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21/02/2024
 

Comunidade

Mães questionam administração de interventora no Instituto Pestalozzi

Coordenadora Geral responde reclamações. “Hoje não existem mais informações privilegiadas”

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Instituto Pestalozzi. Foto: Bruno Lara/OT.

Instituto Pestalozzi. Foto: Bruno Lara/OT.

 

No auge dos seus 90 anos, o Instituto Pestalozzi de Canoas, que atualmente atende cerca de 180 deficientes, passa por tristes dias. Após uma intervenção da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi) no dia 14 de outubro de 2015, uma quebra de braços entre mães e a administração se instalou no município. A acusação das mães agora é quanto a problemas pontuais da atual gestão.

 

Tempo de intervenção

As mães em questão levantam do tempo da nomeação. Elas apontam que a gestão, que deveria ficar à frente da instituição por apenas 90 dias, se estendeu na administração. Elas consideram a nomeação de Edna Allegro para o cargo “duvidosa”.
Em resposta, Edna informou que “a diretoria da FENAPESTALOZZI entendeu ser devido o afastamento provisório da Diretoria eleita em 2014, pelos problemas apresentados e que também são de conhecimento público”. Disse enfatizando que esta é uma prática “relativamente comum” na Fenapestalozzi.
Informou, ainda, que “Durante a intervenção provisória o Conselho de Administração da FENAPESTALOZZI, entendeu que, a vista dos problemas encontrados, a intervenção deveria ser em definitivo, definindo o prazo de 180 dias, prorrogáveis enquanto todos os motivos que levaram ao afastamento da então diretoria não estivessem solucionados e resolvidos”.

 

Entrada dificultada

Para as reclamantes, que enviaram o documento intitulado “As mães do Instituto Pestalozzi Canoas pedem socorro!!!”, a interventora não permite a entrada dos pais, inclusive “fechando a porta de entrada principal”, apontam.
A interventora informou que os pais podem entrar e se dirigirem à secretaria. “O que não é permitido é que mães, pais e/ou cuidadores fiquem circulando pelas dependências, o que comprovadamente, causa transtornos inclusive para os próprios filhos que deixam de atender a professora ou querer fazer suas atividades porque a mãe está presente”, informou.

 

Acidentes e hematomas

Na reclamação, as mães citam eventos como “uma aluna que saiu do banheiro sem estar devidamente vestida” que circulou pela escola e um aluno fisicamente machucado, com hematomas pelo corpo.
“Temos boa parte de alunos que a qualquer momento podem surtar e terem ações agressivas, no caso do aluno que apareceu com hematomas, sua mãe permanece na escola o tempo todo e constantemente o retira antes do termino do horário, se ocorreu dentro da escola seria o caso dela ter feito o registro de imediato e não alguns dias depois. Só para registro esse mesmo aluno é constantemente contido em suas ações de violência, bate violentamente portas, janelas, arrebenta telas de proteção quebra objetos”, respondeu Allegro.

 

Mais problemas

Outra reivindicação é o lanche que não pode mais ser levado de casa. O grupo reclama que os alunos são “obrigados a comer apenas o oferecido pela escola”. Outro ponto citado foi o de que professores estão sendo obrigados a das banho, trocar fraldas e administrar medicamentos. Sobre estes pontos a administração não respondeu as perguntas, embora tenha enviado uma nota com seis páginas para este jornal.

 

Transporte problemático

Segundo estas mães, o transporte não funciona. “Só é observada a hora da entrada, a saída é por conta do horário que o motorista do transporte escolar municipal contratado (transporte é terceirizado) resolve fazer”, diz a nota.
Para a atual administração, “todos os transportes ofertados não são de responsabilidade da Pestalozzi e sim do poder público tanto da Prefeitura de Canoas quanto da Prefeitura de Nova Santa Rita”. Segundo a interventora, “foi estabelecido um horário mínimo de permanência nas salas de aula, sempre visando atender o que for melhor aos alunos e atendidos”.

 

Leia mais sobre Pestalozzi:

Federação afasta presidente do Pestalozzi Canoas e fala em dívida de mais de R$ 4 milhões

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Comunidade

Moradores da rua Rio de Janeiro reclamam de galhos caídos e buracos na via

Redação

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Moradores da rua Rio de Janeiro reclamam de galhos caídos e buracos na via – Foto: O Timoneiro

Após divulgação do Choque de Limpeza, realizado pela Prefeitura de Canoas desde a segunda-feira, 12, após temporal do dia 16 de janeiro, que provocou quedas de árvores, galhos e entulho pelas ruas da cidade, moradores da rua Rio de Janeiro, no bairro Mathias Velho, reclamam que o problema não foi resolvido na via.

Galhos caídos rua Rio de Janeiro - Foto: O Timoneiro

Galhos caídos rua Rio de Janeiro – Foto: O Timoneiro

De acordo com a Prefeitura, o serviço foi intensificado e até terça-feira, 13, foram 7.160 toneladas retiradas, o que representa cerca de 906 cargas de caminhão. A força-tarefa foi operada pelas Secretaria de Serviços Urbanos, Meio Ambiente e Obras, além das subprefeituras.

Reclamações de moradores

Moradora da rua há 34 anos, Elaine Lopes conta que a rua, que é uma das principais do bairro, está abandonada há muitos anos. “Nunca presenciei nenhum recapeamento de asfalto, que está cheio de remendos, além do mato que cresce em terrenos baldios e muito lixo”.

