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18/02/2026
 

Saúde

Simers denuncia atrasos no pagamento de médicos do Pronto Socorro de Canoas e anuncia mobilização

Redação

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Pronto Socorro de Canoas: MP ajuíza ação pedindo provas da regularização das escalas médicas

Segundo levantamento realizado pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), os recorrentes atrasos no pagamento dos médicos prestadores de serviço que atuam nos três hospitais de Canoas também afeta os profissionais que atuam no Hospital de Pronto-Socorro do município (HPSC).

O Simers afirma que encaminhou ofício à gestão do hospital, comunicando a suspensão dos atendimentos por cinco minutos a cada hora trabalhada a partir do primeiro minuto desta quinta-feira, 14, devido ao atraso nos pagamentos. de acordo com o sindicato, a mobilização não vai afetar o atendimento dos casos de urgência e emergência.

Pagamentos atrasados

Conforme o Simers, o calendário para a quitação dos valores atrasados foi definido pelos médicos em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), pedindo o pagamento do restante de setembro até 13 de novembro, pagamento de outubro até 28 de novembro e novembro até 13 de dezembro.

Para o coordenador da Região Metropolitana do sindicato, Daniel Wolff, os atrasos nos honorários afetam diretamente a dignidade e segurança dos profissionais, que já enfrentam condições difíceis no atendimento à população.

Ainda, que, de um total de 200 médicos que atuam no HPSC, cerca de 70 médicos que prestam serviços no HPSC. Os profissionais estão temporariamente alocados nas dependências do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) por conta das enchentes que atingiram o estado

“Os médicos do HPSC estão na linha de frente e merecem respeito e condições justas de trabalho. Eles são responsáveis por estabilizar pacientes em estado crítico, diagnosticar rapidamente condições graves e implementar tratamentos iniciais que podem ser decisivos para salvar vidas. E o pagamento pontual é fundamental para garantir a qualidade dos serviços de saúde”, reforça o diretor do Simers.

O Simers encaminhou o caso ao Conselho Regional de Medicina (Cremers) e à Promotoria de Justiça de Canoas, ressaltando o caráter ético e legítimo do movimento, conforme o Código de Ética Médica. A entidade pede urgência nas ações da Prefeitura de Canoas para evitar maiores impactos na saúde pública.

O que diz a Prefeitura

Procurada pela reportagem de O Timoneiro, a manhã desta quinta-feira, 14, a Prefeitura de Canoas, através de sua assessoria de comunicação, informou através de uma nota que:

“A Secretaria Municipal de Saúde de Canoas (SMS) reforça que o pagamento dos honorários dos PJs médicos referentes ao mês de setembro tem o vencimento no dia 15/11/2024, sendo assim, não se justifica a paralisação.

É importante mencionar que a SMS tem honrando todos os cronogramas de pagamento dos PJs com as empresas que prestam serviço nas unidades hospitalares do município.

A suspensão poderá ocasionar risco e desassistência à população, por isso, a Prefeitura Municipal de Canoas tomará todas às medidas jurídicas necessárias para garantir o atendimento pleno à população”.

 

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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