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12/07/2026
 

Saúde

Canoas passa dos 7,7 mil casos de dengue em 2024

Redação

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Canoas registra primeira morte por dengue; notificações de casos se aproximam de 1.500

O município de Canoas já registrou 7.709 casos de dengue desde o dia 1º de janeiro. A informação está em boletim do setor de epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde com data de 18 de julho.

Foram 2.330 casos novos em 49 dias. Um a cada 45 canoenses teve a doença apenas neste ano.

Ao se comparar na proporção, Canoas tem mais casos que a capital gaúcha. Porto Alegre, em dados de terça-feira, 23, divulgou o registro de 10.279 casos de dengue. Como a cidade tem mais de 1,3 milhão de pessoas, isso significa que apenas um em cada 129 portoalegrenses pegaram a doença.

Dessa forma, é possível afirmar que, em Canoas, a taxa de infecção é quase três vezes maior.

De todos os casos registrados, continuam sendo apenas 10 os importados – ou seja, aqueles contraídos fora da cidade. Os outros 7.699 ocorreram dentro de Canoas, sendo considerados autóctones.

Casos por bairro

  • Estância Velha: 1.664 casos
  • Guajuviras: 1510 casos autóctones e 2 importados
  • Niteroi: 910 casos autóctones e 2 importados
  • Mathias Velho: 742 casos
  • Harmonia: 619 casos
  • Nossa Senhora das Graças: 448 casos autóctones e 2 casos importados
  • Rio Branco: 464 casos
  • Olaria: 383 casos
  • Igara: 274 casos
  • Marechal Rondon: 152 casos autóctones e 2 importados
  • Fátima: 151 casos
  • Mato Grande: 124 casos
  • São José: 124 casos autóctones e 1 caso importado
  • Centro: 91 casos autóctones e 1 caso importado
  • São Luís: 36 casos
  • Brigadeira: 7 casos

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas (Dados atualizados dia 18 de julho, às 9 horas, sujeito a alterações)

Saúde

Anvisa apreende lotes falsificados do Mounjaro e proíbe venda de produtos sem registro

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira, 10, a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro. A medida foi adotada após a empresa responsável pelo registro do produto identificar no mercado unidades com características diferentes das encontradas no medicamento original.

De acordo com a Anvisa, os lotes que não podem ser comercializados, distribuídos ou utilizados são:

Mounjaro 10 mg: lote 855044;

Mounjaro 15 mg: lotes D880403, MJR 257 e D854901.

Entre as irregularidades identificadas estão a utilização de lotes que não são reconhecidos pela fabricante, casos de numeração serial incompatível com o lote informado, dispositivos diferentes do modelo original e erro de grafia na embalagem. Em um dos lotes, a palavra “solution” foi substituída por “soluction” na rotulagem.

Anvisa também proíbe produtos sem registro

A agência também determinou a apreensão de medicamentos e produtos sem registro, notificação ou cadastro junto à Anvisa. A medida envolve itens fabricados por empresas sem Autorização de Funcionamento e impede a venda, distribuição, fabricação, divulgação e uso desses produtos.

Entre os produtos afetados estão todos os lotes fabricados pela empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. ME (CNPJ: 12.316.032/0001-80):

Dia Forte Lótus Nutri;

Tribulus Terrestris com Maca Natumix;

Amora Branca Natumix;

Sucupira Natumix;

Espinheira Santa Natumix;

Mounjaro Natumix;

Ora Pro Nóbis Natumix;

Ozempic Natural Natumix.

A mesma determinação foi aplicada aos produtos fabricados pela empresa Bálsamos Jes Suplemento Natural Ltda. (CNPJ: 48.244.369/0001-76). A lista inclui:

Calm Je’s;

Lipo Je’s;

Bálsamo Je’s Algas Marinhas;

Cura Je’s;

Milagroso;

Liberta Álcool Je’s;

Virtuosa Je’s;

Ouvido Bem Je’s;

Bálsamo Je’s Colmavit 2.

A resolução da Anvisa também alcança o produto Mega Viril Lótus Nutri, fabricado pela empresa Muwiz Indústria e Laboratório Ltda. (CNPJ: 08.787.804/0001-94).

A agência reforça que consumidores que encontrarem esses produtos devem evitar o uso e comunicar a ocorrência aos canais oficiais de fiscalização.

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Saúde

Saiba o que diz o alerta epidemiológico sobre a prevenção da influenza nas escolas de Canoas

Redação

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A Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Canoas emitiu, na quinta-feira, 9, um alerta epidemiológico com orientações para que escolas municipais, estaduais e particulares reforcem as medidas de prevenção e controle de doenças respiratórias durante o período de inverno.

A iniciativa ocorre em meio ao aumento dos casos de influenza no Rio Grande do Sul. Conforme dados do Painel de Hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) da Secretaria Estadual da Saúde, o Estado registrou, em 2026, 1.845 internações relacionadas à influenza. Desse total, 562 ocorreram na Região Metropolitana. Cerca de 24,6% dos pacientes hospitalizados precisaram de atendimento em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Até o momento, foram contabilizados 168 óbitos.