Buraco na rua Rio de Janeiro - Foto: O Timoneiro

Buraco na rua Rio de Janeiro – Foto: O Timoneiro

Ainda de acordo com a canoense, os galhos caídos no temporal ainda não foram removidos do local até o momento.

O que diz a Prefeitura

A reportagem de O Timoneiro entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura, que explicou que, a respeito dos entulhos, agentes da subprefeitura estão atuando no bairro e ainda “nesta semana devem remover os resíduos na Rio de Janeiro e em toda a ‘entrada’ da Mathias’”.

De acordo com a nota, estão no cronograma semanal: ruas São Paulo, Sarmento Leite, Itabaiana, D. Federal, Paraíba, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Padre Réus, Guaporé e Missões.

Leia também: Mais de 7 mil toneladas de entulho foram retiradas das ruas desde o temporal de janeiro
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Canoas decreta situação de emergência que permite o saque do FGTS pelos atingidos

Redação

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Canoas decreta situação de emergência que permite o saque do FGTS pelos atingidos - Foto: Thiago Guimarães

Após os danos causados pela tempestade com fortes ventos e granizo que atingiu a cidade na noite desta terça-feira, 16, o prefeito em exercício Nedy de Vargas Marques assinou o decreto que declara situação de emergência nível 2 no município.

O documento contou com o parecer do Escritório de Resiliência Climática (Eclima), emitido por meio da Defesa Civil. O Decreto nº30 de 2024 tem validade por até 180 dias.

“A previsão para hoje é muito séria e, por isso, assinei o decreto de emergência de nível 2, que é necessário para agirmos com mais celeridade afim de atender a população. Esperamos que Deus nos ajude e que os canoenses não sejam mais prejudicados, mas em caso de necessidade, estaremos preparados para socorrer aqueles que precisarem”, afirmou o prefeito em exercício Nedy de Vargas Marques ao lamentar que o forte temporal, que causou tantos estragos, atingiu principalmente a população mais humilde.

O evento climático causou danos à cidade e registrou tempestade severa com ventos que chegaram a 100km/h. A iniciativa permite, entre outras ações, o saque do FGTS pelos atingidos, assim que for homologado.

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Comunidade

TEMPORAL: destelhamentos, queda de árvores e alagamentos de ruas em diversos bairros de Canoas

Redação

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TEMPORAL: destelhamentos, queda de árvores e alagamentos de ruas em diversos bairros de Canoas

O forte temporal que atingiu Canoas na noite da terça-feira, 16, causou destelhamentos, queda de árvores e alagamentos de ruas em diversos bairros. As equipes do gabinete de crise, instalado hoje, estão percorrendo a cidade para desobstruir vias e auxiliar a população.

Há registro de destelhamento, queda de árvores e de fios no bairro Rio Branco. Também há ocorrências no Niterói e Fátima. O secretário adjunto do Escritório de Resiliência Climática (Eclima), Igor Sousa, informa que houve ventos superiores a 98 km/h.

“As subprefeituras estão abertas, atendendo as solicitações de lonas. As pessoas podem acessar esses locais. A Defesa Civil não está fazendo essa entrega no momento, pois está dando prioridade para os casos de resgate”, ressalta.

Temporal atinge bairros de Canoas

Temporal atinge bairros de Canoas

Além da Defesa Civil, Bombeiros, subprefeituras, Guarda Municipal (GM), agentes de trânsito e diversas secretarias estão nas ruas prestando atendimento. Famílias que necessitem sair de casa estão sendo encaminhadas a escolas e ginásios municipais, mas muitas não querem deixar as moradias.

Até a última atualização, 15 pessoas foram levadas para o Centro de Convivência do Idoso (CCI).

Ainda segundo o último aviso da RGE, há 150 mil pontos sem energia elétrica. Em alguns locais, o fornecimento foi cortado por medida de segurança. Com a falta de energia, o abastecimento de água também foi prejudicado.

A Corsan está trabalhando para restabelecer o fornecimento.

Última atualização dos índices pluviométricos

– Estância Velha – 29 mm
– Marechal Rondon – 75 mm
– Mathias Velho – 48.8 MM
– São Luis – 53.2 mm
– Niterói – 56.1 mm

Serviço

Casos de emergência relacionados à chuva, alagamentos, ventos ou granizo podem ser comunicados à Defesa Civil pelos telefones (51) 3476-3400 e (51) 99322-5764, assim como ao Corpo de Bombeiros pelo 193.

A Guarda Municipal de Canoas também está de prontidão nos telefones 153, (51) 32363888 ou pelo (51) 32363889. No Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), o contato é pelo WhatsApp: (51) 51 9301 4751.

A necessidade de sinalização devido à queda de árvores ou alagamentos deve ser comunicada à Diretoria de Trânsito, no número 156.

Pontos de apoio

Os ginásios da EMEF Paulo VI (av. Irineu Carvalho Braga, 2781, Fátima), Thiago Würth (av. Rio Grande Do Sul, 4240, Mathias Velho), da EMEF Santos Dumont (rua Arthur Bernardes, 654, Niterói), na EMEF Erna Würth no CAIC (Av. Dezessete de Abril, 430, Guajuviras) e no Centro Esportivo São Luís (rua Eng. Rebouças, 844, São Luís) estão à disposição para eventuais famílias desabrigadas ou desalojadas.

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