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25/09/2026
 

Policial

Operação da Polícia Civil investiga movimento de 9 milhões de reais e cumpre 125 ordens judiciais contra a facção criminosa

Redação

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Operação da Polícia Civil investiga movimento de 9 milhões de reais e cumpre 125 ordens judiciais contra a facção criminosa

Policiais civis da Delegacia de Polícia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa, coordenados pelo Delegado de Polícia Marcus Viafore, desencadearam, na data de hoje, a OPERAÇÃO RICICLAGGIO.

Cinco cidades envolvidas

São 125 ordens judiciais que estão sendo cumpridas nas cidades de Porto Alegre, Cachoeirinha, Canoas, Alvorada e Guaíba. Sendo 14 mandados de busca e apreensão.

Sobre a Operação

A operação especial em questão visa investigar um grupo criminoso suspeito de lavar dinheiro de facção criminosa situada na zona sul de Porto Alegre, sendo uma das possíveis responsáveis por conflitos recentes que resultaram em homicídios em Porto Alegre.

Na investigação, apurou-se que dois irmãos envolvidos com o tráfico de drogas, e um deles com um delito de homicídio, estavam adquirindo diversos automóveis em nomes de laranjas e um imóvel. Ainda, este último, teria sido adquirido por meio de uma empresa de reciclagem, a qual teria efetuado os pagamentos ao vendedor do bem.

Ainda, há outras pessoas jurídicas investigadas usadas supostamente para branquear o capital. Cabe salientar que não há renda aparentemente lícita por parte dos investigados que justificasse o aumento patrimonial.

Apenas para citar como exemplo, um dos investigados, o líder do grupo, estava preso pelo período de 9 anos, tendo obtido a liberdade no ano de 2020.

Medidas executadas nesta terça-feira

Conforme dados preliminares, as medidas judiciais executadas hoje já congelaram o total de um milhão e cem mil reais. São investigadas movimentações financeiras suspeitas, ocorridas entre dezembro de 2021 até 2024, no montante aproximado de nove milhões e duzentos mil reais.

Segundo o delegado Marcus Viafore, as ordens judiciais cumpridas na data de hoje são 14 mandados de busca e apreensão, 6 apreensões de veículos, sequestro de 1 imóvel, além de bloqueios de contas bancárias, indisponibilidades de bens imóveis, e afastamentos de sigilo e bancário fiscal de 15 investigados, entre pessoas físicas e jurídicas.

Conforme o Diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, Delegado de Polícia Mario Souza, a repressão ao crime de lavagem de dinheiro visa enfraquecer o poderio financeiro da facções, justamente para evitar que essas usem o dinheiro ilícito para financiar a prática de homicídios”

E destaca Souza que “a operação foi antecipada para enfraquecer facção criminosa que está envolvida em homicídios na zona sul da capital, para enfraquecer o crime organizado.”

Foi aprendido: 6 armas, R$ 70 mil aproximadamente, 6 veículos, computadores, 14 carregadores de fuzil. Sendo das 6 armas, 2 fuzis, 1 calibre 7.62 e 1 calibre 5.56
Foram 4 presos até o momento.

DENÚNCIAS ANÔNIMAS
0800 642 0121
www.pc.rs.gov.br

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Operação da Polícia Civil do RS iniciada em Canoas investiga golpe de falso leilão de veículos

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Divulgação Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, nesta quinta-feira, 24, uma operação contra um grupo suspeito de aplicar golpes por meio de falsos leilões de veículos. A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, aponta mais de 90 vítimas em diferentes estados e prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão.

A operação ocorre em cidades de São Paulo e conta com a participação da Polícia Civil paulista e do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça.

Golpe começou em Canoas

O caso que deu origem à investigação envolve um morador de Canoas que procurava oportunidades de compra de veículos em leilões. Segundo a polícia, ele encontrou na internet uma página que simulava uma plataforma de leilões e, depois de se cadastrar, passou a conversar com um suposto responsável pelo negócio por meio do WhatsApp.

A vítima recebeu a informação de que havia arrematado um Nissan Kicks Sense 1.6, ano 2024, e recebeu documentos que simulavam uma negociação legítima. Convencido de que o leilão era verdadeiro, o morador transferiu R$ 51.739,80 aos suspeitos.

Depois do pagamento, os criminosos teriam exigido mais R$ 5.711, alegando que o valor seria necessário para o recolhimento de impostos e a liberação do veículo. A nova cobrança levantou suspeitas e levou a vítima a procurar a polícia.

Sites e documentos eram usados para enganar vítimas

De acordo com a investigação, o grupo utilizava sites falsos, documentos fraudulentos e aplicativos de mensagens para dar aparência de legitimidade aos leilões.

A polícia identificou suspeitos que teriam funções diferentes dentro do esquema, incluindo o contato com as vítimas, a organização das falsas negociações e a movimentação dos valores recebidos.

