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29/05/2024
 

Política

Jairo e Busato têm embates fortes em dois debates eleitorais

Redação

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A semana final do segundo turno das eleições para Prefeito de Canoas foi marcada por dois debates em emissoras de rádio. Na segunda-feira, 23, os candidatos Busato (PTB) e Jairo Jorge (PSD) se enfrentaram na Rádio Guaíba. Já na quarta-feira, 25, foi a vez dos candidatos terem seu embate na Rádio ABC. Um terceiro debate, este organizado pelo portal de Notícias G1, estava marcado para quinta-feira, 26, mas precisou ser cancelado devido ao candidato Busato ter testado positivo para infecção pelo novo coronavírus.

Em ambos os debates o tom subiu entre os dois oponentes. Busato expôs dados e documentos relativos a processos nos quais Jairo é réu. Dentre estes processos, Busato ressaltou que existem três na esfera criminal, nos quais Jairo responde como réu, sendo investigado pelo Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF). O candidato do PTB, nos dois debates, afirmou que o MPF pediu a prisão de Jairo Jorge, com pena mínima de 5 anos no processo criminal que é motivado pela contratação da empresa GSH para gerir o teleagendamento da saúde. No entendimento do MPF o contrato teria gerado um prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres municipais na área da saúde.

Polêmicas

Por outro lado, Jairo se defendeu, afirmando que vai provar na justiça sua inocência. O candidato do PSD disse ainda que outras prefeituras utilizaram a mesma tecnologia e formato na mesma época. O ex-prefeito em vários momentos deixou de responder questionamentos a respeito dos processos nos quais é réu, utilizando a estratégia de se dirigir ao ouvinte e dizer que está sofrendo ataques. No entanto, esta estratégia não impediu Busato de trazer à tona outros processos do ex-prefeito.

Dentre os processos citados nos debates, está a ação no qual Jairo foi condenado a reembolsar R$ 750 mil ao município por conta de irregularidades na merenda escolar. Ao ser questionado sobre o tema por Busato, Jairo afirmou também que a condenação em primeira instância será revertida na segunda instância.

Mobilidade urbana

Quando os debates entraram para a questão da mobilidade urbana, mas uma vez o clima esquentou e os candidatos se enfrentaram diretamente. Jairo Jorge afirmou que ainda pretende instalar o aeromóvel na cidade, através de uma parceria público-privada. Busato, por outro lado, afirmou que o sistema não é apropriado para a realidade de Canoas.

Segurança

Na segurança pública, mais embate. Busato questionou os gastos de mais de R$ 160 mil que o ex-prefeito tinha mensalmente com segurança pessoal. Jairo argumentou que quando assumiu a Prefeitura a cidade era muito perigosa e que, por isso, sofreu ameaças, o que, de acordo com ele, justificaria o valor investido.

Saúde

Da mesma forma, mais embate na área da Saúde. Jairo, que vinha afirmando que Busato fechou a UPA do Idoso, admitiu que a unidade foi transferida para o Centro, e embasou sua crítica no fato dela ter se tornado uma Clínica de Saúde do Idoso e não mais apenas pronto-atendimento. Mais uma vez, Busato rebateu, dizendo que UPA era apenas um nome dado pela gestão de Jairo, uma vez que, de acordo com o governo federal, UPAs são unidades que funcionam 24 horas, o que nunca foi o caso daquela. Ambos se atacaram, afirmando que durante o governo do oponente faltavam medicamentos na farmácia municipal.

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Enchente 2024 Canoas

Sessão da Câmara de Vereadores de Canoas é encerrada após protestos; assista ao vídeo

Redação

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Sessão da Câmara de Vereadores de Canoas é encerrada por conta de protestos

O Grande Expediente da da Câmara de Vereadores de Canoas da manhã desta terça-feira, 28, acabou antes da hora.

A Ordem do Dia tinha como pautas para votação única um requerimentos para que um representante da Corsan explanasse sobre o abastecimento de água na cidade e um Projeto de Lei sobre transporte coletivo.

Mas antes mesmo da sessão começar, dezenas de moradores dos bairros atingidos pela enchente em Canoas protestavam em frente à casa legislativa e também dentro da Câmara.

De acordo com a assessoria do legislativo canoense, “por questões de segurança e ânimos muito acirrados, para preservar a segurança de todos, servidores, vereadores e dos próprios presentes, a orientação foi encerrar a sessão”.

Tumulto e bloqueio da via

A rua Ipiranga foi bloqueada pelos manifestantes que reclamavam da demora para escoamento das águas em suas residências. A Brigada Militar e Guarda Municipal acompanham de perto toda a movimentação.

Assista ao vídeo

 

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ENCHENTE RS

Governo gaúcho tem dez dias para explicar mudança em código ambiental

Redação

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de dez dias para que o governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa gaúcha esclareçam as mudanças realizadas no Código Estadual do Meio Ambiente para flexibilizar regras ambientais.

Fachin também enviou a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre o assunto para julgamento de mérito no plenário do Supremo, adotando assim rito sumário para avaliação. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) terão cinco dias para se manifestar, após os esclarecimento das autoridades gaúchas.

A ação foi aberta pelo Partido Verde (PV). A sigla argumenta que as alterações, que foram sancionadas pelo governador Eduardo Leite em 9 de abril, tiveram o objetivo de flexibilizar as regras ambientais de modo a permitir a construção de reservatórios e outras intervenções, como a derrubada da vegetação nativa em áreas de proteção permanente (APAs).

O PV alega ter havido retrocesso ambiental, o que é vedado pelo Constituição, bem como que as mudanças na lei promoveram a “continuidade empírica da devastação no Rio Grande do Sul”.

A ADI foi proposta no contexto da tragédia ambiental que atinge o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, quando fortes chuvas começaram a cair no estado, causando enxurradas e inundações. Até o momento, foram confirmadas 163 mortes e bairros inteiros em diversos municípios permanecem submersos.

Na decisão em que adotou o rito sumário para a ADI, assinada na última segunda-feira, 20, Fachin escreveu que se trata de “matéria apresentada pelo partido [que] ostenta nítida relevância e possui especial significado para a ordem social e para a segurança jurídica”.

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Política

Pedido de abertura do processo de impeachment de Jairo Jorge é rejeitado na Câmara

Redação

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Pedido de abertura do processo de impeachment de Jairo Jorge é negado na Câmara

Durante sessão ordinária na Câmara de Vereadores de Canoas, desta terça-feira, 21, uma denúncia pedindo a abertura do processo de impeachment do prefeito Jairo Jorge por “infração político-administrativa”, assinada pelo advogado Rodrigo Schimdt da Silva, foi incluída na Ordem do Dia.

Durante a votação, vereadores que defenderam a abertura do processo de impeachment citaram negligência do prefeito por falta ou demora nos avisos de evacuação de alguns bairros alagados em Canoas e do Hospital de Pronto Socorro na maior enchente da história da cidade.

Alguns dos vereadores que se mostraram contrários à denúncia alegaram que “o momento é de união e não de encontrar culpados”.

Não passou

Ao final da votação, foram 11 votos contrários e 7 a favor, com a abstenção do vereador Jefferson Otto – por parentesco com Jairo Jorge -, do presidente da Casa, Cris Moraes e de Gilson Oliveira.

Veja como votaram os vereadores canoenses 

Pedido de abertura do processo de impeachment de Jairo Jorge é negado na Câmara

Painel de votação

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