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11/05/2026
 

Educação

Crianças se divertem com o clima de Páscoa na EMEI Olga Ronchetti

Redação

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Crianças se divertem com o clima de Páscoa na EMEI Olga Ronchetti

Uma série de atividades lúdicas está sendo desenvolvida ao longo da semana com os 159 alunos assistidos pela Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Olga Ronchetti, no bairro Guajuviras. Pegadas espalhadas pelo chão, decoração de bolachas, Toca do Coelhinho na recepção, entrega de pacotinhos e a famosa caça ao ninho vêm fazendo a alegria da criançada.

As diferentes ações foram pensadas de acordo com a faixa etária das crianças, que compreende de quatro meses de vida a cinco anos e 11 meses.

“Trabalhar a Páscoa com as crianças é muito gratificante, pois aborda a solidariedade, o amor e a união. Aqui na escola, todo mundo pegou junto para que esse trabalho fosse bem significativo, ajudando na imaginação das crianças e promovendo tudo isso que a Páscoa representa hoje para nós, adultos”, disse a diretora da EMEI Olga Ronchetti, Natália Crippa.

Os baixinhos da turma do Maternal 2, com idades de três para quatro anos, participaram de uma aula de culinária na tarde da quarta-feira, 16. O pequeno Ícaro Florentino, 4, aprovou a atividade desenvolvida no refeitório.

“Foi muito bom e eu já comi. Eu gosto de vir para cá”, disse após rechear e decorar uma bolacha amanteigada. Para os alunos de turmas com crianças de idade inferior, os pais receberam pequenos mimos confeccionados pelas equipes da EMEI.

Uma outra atividade que fez sucesso entre os alunos foi a caça ao ninho, tradicional brincadeira em que os participantes foram procurando seus presentinhos que estavam espalhados pelo pátio da instituição de ensino. Os pais doaram as guloseimas para a montagem dos pacotinhos.

As turmas de Jardim 2 e do Maternal 2 também estudaram alguns dos símbolos da Páscoa. Além disso, um coelho de verdade foi apresentado e recebeu o carinho das crianças cheias de curiosidade. Programações semelhantes alusivas à Páscoa foram desenvolvidas por equipes de outras EMEIs e EMEFs da rede de ensino de Canoas.

Educação

Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

Redação

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A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.

Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.

“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.

“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.

Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.

A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.

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Educação

Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Redação

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Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.

No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.

Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.

Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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Educação

Professores rejeitam proposta de reajuste salarial e aprovam paralisação em São Leopoldo

Redação

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Crédito: Divulgação/Ceprol

A assembleia geral do Centro dos Professores Municipais de São Leopoldo (Ceprol), realizada na noite de segunda-feira, 4, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gusmão Britto, rejeitou pela segunda vez a proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura. No encontro, a categoria também aprovou uma contraproposta e definiu um calendário de mobilizações, incluindo paralisação das atividades escolares.

A proposta do governo municipal, liderado pelo prefeito Heliomar Franco (PL), previa reposição inflacionária de 3,77%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), dividida em parcelas. O mesmo índice já havia sido recusado anteriormente pela comissão de negociação e voltou a ser apresentado sem alterações, o que motivou nova rejeição por parte dos professores.

Segundo o Ceprol, a avaliação da categoria é de que o reajuste não contempla as perdas acumuladas nem atende às reivindicações de valorização profissional. A entidade também aponta falta de avanço nas negociações com o Executivo.

No mesmo dia da assembleia, ocorreu uma reunião entre representantes do sindicato e do governo municipal. Na ocasião, a proposta foi reapresentada com a divisão do reajuste em duas etapas: 1,89% a partir de abril e 1,88% em outubro, com pagamento de retroativo previsto para dezembro. O programa de alimentação também teria reajuste de 3,77%, com acréscimo de R$ 29,85. Não houve proposta apresentada para o plano de saúde dos servidores.

Diante disso, os professores aprovaram uma contraproposta que prevê reajuste de 7,1%, índice ligado ao Fundeb, tanto nos salários quanto no auxílio alimentação. A categoria também defende a criação de um plano de saúde com participação da Prefeitura.

Além das pautas salariais, a assembleia definiu ações de mobilização. Entre elas, o uso da tribuna na Câmara de Vereadores no dia 12 de maio, quando representantes devem levar as reivindicações aos parlamentares, e a paralisação das atividades nas escolas municipais no dia 13 de maio.

Também foi aprovada uma campanha de valorização da categoria, com ações voltadas à comunidade escolar e à população em geral.

A Prefeitura mantém a proposta baseada no INPC e afirma que a medida segue os limites orçamentários do município. Já o Ceprol sustenta que há espaço para avanço nas negociações, especialmente com recursos vinculados à educação.

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