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07/10/2026
 

Policial

Ossada encontrada em São Leopoldo é de advogada desaparecida há dois anos

Redação

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Ossada encontrada em São Leopoldo é de advogada desaparecida há dois anos

A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), realizou uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, 18, para informar novos fatos sobre o caso da advogada desaparecida em Sapucaia do Sul, no limite com São Leopoldo, em 16 de julho de 2022.

De acordo com a Polícia, no dia 7/06, foi encontrada uma ossada humana no município São Leopoldo, no Vale dos Sinos, que foi periciada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), tendo sido constatado que os restos mortais são da vítima desaparecida, conforme laudo do IGP.

A vítima

Advogada desaparecida São Leopoldo- Reprodução redes sociais

Reprodução Redes Sociais

A vítima, que possuía 26 anos na época, saiu de casa no bairro Cristo Rei, em São Leopoldo, na tarde do ano de 2022, para fazer uma caminhada, não retornando mais para sua residência.

O subchefe da Polícia Civil, delegado Heraldo Guerreiro, destacou que a importância do trabalho da Polícia Civil na elucidação do caso.

A Delegada Mariana afirma que “o caso seguirá na segunda parte da investigação que é esclarecer o contexto da morte.”

Investigação sob sigilo

Conforme o Diretor do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP, Delegado de Polícia Mario Souza, destacou que: “o caso da jovem desaparecida chega ao fim e foi possível a sua localização”.

Souza afirma que “a investigação seguirá sob sigilo. Nesse momento os indícios enfraquecem a possibilidade de que tenha ocorrido crime, mas a Polícia Civil não descarta nenhuma linha de investigação.”

DENÚNCIAS: 0800 642 0121

Policial

Homem invade casa, agride ex-companheira e atira no atual namorado dela em Porto Alegre

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Um homem de 26 anos foi baleado no pé após ser atingido por um disparo efetuado pelo ex-companheiro de sua namorada, na madrugada desta quarta-feira, 7, no Extremo Sul de Porto Alegre. O caso ocorreu por volta da 0h15min, na Estrada Chapéu do Sol.

Segundo a Brigada Militar, o suspeito invadiu a residência onde a ex-companheira, de 24 anos, mora com o atual namorado. Dentro do imóvel, ele agrediu a mulher, que sofreu ferimentos superficiais no rosto.

Na sequência, o homem efetuou um disparo de arma de fogo contra o atual namorado da ex-companheira. O tiro atingiu o pé da vítima, que foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Conforme as autoridades, ele não corre risco de vida.

A Polícia Civil informou que a mulher já possuía uma medida protetiva de urgência contra o suspeito. Após as agressões e o disparo, o homem fugiu e ainda não havia sido localizado.

O caso é investigado como lesão corporal, descumprimento de medida protetiva de urgência e violação de domicílio.

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Condenado por estupro de vulnerável em Canoas é preso no Litoral Norte

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Condenado por estupro de vulnerável em Canoas é preso no Litoral Norte

Um homem condenado a 11 anos de reclusão por estupro de vulnerável foi localizado e preso pela Polícia Civil nesta terça-feira, 6, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, coordenada pelo delegado Maurício Barison.

O homem foi localizado na praia de Arroio Teixeira, em Capão da Canoa, após diligências realizadas pela equipe policial para identificar o paradeiro do condenado e cumprir a ordem judicial.

O crime ocorreu em junho de 2021, no bairro Guajuviras, em Canoas. Conforme a investigação, o acusado se aproveitou do estado de inconsciência da vítima, decorrente da ingestão de bebida alcoólica e do sono, para praticar atos sexuais sem o seu consentimento.

Após a expedição do mandado de prisão, os policiais da DPCA Canoas realizaram diligências e monitoramento até localizar o condenado no Litoral Norte. A ordem judicial foi cumprida e o homem ficou à disposição da Justiça.

A DPCA Canoas reforçou o compromisso da Polícia Civil no combate aos crimes contra a dignidade sexual e na responsabilização dos autores desses delitos.

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RS chega a 59 feminicídios em 2026 após morte de jovem de 24 anos na Restinga

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RS chega a 59 feminicídios em 2026 após morte de jovem de 24 anos na Restinga

O Rio Grande do Sul chegou a 59 feminicídios registrados em 2026 após a morte de uma mulher de 24 anos, na Zona Sul de Porto Alegre, nesta segunda-feira, 5. O companheiro da vítima, de 29 anos, foi preso em flagrante e é investigado pelo crime.

A mulher foi encontrada sem vida dentro de uma residência na Rua Coronel Dastro Dutra, no condomínio Winter Park, no bairro Restinga. Ela apresentava ferimentos provocados por golpes de faca.

Segundo informações preliminares, o casal teria discutido antes do crime. A dinâmica da ocorrência e as circunstâncias que levaram à morte ainda são investigadas pela Polícia Civil.

O suspeito foi preso em flagrante e encaminhado para os procedimentos policiais. O caso é investigado como feminicídio.

A vítima tinha dois filhos pequenos, que não estavam na residência no momento do crime. Ela trabalhava com serviços de beleza, incluindo aplicação de cílios e design de sobrancelhas, e tinha planos de abrir o próprio estúdio.

Dois feminicídios no fim de semana

Antes do caso registrado em Porto Alegre, o Rio Grande do Sul havia chegado a 58 feminicídios em 2026 após duas mortes ocorridas durante o fim de semana.

Em Alegrete, uma mulher de 20 anos foi morta a tiros na manhã de domingo (4), no bairro Assunção. A vítima foi identificada como Ana Cristina Pinheiro Milano do Canto.

A irmã dela, de 29 anos, também foi atingida pelos disparos e precisou ser socorrida. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, ela estava fora de risco.

O suspeito, de 23 anos, seria ex-companheiro da vítima. Ele fugiu após o crime, mas foi localizado pela Brigada Militar cerca de quatro horas depois, escondido no terreno de uma residência abandonada. A arma que teria sido utilizada no ataque também foi apreendida.

Mulher é morta a golpes de canivete em Barra do Guarita

Também no domingo, uma mulher venezuelana, de 36 anos, foi morta a golpes de canivete em Barra do Guarita, no Noroeste do Rio Grande do Sul.

De acordo com a investigação, a vítima e o suspeito, de 32 anos e também venezuelano, eram namorados. Os dois teriam iniciado uma discussão dentro da residência onde moravam.

Durante o desentendimento, a mulher deixou a casa e correu para a rua em busca de ajuda. O companheiro teria ido atrás dela e a alcançado nas proximidades do imóvel, onde teria desferido os golpes.

A mulher morreu no local. Após o ataque, o suspeito passou a se ferir e foi imobilizado pela Brigada Militar. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para atendimento médico.

Os casos seguem sendo investigados pelas autoridades, que apuram as circunstâncias e a dinâmica de cada crime.

 

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