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05/05/2026
 

Geral

Estações Canoas E Mathias Velho recebem ações da campanha Agosto Lilás

Redação

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Estações Canoas E Mathias Velho recebem ações da campanha Agosto Lilás - Foto Beatriz SchleinigerTrensurb

Iniciaram na quinta-feira, 15, as intervenções nas estações da Trensurb alusivas ao Agosto Lilás, mês de proteção à mulher e conscientização e combate à violência de gênero.

As ações são resultado de uma parceria da empresa metroviária com a Fundação La Salle.

No primeiro dia de atividades, integrantes do Setor de Responsabilidade Social da Trensurb e a equipe da Fundação estiveram nas estações Canoas e Mathias Velho, abordando as usuárias do metrô e entregando materiais gráficos buscando conscientizá-las. Outras quatro estações devem receber ações similares até o fim do mês.

“Nessa intervenção social nós estamos abordando as mulheres nas estações para conscientizar pelo fim da violência”, explicou a psicóloga Karla Haack, coordenadora da atividade pela Fundação La Salle.

Incentivo para que mulheres peçam ajuda

A ação buscou incentivar que as mulheres reajam e peçam ajuda caso estejam passando por alguma forma de violência. Além disso, divulgou canais de atendimento importantes como os telefones 190, para casos de emergência, e o 180, da Central de Atendimento à Mulher.

Chefe do Setor de Responsabilidade Social da Trensurb, Aline Nunes avalia que “essa ação é muito importante, pois estamos aderindo ao Agosto Lilás com a parceria da Fundação La Salle, para auxílio e conscientização das mulheres”.

Conforme Aline, “elas precisam saber quais são os tipos de violência e em quais meios elas podem denunciar. E o alcance, com o público que a Trensurb tem, é essencial”.

As próximas intervenções serão nas estações Sapucaia (21/8, 8h30), São Leopoldo (27/8, 8h30), Novo Hamburgo (27/8, 13h30) e Esteio (29/8, 8h30, 13h30 e 17h).

Concurso literário

Além das intervenções nas estações, La Salle e Trensurb também realizam o concurso literário Caminho Lilás, com inscrições abertas até 15 de setembro.

O concurso é uma oportunidade para que a população compartilhe suas vozes sobre temas essenciais como “Ser Mulher” e “As Mulheres no Enfrentamento à Violência”, visando fortalecer a conscientização e o debate sobre a violência de gênero, promovendo uma cultura de respeito e equidade.

Os participantes podem submeter poemas, contos ou crônicas que abordam essas questões com sensibilidade e profundidade. Para se inscrever no concurso ou obter mais informações, acesse bit.ly/4bZf09u.

Trensurb contra a violência de gênero

Sistematicamente, a Trensurb participa de campanhas e atividades pela igualdade de gênero e pelo fim da violência contra as mulheres.

Em 2013, a empresa formou um grupo de trabalho com o objetivo de discutir e expandir, no ambiente da Trensurb, a promoção da igualdade de gênero e a prevenção e o combate a todas as formas de violência contra as mulheres.

No mesmo ano, a estatal aderiu ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, iniciativa do governo federal que busca promover a igualdade de oportunidades e de tratamento entre homens e mulheres, e diferentes raças e etnias por meio do desenvolvimento de novas concepções na gestão de pessoas e nas culturas organizacionais.

Em 2015, a empresa aderiu ao ElesPorElas e, em 2017, ao Comitê Gaúcho Impulsor desse movimento mundial da ONU Mulheres, que busca envolver toda a sociedade, inclusive os homens, na promoção da igualdade de gênero.

Em 2023, a empresa instituiu sua Política de Gênero, Raça e Diversidade e um Núcleo de Apoio à Diversidade.

No mesmo ano, aderiu à iniciativa Brasil Sem Misoginia, do Ministério das Mulheres, que busca envolver diversos setores em uma mobilização nacional para enfrentamento da misoginia enquanto raiz de todas as formas de violência contra as mulheres.

Policial

Justiça aceita denúncia do MP e torna três réus por mortes e desaparecimento da família Aguiar em Cachoeirinha

Redação

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A Justiça do Rio Grande do Sul aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réus, no início da noite de segunda-feira, 4, três investigados no caso do desaparecimento da família Aguiar, ocorrido há cerca de 100 dias. O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que responderá por oito crimes.

Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.

Além de Cristiano, também se tornaram réus a atual esposa dele, Milena Ruppental Domingues, e o irmão, Wagner Domingues Francisco.

As defesas de Cristiano e Milena informaram que ainda não tiveram acesso à íntegra do processo e que irão se manifestar posteriormente. Já a defesa de Wagner afirmou que as acusações divulgadas até o momento são unilaterais e não passaram pelo contraditório, pedindo cautela na formação de conclusões.

