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03/06/2026
 

Geral

Níveis das cheias do Rio dos Sinos e do Rio Gravataí começaram a baixar nas áreas afetadas

Redação

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Níveis da cheia do Rio dos Sinos e do Rio Gravataí começaram a baixar nas áreas afetadas – Foto: Defesa Civil

Os níveis da cheia da bacia do Rio dos Sinos e do Rio Gravataí começaram a baixar desde o final de semana. Em vistoria rotineira da Defesa Civil de Canoas, na manhã de segunda-feira, 27, os agentes já encontraram moradores acessando suas residências.

O número de pessoas fora de casa também caiu significativamente, de 173 pessoas para 32, no período.

De acordo com o Escritório de Resiliência Climática de Canoas (Eclima), em todos os locais atingidos, os volumes diminuíram desde o fim da tarde de sexta-feira, 24.

Apenas restam áreas da Praia do Paquetá e da rua da Barca com residências alagadas. A Defesa Civil já está mobilizada para a realização de ações humanitárias nesta semana em auxílio aos canoenses afetados.

Região do Paquetá

“A região do Paquetá já está com a via de acesso liberada e com possibilidade de ingresso em algumas casas. Nas margens da BR-448, o pessoal já voltou também, na rua da Barca permanecem quatro pessoas no viaduto e na Berto Círio e Hermes da Fonseca também baixou a água. Somente alguns moradores da Fazendinha seguem no ginásio da escola Thiago Würth. Não há mais ninguém no salão da Paróquia no bairro São Luís”, resume o secretário adjunto do Eclima e coordenador da Defesa Civil, Igor Sousa.

1,8 mil canoenses afetados

Os altos volumes de chuva no mês de novembro resultaram em diversos transtornos na cidade. Segundo balanço da Defesa Civil, a inundação afetou 450 residências, o que corresponde a cerca de 1,8 mil canoenses afetados.

Na manhã desta segunda, somente 32 desalojados ainda recebiam algum tipo de assistência da Prefeitura. Deste total, 28 pessoas seguiam no ginásio da Escola Thiago Würth e outras quatro optaram por ainda permanecer instalados no viaduto da BR-448.

Com o transbordo dos rios Gravataí e do Sinos, as regiões mais afetadas foram as áreas ribeirinhas da Praia do Paquetá, rua da Barca e Fazendinha, no bairro Mato Grande; ruas Berto Círio e Onofre Pires, no São Luís; rua Hermes da Fonseca, no bairro Rio Branco; e a rua General Sebastião Barreto, no bairro Niterói.

Veja também: VÍDEO: Resgate das famílias em Canoas

Policial

Mulher de 27 anos é morta a tiros em frente de casa em Santo Ângelo

Redação

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Uma mulher de 27 anos foi morta a tiros na noite de terça-feira, 2, em Santo Ângelo, na Região das Missões. O crime ocorreu por volta das 19h40, na Rua do Retiro, no bairro Santa Fé.

Segundo informações da Brigada Militar, a vítima estava em frente à residência quando dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. De acordo com o relato policial, o passageiro do veículo efetuou diversos disparos contra a mulher.

Após o ataque, os suspeitos fugiram e não foram localizados. A vítima morreu no local.

A área foi isolada para o trabalho da perícia, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. A identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades. Conforme informações da polícia, ela não possuía antecedentes criminais.

Até o momento, não há informações sobre a identidade dos suspeitos nem sobre a motivação do homicídio. A Polícia Civil realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelo ataque.

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Policial

Operação Penhor prende 20 suspeitos e mira esquema de tráfico de armas na Região Metropolitana

Redação

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira, 2, a Operação Penhor, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro e outros crimes. A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (2ª DIN), do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc), e integra a Operação Narke VI, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Ao todo, foram cumpridas 94 medidas cautelares em municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre. Entre as ordens judiciais estão 24 mandados de prisão preventiva, 22 mandados de busca e apreensão, 36 sequestros de veículos, dois sequestros de imóveis e o bloqueio de dez contas bancárias.

Segundo a Polícia Civil, a organização investigada atuava principalmente em Porto Alegre, Gravataí, Cachoeirinha e Cidreira. Até o momento, 20 pessoas foram presas. Também foram apreendidos R$ 30 mil em dinheiro, oito veículos, uma moto aquática e três armas de fogo.

As investigações começaram após informações sobre a atuação de suspeitos envolvidos no comércio clandestino de armas na Região Metropolitana, especialmente em Cachoeirinha e Gravataí.

De acordo com a polícia, as apurações identificaram uma estrutura criminosa organizada, com divisão de funções entre os integrantes, responsável pela aquisição, armazenamento, transporte e negociação de armas e munições. O material seria destinado ao abastecimento de uma organização criminosa com atuação na região do Vale dos Sinos.

Conforme o delegado Wesley Lopes, responsável pela investigação, o grupo também utilizava operadores financeiros, empresas e terceiros para ocultar a origem dos recursos obtidos com as atividades ilegais.

“As apurações demonstraram que o grupo utilizava operadores financeiros, interpostas pessoas e empresas formalmente constituídas para ocultar e dissimular valores provenientes das atividades ilícitas, evidenciando uma estrutura voltada à lavagem de capitais e à manutenção financeira da organização criminosa”, afirmou.

O nome da operação faz referência a um diálogo interceptado durante as investigações. Segundo a Polícia Civil, uma das lideranças do grupo demonstrou insatisfação com a cobrança de valores relacionados ao penhor de uma arma de fogo entre integrantes da própria organização, evidenciando a circulação clandestina de armamentos.

As diligências seguem em andamento para localizar investigados considerados foragidos, além de aprofundar a análise patrimonial e financeira dos envolvidos.

Para o delegado Wesley Lopes, a investigação revelou não apenas a atuação do grupo no comércio ilegal de armas, mas também mecanismos estruturados de ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro. Segundo ele, as medidas de bloqueio e sequestro de bens têm como objetivo enfraquecer a capacidade financeira e operacional da organização criminosa.

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Policial

Homem é preso após agredir companheira e ameaçar guardas municipais em Estância Velha

Redação

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Um homem foi preso em flagrante na madrugada de domingo, 31, após agredir a companheira, impedir que ela deixasse a residência e ameaçar agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) em Estância Velha, no Vale do Sinos.

A ocorrência foi registrada por volta das 4h, no bairro União. Conforme relato da vítima aos guardas municipais, as agressões ocorreram após uma discussão motivada por ciúmes. Segundo o depoimento, o suspeito a segurou pelo pescoço e pelos pulsos, provocando lesões aparentes.

Ainda de acordo com a vítima, após as agressões o homem impediu que ela saísse da residência para buscar abrigo na casa da mãe. Para isso, teria retirado as chaves do veículo e o telefone celular da mulher.

Durante o atendimento da ocorrência, o suspeito passou a desacatar os agentes da GCM. Ao receber voz de prisão, ele também teria feito ameaças contra os guardas, sendo necessária a contenção física devido à resistência apresentada.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo, onde foi autuado em flagrante por lesão corporal no contexto da Lei Maria da Penha e por ameaça. Após os procedimentos legais, ele foi conduzido ao sistema prisional.

Segundo a Guarda Municipal, a vítima manifestou interesse em receber acompanhamento especializado e passará a ser assistida pela Patrulha Mulheres Protegidas, programa voltado ao acolhimento e à proteção de mulheres em situação de violência doméstica.

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