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12/04/2026
 

Saúde

Canoas passa dos 7,7 mil casos de dengue em 2024

Redação

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Canoas registra primeira morte por dengue; notificações de casos se aproximam de 1.500

O município de Canoas já registrou 7.709 casos de dengue desde o dia 1º de janeiro. A informação está em boletim do setor de epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde com data de 18 de julho.

Foram 2.330 casos novos em 49 dias. Um a cada 45 canoenses teve a doença apenas neste ano.

Ao se comparar na proporção, Canoas tem mais casos que a capital gaúcha. Porto Alegre, em dados de terça-feira, 23, divulgou o registro de 10.279 casos de dengue. Como a cidade tem mais de 1,3 milhão de pessoas, isso significa que apenas um em cada 129 portoalegrenses pegaram a doença.

Dessa forma, é possível afirmar que, em Canoas, a taxa de infecção é quase três vezes maior.

De todos os casos registrados, continuam sendo apenas 10 os importados – ou seja, aqueles contraídos fora da cidade. Os outros 7.699 ocorreram dentro de Canoas, sendo considerados autóctones.

Casos por bairro

  • Estância Velha: 1.664 casos
  • Guajuviras: 1510 casos autóctones e 2 importados
  • Niteroi: 910 casos autóctones e 2 importados
  • Mathias Velho: 742 casos
  • Harmonia: 619 casos
  • Nossa Senhora das Graças: 448 casos autóctones e 2 casos importados
  • Rio Branco: 464 casos
  • Olaria: 383 casos
  • Igara: 274 casos
  • Marechal Rondon: 152 casos autóctones e 2 importados
  • Fátima: 151 casos
  • Mato Grande: 124 casos
  • São José: 124 casos autóctones e 1 caso importado
  • Centro: 91 casos autóctones e 1 caso importado
  • São Luís: 36 casos
  • Brigadeira: 7 casos

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas (Dados atualizados dia 18 de julho, às 9 horas, sujeito a alterações)

Saúde

Reabertura do HPS de Canoas é adiada para junho de 2027, após atrasos nas obras

Redação

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Hospital de Pronto Socorro de Canoas tem previsão de reabertura parcial para final de setembro

De acordo com informações divulgadas pelo portal GZH na manhã desta sexta-feira, 10, a reabertura do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas deve ocorrer apenas a partir de junho de 2027.

O novo prazo está ligado à segunda fase das obras de recuperação da unidade, que sofreu danos durante a enchente de maio de 2024. A previsão inicial indicava a retomada das atividades em dezembro de 2026, mas o cronograma foi revisado.

Segundo o texto, o município divulgou edital para contratar a empresa responsável pelo projeto e pela execução das obras. A abertura das propostas está marcada para o dia 22 de abril. Caso não haja recursos administrativos ou questionamentos judiciais, a assinatura do contrato pode ocorrer no início do segundo semestre.

Conforme o edital, o prazo estimado para conclusão da reforma é de 12 meses, com entrega prevista para junho de 2027. O contrato com a empresa vencedora terá vigência de 18 meses.

Entre as intervenções previstas estão a recuperação da cobertura, substituição de revestimentos, melhorias nas casas de máquinas e reservatórios, além de adequações nos sistemas elétrico e hidrossanitário, instalação de climatização, pintura e serviços de paisagismo. O investimento pode chegar a R$ 10,13 milhões.

Após a conclusão das obras, ainda será necessária a compra de móveis e equipamentos médicos. Em setembro de 2024, a prefeitura suspendeu o processo de aquisição desses itens. Até o momento, não há definição sobre quando o hospital voltará a operar plenamente.

Procurada pela reportagem do Jornal O Timoneiro, a prefeitura de Canoas informou que em breve enviará uma nota sobre o assunto.

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Saúde

Casos graves de influenza quase dobram no Brasil em comparação a 2025

Redação

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Levantamento aponta que a temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com maior intensidade em 2026. Dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em análises laboratoriais, indicam que os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março na comparação com o mesmo período de 2025.

Neste ano, foram registrados 3.584 casos, contra 1.838 no ano passado. As informações reforçam o cenário de aumento na circulação de vírus respiratórios no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios nesse intervalo. Ao todo, o Brasil soma cerca de 14 mil casos de SRAG até meados de março.

O avanço antecipado da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência devido ao aumento das doenças respiratórias.

Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios. O virologista Anderson Brito explica:

“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”

Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação das autoridades de saúde é a vacinação. O governo federal antecipou a campanha de imunização em 2026, com meta de vacinar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas.

Estão entre os grupos prioritários crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades.

A infectologista Miriam Dalben faz um alerta sobre a gravidade da doença:

“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”

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Saúde

Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.

Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.

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