O documento orienta que estudantes, professores e demais trabalhadores da educação procurem atendimento médico ao apresentarem sintomas compatíveis com influenza e sigam as recomendações dos profissionais de saúde. Também determina que as instituições de ensino comuniquem à Vigilância em Saúde qualquer aumento inesperado de casos de síndrome gripal entre alunos ou funcionários.

Entre as medidas recomendadas às escolas estão a manutenção de ambientes ventilados, o reforço da limpeza e desinfecção de superfícies e objetos de uso compartilhado, a higiene frequente das mãos, a adoção da etiqueta respiratória e o uso de máscaras quando indicado.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, outras ações voltadas ao enfrentamento das doenças respiratórias já estão em andamento no município, como a disponibilização de leitos para pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e a ampliação do horário de funcionamento de cinco unidades de saúde para dar suporte às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). A vacinação contra a influenza segue disponível em todas as unidades de saúde do município.

Os principais sintomas da influenza incluem febre, dor de garganta, tosse, dores no corpo e dor de cabeça. Em alguns casos, também podem ocorrer calafrios, mal-estar, fadiga, diarreia, vômitos e olhos avermelhados e lacrimejantes.

Unidades de saúde com horário estendido

Ainda dentro das medidas que vêm sendo adotadas desde antes o início do período mais frio do ano, Canoas também está operando com cinco unidades de saúde com horário estendido, que atuam no apoio às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no período noturno, distribuindo melhor a demanda e desafogando as unidades mais procuradas. As unidades de saúde Mathias Velho, Mato Grande e Caic permanecem abertas de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h. As unidades Guajuviras e Estância Velha também estão operando em horário estendido, das 8h às 19h. Além do atendimento a pessoas que apresentam os problemas respiratórios típicos desta época do ano, as unidades também oferecem vacinação durante o horário estendido. A medida é parte das ações do Programa Inverno Gaúcho que vêm sendo implementadas em Canoas.

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Saúde

Vacina Pneumo 20 começa a ser distribuída no RS e amplia proteção contra pneumonia e meningite

Redação

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A Secretaria Estadual da Saúde (SES) começou, na segunda-feira, 6, a distribuição de uma nova remessa da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (Pneumo 20) aos municípios do Rio Grande do Sul. O imunizante passa a integrar o calendário do Sistema Único de Saúde (SUS) e amplia a proteção contra doenças provocadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como pneumonia, meningite e otite média.

A nova vacina substituirá gradualmente a Pneumo 10, utilizada até então na rede pública. Enquanto o imunizante anterior oferecia proteção contra dez sorotipos da bactéria, a Pneumo 20 amplia a cobertura para 20 sorotipos, fortalecendo a prevenção de infecções pneumocócicas e reduzindo o risco de casos graves.

Além de proteger contra pneumonia e meningite, a vacina também contribui para a prevenção da otite média, uma infecção frequente na infância que pode provocar perda auditiva e, em situações mais severas, evoluir para infecção generalizada.

Nesta etapa, a SES recebeu 17.210 doses da Pneumo 20, que estão sendo encaminhadas às Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs). A partir delas, os imunizantes serão distribuídos aos municípios gaúchos.

Público-alvo

A Pneumo 20 será destinada a:

crianças menores de cinco anos que ainda não receberam a vacina contra o pneumococo ou não completaram o esquema vacinal;
povos indígenas com mais de cinco anos sem histórico de vacinação pneumocócica conjugada;
pessoas com condições clínicas especiais atendidas pela Rede de Imunobiológicos Especiais (RIE), conforme os critérios do Ministério da Saúde.

Como fica o esquema vacinal

Durante o período de transição entre as vacinas, o calendário infantil será organizado da seguinte forma:

2 meses: primeira dose com a Pneumo 20;
4 meses: segunda dose com a Pneumo 10, respeitando intervalo mínimo de 60 dias;
12 meses: dose de reforço com a Pneumo 20, aplicada pelo menos 60 dias após a segunda dose.

A Secretaria da Saúde orienta que crianças com vacinação em atraso atualizem o esquema vacinal o quanto antes, até os 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

Distribuição das doses

As 17.210 doses foram distribuídas entre as 18 Coordenadorias Regionais de Saúde e o município de Porto Alegre. A maior remessa foi destinada à 1ª CRS, com sede em Porto Alegre, que atende 67 municípios e recebeu 4.297 doses. Em seguida aparecem a 5ª CRS, em Caxias do Sul, com 2.126 doses, e Porto Alegre, que recebeu diretamente 1.666 doses.

Também foram contempladas a 3ª CRS (Pelotas), com 1.351 doses; a 6ª CRS (Passo Fundo), com 1.114; a 4ª CRS (Santa Maria), com 759; e a 18ª CRS (Osório), com 736 doses. As demais coordenadorias receberam quantitativos proporcionais à população atendida.

Segundo a SES, a incorporação da Pneumo 20 ao SUS representa um avanço na prevenção de doenças pneumocócicas, ampliando a proteção da população contra infecções que podem resultar em internações, sequelas permanentes e até óbitos.

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