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21/04/2026
 

Saúde

Farmacêutica lista os remédios mais consumidos pelos gaúchos no inverno

Redação

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Farmacêutica lista os remédios mais consumidos pelos gaúchos no inverno

A Cimed, terceira maior farmacêutica em volume de vendas do Brasil, faturou R$ 6,7 milhões no Rio Grande do Sul com as vendas de medicamentos para gripe, em 2023. O Cimegripe é líder de consumo pelos gaúchos, com R$ 2,9 milhões vendidos, seguido das pastilhas para garganta Ciflogex (R$1,5 milhão) e Loratamed (R$1,3 milhão), que pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como anti-histamínicos, que ajudam a reduzir os sintomas da alergia.

Os medicamentos Aceviton (R$ 505 mil), Ambroxmel (R$158 mil), Narix (R$ 117 mil), Fexx (R$ 66 mil) e Alergomine (R$ 28 mil) completam a lista dos mais vendidos no Rio Grande do Sul. Para 2024, a Cimed estima que as vendas desse tipo de produto seja 10% maior do que em 2023.

A empresa está com seu portfólio de medicamentos preparado para o inverno. Apesar das altas temperaturas que marcaram o outono, historicamente a farmacêutica se programa com meses de antecedência para a chegada da temporada mais fria, armazenando insumos para a fabricação desses tipos de medicamentos.

A maioria do portfólio, como antigripais, além de remédios para dor, inflamação e antialérgicos, fazem parte da categoria que não exige prescrição médica.

No último ano, o faturamento dos medicamentos da linha de inverno atingiu em todo país, aproximadamente, R$ 500 milhões, com um total de mais de 75 milhões de unidades vendidas. As principais categorias de medicamentos mais vendidos durante a época do inverno foram os antigripais, representando 7,1% do faturamento total, seguidos por medicamentos para dor e inflamação com 6,9% e antialérgicos com 5,3%.

“Estamos dedicados a ampliar nossa produção de medicamentos de inverno para assegurar que nossos clientes tenham acesso aos produtos necessários para cuidar da saúde durante a estação mais fria do ano. Mesmo em locais onde as temperaturas possam estar mais altas do que o esperado para este período, é fundamental que todas as farmácias estejam devidamente abastecidas para atender a demanda quando o inverno rigoroso chegar.” comentou Adibe Marques, diretor comercial da Cimed.

Saúde

Rio Grande do Sul confirma primeiro óbito por dengue em 2026

Redação

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Foto: Freepik

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou na sexta-feira, 17, o primeiro óbito por dengue no Rio Grande do Sul em 2026. A vítima, um idoso de 83 anos com histórico de comorbidades, era residente do município de Jacutinga, na região Norte. O falecimento ocorreu no dia 15 de abril.

Dados Epidemiológicos

Até o momento, o estado registra 596 casos confirmados da doença. O índice atual representa uma queda em comparação ao mesmo período de 2025, quando o balanço somava 20.573 casos e 13 óbitos.

Protocolo de Atendimento

As autoridades de saúde recomendam que indivíduos que apresentem sintomas como febre alta, dores de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, náuseas ou manchas vermelhas na pele busquem as unidades de saúde. O diagnóstico precoce é indicado para monitorar a evolução do quadro e evitar complicações.

Imunização

As doses contra a dengue estão disponíveis na rede municipal de saúde. O público-alvo atual abrange:
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos;
Idosos;
Gestantes;
Pessoas com comorbidades.
Para o atendimento, é necessária a apresentação do cartão do SUS e do documento de vacinação.

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Saúde

Realizada atualização cadastral no HU para mutirão de consultas, exames e procedimentos

Redação

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Foto: Bruno Ourique

Pacientes que aguardam atendimento no Hospital Universitário de Canoas (HU) participaram, no último final de semana, de uma ação de recadastramento promovida na unidade.

A iniciativa teve como objetivo atualizar dados como telefone e endereço dos usuários, com a intenção de facilitar o contato à medida que avançam os mutirões de consultas, exames e cirurgias.

A atividade foi realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e busca reorganizar as filas de espera, além de garantir que os pacientes possam ser localizados com mais agilidade quando houver o chamado para atendimento.

De acordo com o diretor técnico do HU, Fernando Farias, a atualização cadastral é fundamental para dar andamento aos atendimentos represados:

“Estamos enfatizando muito a necessidade de atualização, porque quando o cadastro está correto, facilita o contato. Muitos pacientes não são encontrados, o que acaba gerando vagas ociosas e prejudicando quem está na fila aguardando atendimento”.

A superintendente da Associação Saúde em Movimento (ASM), Dra. Tatiane Pacheco, destacou que o mutirão é uma oportunidade para retomar o vínculo com os pacientes:

“Estamos realizando um mutirão de recadastramento das filas, e é muito importante que as pessoas tragam documento de identidade, comprovante de endereço e telefone atualizado. A proposta é promover o reencontro do paciente com o hospital, para que, após o recadastramento, ele possa ser contatado para a marcação de consultas, exames e, se necessário, cirurgia”, afirmou.

Entre os participantes da ação, o aposentado Adão Gonçalves, de 73 anos, morador do bairro Jardim do Lago, destacou a expectativa por atendimento e elogiou a iniciativa. Ele aguarda desde janeiro de 2025 por um exame de eletroneuromiografia, realizado exclusivamente no local.

“Eu espero que agora saia do papel. Fui muito bem atendido, cheguei e já me encaminharam direto. Já consegui atualizar meus dados e reencaminhar o exame”, contou. Adão também ressaltou a importância da atualização cadastral: “Meu telefone estava desatualizado, fazia tempo que eu não vinha aqui. Hoje consegui corrigir. O atendimento foi rápido, estou admirado”, relatou.

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Saúde

RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

Redação

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O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.

No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.

Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.

“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.

Abastecimento contínuo

Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.

Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.

Público-alvo da vacinação

A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:

idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.

Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.

Cenário da doença

A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.

Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.

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