar para saber das próximas novidades.

A convidada da primeira transmissão ao vivo, fora do estúdio, foi Vandressa Lindemann, fisioterapeuta que também trouxe um assunto não muito conhecido, porém que vem sendo imensamente divulgado por sua equipe do Grupo Funcional. Seu trabalho consiste na prevenção de lesões atrás do estudo biomecânico. Surgiu como um clínica de fisioterapia, com Janaina Bortoli, que não se conteve em tratar, mas foi além, quis expandir, através da análise e comparação de dados do paciente. “Então surgiu a ideia de ter um laboratório com esquipamentos que pudessem fazer isso, e buscasse fatores causais”, conta Vandressa. A partir desse interesse, o laboratório se tornou um dos mais modernos do estado, sempre trazendo novidades de testes para os atletas e buscando tecnologia. Além da clínica de fisioterapia, no início havia uma loja de calçados, levando assim, a busca por mais informações sobre a qualidade dos calçados.

Primeiro bloco:

 

O grupo se divide em três pilares: as palmilhas, instrumento utilizado; a osteopatia, “ajusta o necessário”, segundo a fisio; e a fisioterapia, dá continuidade e durabilidade ao trabalho. Preocupada com o alcance desses conhecimentos, são promovidos, por eles, cursos sobre as áreas esportivas e seus tratamentos. Atletas de diversos esportes e modalidades; e pessoas com déficit neurológico já passaram pelo laboratório.

Uma das perguntas que ela mais gosta de responder, como disse durante a entrevista, é por qual motivo o Grupo Funcional é procurado: prevenção ou tratamento? Fala que, infelizmente, a prevenção é pouco falada e de extrema importância, inclusive, foi o que levou-a à dedicação com a biomecânica: “eu não conseguia compreender como só tratar a lesão e não entender o todo. Eu tinha que entender todo o corpo humano, porque nós somos interligados por peças e eu não posso desfazer isso. É a chave para conseguir um bom trabalho”. Os casos mais comuns que buscam o espaço, são os casos de lesão já instaurada, muitas vezes lesões já no seu limite, com quadro de dor intensa e procurando uma cura rápida, devido à algum objetivo próximo, alguma prova, etc.. Conta já ter tido casos em que o paciente pediu cura para duas semanas. Assim, inúmeras vezes não é possível fazer o necessário. Portanto, ressalta que a prevenção é fundamental, não é certo procurar tratamento somente em lesões.

Apesar de atender diversos tipos de atletas, há uma crescente no número de corredores, devido aos grupos de corrida. Logo, o número de lesões está se intensificando, juntamente. “Às vezes a pessoa não se conhece, não conhece como é o seu corpo, não sabe se existe alguma alteração, não faz um bom trabalho antes; aí o índice acaba sendo lesivo” explica a Fisio, que fala também sobre a frustração de parar a prática de algum esporte devido a lesões. Sobre a corrida, ainda é citado a banalização das provas longas, em que todos acham que podem, porém nem todos têm condições e preparo. Em função disso, a biomecânica da corrida está sendo cada vez mais valorizada. Ela consiste em conhecer seu corpo, trabalhando na prevenção dos casos lesivos.

Segundo bloco:

 

Ultimamente, Vandressa dá palestras a corredores, conscientizando-os sobre o conhecimento do próprio corpo, divulgando a biomecânica da corrida, que mostra a pisada, a corrida, a inclinação, enfim, o comportamento do atleta. “Não é preciso dor. Não é parar de correr. É se conhecer”, afirma Vandressa. Nos últimos meses, vem vendo resultados dessas palestras, e já recebeu mais pacientes que decidem fazer os testes para a prevenção, o que a deixa mais satisfeita.

Os testes realizados são vários: de pisada, de impacto, em movimento, corrida; depende dos atletas e da realidade do esporte- músculos mais usados-, o Grupo Funcional se adequa aos pacientes; e em um resultado, todos os problemas que podem ocorrer são vistos. Como, a posição errada do quadril, pode ocasionar lesões no local, no joelho, no tornozelo, etc.. Após realizados todos os testes, os resultados são analisados e comparados, para fazer um tratamento personalizado, indicando tipo de calçado, palmilha, tipo de trabalho, entre outros itens.

O primeiro exame é o qual, com a ajuda de uma câmera e do software, é registrada a posição inicial do paciente, assim, os músculos, a inclinação e os pés são observados. Além da câmera e do software, a esteira e o acelerômetro são mais que essenciais, inclusive, o último é chamado de laboratório de biomecânica. Durante o segundo teste, o da esteira, é possível perceber o espaçamento entre as passadas, comparar a amplitude dos movimentos, tempo de contato. Acontece a comunicação direta com o computador em tempo real. O terceiro exame, é popularmente chamado de “teste da pisada”, a baropodometria, muito divulgado pela indústria calçadista, porém apenas o profissional de saúde pode comandá-la, e sozinha não resolve os casos de dores. Durante o programa, pelo Facebook, José Valdoir foi cobaia para melhor compreensão dessa etapa. O paciente pisa em uma área delimitada que está vinculada ao software, onde são registrados os pontos de maior pressão plantar, primeiramente, parado.

