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20/05/2024
 

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VIOLÊNCIA ESCOLAR: Ronda aborda racismo, bullying e outras infrações

Redação

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A Ronda Escolar, promovida pela Guarda Municipal (GM) de Canoas, abordou temas com objetivo de fortalecer o combate à violência escolar. O encontro, realizado em formato de palestra, ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Monteiro Lobato, no bairro Rio Branco, nesta segunda-feira, 27.

O projeto, que começou a ser implementado nas escolas municipais no ano passado, tratou dos seguintes temas, nesta tarde: racismo, bullying, além de outras infrações. De acordo com o coordenador da Ronda Escolar, Paulo Gonzaga, a iniciativa busca uma aproximação da Guarda Municipal com a comunidade escolar, para conscientizar os alunos sobre os tópicos abordados.

“Buscamos estabelecer um caminho de confiança, no qual a Guarda Municipal objetiva desenvolver ações de prevenção à violência escolar. Conforme dados analisados, o bullying ainda é o principal problema no âmbito da violência escolar. Por conta disso, a instituição, através da Ronda Escolar, e a Secretaria Municipal de Educação (SME), por meio do programa ‘É Tempo de Cuidar’, tem buscado a conscientização da necessidade da empatia das boas práticas de prevenção à violência no âmbito escolar”, explicou.

Durante esta semana, o cronograma da Guarda Municipal contempla outras edições do projeto. Entre amanhã (28) e quinta-feira (30), os encontros ocorrem, na parte da tarde, nas escolas municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Dr. Nelson Paim Terra, no bairro Rio Branco, e Carlos Drummond de Andrade, no bairro Guajuviras.

Violência escolar

A violência escolar pode ser considerada como os atos ou ações de comportamentos agressivos e antissociais, incluindo os conflitos interpessoais, danos ao patrimônio, atos criminosos, marginalizações, discriminações, entre outros praticados entre a comunidade escolar (alunos, professores, funcionários, familiares e estranhos à escola) no ambiente escolar.

Em caso de denúncias ou emergências, a comunidade canoense pode ligar pelo telefone 153 ou enviar mensagem de WhatsApp pelo número (51) 9 9930-14751.

 

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DESASTRE NO RS: Total de mortos sobe para 83; 111 estão desaparecidos

Redação

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DESASTRE NO RS: Total de mortos sobe para 83; 111 estão desaparecidos

Na manhã desta segunda-feira, 6, um boletim divulgado pela Defesa Civil apontou que o número de mortos em decorrências das chuvas e enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul subiu para 83. Ainda estão sendo investigadas outras 4 mortes, e há 111 desaparecidos e 276 pessoas feridas.

De acordo os dados da Defesa Civil, 141,3 mil pessoas estão fora de casa, sendo 19,3 mil em abrigos e 121,9 mil desalojadas (na casa de amigos ou familiares). Ao todo, 345dos 496 municípios do estado registraram algum tipo de problema, afetando 850  mil pessoas.

Risco de inundação extrema

O nível do Guaíba, em Porto Alegre, está quase 2,30 metros acima da cota de inundação. Em medição realizada às 5h15min desta segunda-feira, 6, o patamar estava em 5,26 metros. O limite para inundação é de 3 metros.

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DESASTRE NO RS: Número de mortes chega a 66; Jairo Jorge afirma que dois óbitos ocorreram em Canoas

Redação

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DESASTRE NO RS: Número de mortes chega a 66; Jairo Jorge afirma que dois óbitos ocorreram em Canoas

Um boletim divulgado pela Defesa Civil na manhã deste domingo, 5, confirmou 66 mortes no Rio Grande do Sul por conta das fortes chuvas que assolam o Estado desde o último sábado, 27.

Outros seis óbitos já confirmados estão sendo investigados
, para verificar se têm relação com a tragédia; o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, disse em entrevista a uma rádio gaúcha neste manhã que o município registrou duas mortes.

Em breve mais informações.

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Tragédia em Canoas deixa milhares de desabrigados e cena é de guerra

Redação

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Tragédia em Canoas deixa milhares desamparados e cena é de guerra

As chuvas começaram no sábado, 27, e praticamente não pararam mais no Rio Grande do Sul. Inicialmente, os pontos críticos vieram da região do Vales, da serra gaúcha e cidades do interior do Estado.

Ao todo, foram confirmadas 56 mortes e mais de 60 pessoas desaparecidas (dado subestimado de acordo com inúmeros relatos de parentes, amigos e vizinhos de vítimas de alagamentos, deslizamentos, desabamentos de casas…

Em Canoas o drama começou após a água transbordar do Rio Gravataí, na noite quinta-feira, e invadir a Av. Guilherme Schell em direção ao bairro Rio Branco. Nesta sexta-feira, 4, o temido fato do dique localizado no bairro Mathias Velho não suportar a pressão das águas aconteceu.

Desde então, mais de sete bairros tiveram que ser evacuados por pedido da Prefeitura de Canoas, mas nem todos conseguiram sair de suas casas tamanha altura das águas. Agora, o cenário é dramático, principalmente nas regiões dos bairros Rio Branco, Mato Grande, Mathias Velho, Niterói.

Há relatos de centenas de pessoas ilhadas e/ou em cima do telhado, e o resgate tem sido dividido entre forças municipais e de voluntários, inclusive de outras cidades. A dificuldade se concentra na necessidade de obter lanchas, barcos e jet-skis.

Acolhidos

Até o momento, mais de 7,5 mil pessoas nos abrigos da Prefeitura. Principais necessidades de doações são de produtos de higiene, limpeza e colchões.

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