Acusações

Cristiano responde por dois feminicídios, referentes às mortes de Silvana e Dalmira, e por um homicídio qualificado, no caso de Isail. Também é acusado de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz. O Ministério Público pediu ainda a perda do cargo público e a suspensão do poder familiar. A acusação por falso testemunho, inicialmente apontada pela Polícia Civil, não foi mantida.

Milena é acusada de participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o Ministério Público, ela teria atuado no planejamento dos crimes, na criação de álibis e na manipulação de provas.

Wagner responde por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa.

Denúncia do Ministério Público

De acordo com o Ministério Público, Cristiano e Milena teriam agido por motivo torpe e mediante emboscada nos crimes contra Silvana e Dalmira. A acusação aponta que Milena não participou diretamente das mortes, mas teve envolvimento intelectual e organizacional.

Os dois também foram denunciados pelo homicídio qualificado de Isail e por furto de bens da residência de Silvana após o desaparecimento.

Ainda conforme o órgão, os três réus teriam atuado juntos na ocultação dos corpos e na alteração de provas para dificultar a investigação, o que fundamenta as acusações de fraude processual e associação criminosa.

Cristiano também responde por falsidade ideológica, por utilizar dados de terceiros na ativação de chips de celular.

Outros desdobramentos

O filho de Cristiano e Silvana está sob acompanhamento do Ministério Público e permanece com a avó paterna.

O Ministério Público recorreu da decisão que negou a prisão de Milena e Wagner. O pedido está em análise no Tribunal de Justiça.

Outros três investigados não foram denunciados por não terem, segundo o Ministério Público, participação direta nos fatos principais. Esses casos poderão ser tratados em processos separados.

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Policial

MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

Redação

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MPRS denuncia policial militar por homicídio, duplo feminicídio e desaparecimento de família Aguiar

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou nesta segunda-feira, 4, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, de 39 anos, por uma série de crimes graves ligados ao desaparecimento da família Aguiar, no fim de janeiro. Entre as acusações estão duplo feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáver, falsidade ideológica, fraude processual, furto, associação criminosa e abandono de incapaz.

Cristiano é ex-companheiro de Silvana de Aguiar e ex-genro de Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira German Aguiar, de 70. Os três seguem desaparecidos.

Segundo o Ministério Público, o crime contra Silvana teria ocorrido de forma premeditada, com emboscada dentro da própria residência. O órgão aponta ainda que a motivação estaria ligada a conflitos envolvendo a guarda do filho do casal e desentendimentos familiares.

O MP também pediu a perda do cargo público do policial e a declaração de incapacidade para exercer o poder familiar. Além disso, solicitou novas diligências sobre a guarda da criança, a atuação funcional do investigado e a quebra de dados bancários e telemáticos dos envolvidos.

Outros denunciados

A atual companheira de Cristiano, Milena Tainá Ruppenthal Domingues, de 28 anos, também foi denunciada. Ela responde por participação nos dois feminicídios e no homicídio qualificado, além de ocultação de cadáver, fraude processual, associação criminosa, furto e falso testemunho. Segundo o MP, ela teria ajudado a montar álibis e manipular provas antes e depois dos crimes.

O irmão do policial, Wagner Domingues Francisco, de 31 anos, foi denunciado por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa, por suposta participação na tentativa de esconder os corpos e dificultar a investigação.

O promotor Caio Isola de Aro afirmou que a atuação da companheira de Cristiano teria incluído conhecimento técnico para atrapalhar a coleta de provas. Ele destacou ainda a crueldade dos crimes.

Já a subprocuradora-geral Alessandra Bastian da Cunha afirmou que o Ministério Público seguirá atuando, junto com a Polícia Civil, para localizar os corpos das vítimas e dar uma resposta às famílias.

Investigação e indiciamentos

Cristiano está preso desde fevereiro e já havia sido indiciado pela Polícia Civil em abril por duplo homicídio, feminicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. A investigação aponta que as três vítimas foram mortas, mas os corpos ainda não foram encontrados. O policial e Silvana têm um filho de nove anos.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes foram cometidos de forma planejada e com tentativa de ocultação de provas. O delegado Anderson Spier afirmou que o suspeito teria matado o casal para encobrir o assassinato de Silvana.

A apuração indica que as mortes ocorreram em locais diferentes e em momentos distintos. Um veículo usado na ação também não foi localizado.

Outros investigados

Em relação a outros suspeitos, o Ministério Público decidiu adotar medidas diferentes conforme o grau de envolvimento. As mães do policial e da companheira tiveram parte das acusações arquivadas, mas podem responder por fraude processual em apuração separada.

Já um amigo do casal teve o caso arquivado em parte, com possibilidade de investigação específica por falso testemunho.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Um adolescente de 17 anos, com a identidade não divulgada, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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