Após a baropodometria estática, vem a dinâmica, em que o paciente caminha em uma área maior, com mais liberdade, e, novamente, os pontos de pressão são detectados. Logo depois, os dados são analisados. Às vezes, comparando, os dados não fecham, assim, a persistência é necessária e a pesquisa continua, para disponibilizar um tratamento personalizado. Inclusive, no caso de José Valdoir, houve uma incompatibilidade durante a análise, o que leva a Fisio a indicar a pesquisa em outras áreas do Grupo, como a osteopatia e a própria fisioterapia, antes da recomendação pela palmilha. “É legal, a gente tem que descobrir mais”, fala Vandressa sobre esses casos. Finalizando os comparativos, ela diz que nem todos os profissionais gostam de fazer os dois tipos do teste, estático e dinâmico, porém, ela acha importantíssimo para compor um quadro completo.

Outro caso mais complicado é o de atletas de alto rendimento com alterações biomecânicas e multicampeões: alterar ou não alterar o padrão biomecânico do atleta? Ela explica, mais uma vez, que cada caso é um, então deve-se orientar para evitar lesões posteriores, mas deve-se respeitar as questões fisiológicas.

Vandressa Linderamann esclarece: “nem sempre o pé é o vilão. Grande parte (da dor) vem de outras estruturas que nem são sinal de dor.” Dores como na panturrilha, fascite plantar, canelite, dores no joelho, podem ter total relação com a pisada, por exemplo. Se não tratadas na causa, a pisada, pode ocasionar outras problemas mais graves e crônicos, desde alterar o pé, o quadril e o joelho, até a coluna. Ainda ressalta que para atletas, a chance de pequenas alterações se tornarem lesões é maior.

Parte fundamental do tratamento é a indicação da palmilha, que deve ser feita por profissionais da área, não por lojistas. Ela serve para evitar o movimento errôneo, corrigindo-o. “Eu digo que ela é uma fisioterapia constante, ela vai dar a informação necessária”, diz a profissional. Não existe tempo máximo para seu uso, a palmilha é usada até deixar de ter necessidade. Após os testes e o tratamento, há reavaliação dos pacientes.

Vandressa Lindemann, se despede do bate-papo da semana, diferenciado e ao vivo com os acompanhantes da página A Hora do Esporte, lembrando da importância da prevenção e do alcance dessas informações. Deseja: “mais pessoas bem informadas, entendendo bem o seu corpo, para diminuir o índice de lesões: prevenindo.”

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A Hora do Esporte

Tênis de mesa em alta

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Mesa tenista canoense Mauricio Weingartner. Foto: divulgação

Mesa tenista canoense Mauricio Weingartner. Foto: divulgação

O programa A Hora do Esporte, procurando diversificar cada vez mais os esportes trazidos para a coluna, traz, hoje, uma entrevista com Maurício Weingartner, atleta de tênis de mesa da SOGIPA, representante da AABB Canoas nos torneios do Banco do Brasil. Segundo ele, o tênis de mesa requer muita concentração e preparo físico. Além disso, Maurício ressalta a importância da estrutura de treinamento e, por isso, elogia seu clube.

  1. Você poderia falar um pouquinho sobre o esporte, sobre seus primeiros contatos com o mundo do tênis de mesa, suas primeiras experiências?

Desde pequeno eu jogava “Ping Pong” com o pessoal do meu bairro e sempre fui bem. Na faculdade eu continuei jogando e ganhando vários jogos.

  1. Quando o tênis de mesa ganhou tanto destaque na tua vida, a ponto de te levar a um clube, treinos e competições?

Posteriormente às primeiras experiências, em 2000, entrei no Banco do Brasil e passei a disputar torneios internos do estado, onde conheci Jorge Fanck, que me convidou para treinar na SOGIPA e me explicou mais regras. Me inscrevi ano passado, comecei a treinar e a jogar torneios da Federação Gaúcha de Tênis de Mesa.

  1. Você poderia falar um pouquinho sobre as competições que está participando, se competiu recentemente fora do estado?

No início do mês fiquei em 3º lugar no JERAB (Jornada Regional Esportiva das AABB’s),realizado no Paraná. Fui campeão do Rio Grande do Sul na JESAF (jornada esportiva dos funcionários do Banco do Brasil); e, em março, estarei competindo no torneio nacional, representando o estado.