Mais de 90 vítimas já foram identificadas em diferentes estados. A investigação continua para localizar outras possíveis vítimas e esclarecer a participação de cada suspeito.

Prisões e apreensões

Durante a operação, são cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, além de medidas para bloquear valores relacionados ao esquema. As ações ocorrem em municípios do Estado de São Paulo.

Até a atualização mais recente, quatro pessoas haviam sido presas. A página utilizada nas fraudes também foi suspensa.

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e busca identificar outros possíveis integrantes do grupo.

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Homem de 34 anos morre após confronto com policiais militares no Guajuviras, em Canoas

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Um homem de 34 anos morreu após trocar tiros com policiais militares na tarde de terça-feira, 16, em um condomínio localizado no bairro Guajuviras, em Canoas.

De acordo com informações do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), uma equipe fazia uma abordagem na área comum do condomínio quando determinou que o homem parasse. Segundo a Brigada Militar, ele desobedeceu à ordem e fugiu em direção a um dos apartamentos.

Durante a ocorrência, os policiais identificaram que o homem portava uma arma de fogo. Conforme o relato da BM, ele teria sido novamente orientado a soltar o armamento, mas efetuou disparos contra os agentes. Os policiais responderam aos tiros e, durante o confronto, o homem foi atingido e morreu no local.

No local, os policiais apreenderam uma pistola, dois carregadores e porções de drogas que estavam separadas para possível comercialização. Foram encontrados maconha, ecstasy e crack.

Ainda segundo os registros policiais, o homem tinha antecedentes por tráfico de drogas, três registros por porte ilegal de arma de fogo, homicídio doloso e associação ao tráfico.

A área foi isolada até a chegada da perícia. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, que deverá apurar as circunstâncias do confronto.

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Polícia Civil prende três suspeitos de vender medicamentos emagrecedores irregulares em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira, 11, uma operação contra um grupo suspeito de comprar medicamentos emagrecedores no Paraguai e revendê-los em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Três mandados de prisão temporária foram cumpridos no bairro Guajuviras, em Canoas.

Os presos são um homem de 34 anos, uma mulher de 26 anos, que formariam um casal, e outro homem, de 31 anos. Segundo a investigação, eles são suspeitos de integrar um grupo responsável pela compra, transporte e comercialização dos produtos. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

A operação investiga os crimes de associação criminosa e adulteração de medicamentos.

Medicamentos eram vendidos por até R$ 1,4 mil

De acordo com a Polícia Civil, o grupo comercializava ampolas de um medicamento à base de tirzepatida, princípio ativo também presente no Mounjaro. O produto, de uma marca paraguaia, tem comercialização, importação e uso proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os medicamentos eram adquiridos no Paraguai e transportados para o Rio Grande do Sul. Conforme a investigação, em alguns casos, os produtos eram armazenados e transportados sem as condições adequadas de refrigeração.

A divulgação ocorria principalmente por meio de grupos de WhatsApp e do Instagram. Uma ampola era comercializada por aproximadamente R$ 400, enquanto uma caixa com quatro frascos era anunciada por cerca de R$ 1,4 mil.

A Polícia Civil estima que o grupo tenha movimentado mais de R$ 200 mil com a comercialização dos produtos, embora o valor total ainda não tenha sido calculado.

Investigação começou após denúncia

A apuração teve início em maio, após uma denúncia anônima informar à Polícia Civil sobre a existência do grupo.

No final de agosto, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do casal investigado, em Canoas. No imóvel, foram encontradas caixas vazias dos medicamentos.

Também foram apreendidos aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, a análise do conteúdo dos dispositivos encontrou mensagens, imagens e negociações que indicariam a comercialização dos produtos há pelo menos um ano.

Nas redes sociais, os investigados utilizavam termos como “mom mom” e “queridinho do emagrecimento” para divulgar o produto. Em conversas privadas entre os integrantes, as ampolas eram chamadas de “camisetas”.

Investigação aponta problemas no armazenamento

As conversas analisadas pela polícia também indicaram preocupação dos próprios integrantes do grupo com a temperatura dos medicamentos durante o transporte.

Em uma das mensagens, um dos suspeitos questiona outro após um comprador relatar que teria visto o medicamento sendo retirado do bolso durante uma entrega. O diálogo mostra um dos integrantes alertando que as ampolas não deveriam ser transportadas dessa forma por causa da temperatura do corpo.

Segundo a Polícia Civil, o armazenamento e transporte inadequados podem comprometer a segurança e a qualidade dos medicamentos.

A operação é coordenada pela delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas. Segundo ela, a compra de medicamentos de fornecedores clandestinos representa risco aos consumidores.

“Quem compra esse tipo de produto na internet ou de fornecedores clandestinos está colocando a própria vida em risco”, afirmou a delegada. Segundo Bertoletti, a investigação busca responsabilizar os envolvidos e impedir a comercialização de produtos que possam oferecer riscos à saúde.

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