  1. Como foi a competição de tênis de mesa nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro este ano? Você acompanhou ?

O Brasil foi muito bem, com o Hugo Calderano, de 20 anos, que está representando muito bem o país, inclusive na Europa. Com as Olimpíadas aqui no Brasil, o tênis de mesa cresceu bastante e a SOGIPA teve muitos inscritos esse ano.

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Canoenses no Terceiro Campeonato Internacional de Bochas Sulamericano

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Diego Brock Szcsepaniak, jogador do bocha, representa Canoas no Peru.

Diego Brock Szcsepaniak, jogador do bocha, representa Canoas no Peru.

A Hora do Esporte entrevistou Diego Brock Szcsepaniak, jogador de bocha que representará, no próximo dia 23, o Brasil, Canoas e o Clube Caça e Pesca em um campeonato internacional, no Peru. A conversa trouxe grandes surpresas, como a informação, desconhecida por muitos, de que o número de atletas filiados de bocha, no Rio Grande do Sul, só não é maior que o número de atletas de futebol.

OT: Para iniciar, você poderia falar um pouquinho sobre o esporte, sobre seus primeiros contatos com o mundo da bocha, suas primeiras experiências?

Diego: É um esporte milenar; os camponeses, antigamente, subiam os morros levando os rebanhos e uma de suas diversões era jogar pedras umas nas outras, e isso foi se aperfeiçoando. Comecei a jogar com meu pai e fui “pegando gosto”. Meu primeiro torneiro foi em 1994, mas foquei mesmo em 1999.

OT: Quando a bocha ganhou tanto destaque na tua vida, a ponto de te levar para fora do Brasil, assim como você irá para o Peru?

Diego: Ganhou destaque quando participei de clubes de maior tradição no esporte eu treinava muito e me sobressai. Hoje sou contratado do Cruzeiro, de Minas Gerais; já tive experiências no exterior, na América do Sul, principalmente.

OT: Você poderia falar um pouquinho sobre essa competição internacional e quais são as suas expectativas?

Diego: É a terceira oportunidade em que estou indo, ficamos em 2º lugar nos outros, e pra nós é muito relevante, pois faz parte do calendário oficial, então só os melhores são selecionados. Apesar de as regras terem mudado um pouco, estamos treinando muito, e temos chances reais.

OT: A bocha mostrou um papel importantíssimo na inclusão de atletas deficientes nas Paralimpíadas do Rio 2016 e mostrou potência nas Olimpíadas Rio 2016. Como você avalia a importância desse esporte, tanto para os atletas paralímpicos, quanto para os olímpicos?

Diego: A bocha só existe nas Paralimpíadas e eles são maravilhosos. Para as Olimpíadas, está garantida para 2024 e acredito que, com isso, o esporte dará um salto, pois terá mais apoio da mídia e atingirá o público mais jovem, que garante a renovação do esporte.

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A Hora do Esporte

Casca Sports: tecnologia aplicada ao esporte

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Atualmente, a tecnologia está sendo aplicada nas mais diversas áreas, e no esporte não poderia ser diferente. Os materiais esportivos têm foco na performance e a tecnologia é aplicada para o desenvolvimento dos melhores materiais. Uma das maiores preocupações dos fabricantes e dos atletas é com relação ao peso, conforto e resistência dos materiais, visando materiais mais leves, resistentes e confortáveis.

Alguns esportes, como o ciclismo, investem milhares de dólares em materiais mais leves, como a fibra de carbono. Quadros em fibra de carbono, componentes de titânio, estudo da biomecânica e diversas outras análises tornam o ciclismo um esporte alvo de grande investimento. Grandes marcas colocam suas bikes para serem testadas em túneis de vento, os mesmos que são testados peças de aviões, visando o produto mais aerodinâmico possível.

A Empresa gaúcha Casca Sports, que confecciona uniformes personalizados para equipes: camisetas de ciclismo, bermudas e bretelles, investe em descobertas tecnológicas sobre tecidos – é especializada em camisetas com proteção UV para crianças e adultos – para que seus clientes possam praticar seu esporte com máximo desempenho. Especializados em personalização, trabalham com sublimação em tecido Tecno-dry ou serigrafia em poliamida, o que garante extremo conforto, a certeza de um uniforme exclusivo e, além disso, não exigem pedido mínimo.

Contando com o apoio do programa A Hora do Esporte, a empresa está evoluindo, graças à importância destinada às inovações. A Casca Sports já começa a fazer suas primeiras exportações e logo estará vendendo para os grandes mercados mundiais, Estados Unidos e Austrália. Para mais informações, é só acessar o site: www.cascasports.com.

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