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18/06/2024
 

Educação

Taxa de alfabetização chega a 93% da população brasileira

Redação

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No Brasil, das 163 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete simples e 11,4 milhões não têm essa habilidade mínima. O resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022 e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional.

Os dados são de um estudo baseado no Censo Demográfico 2022, divulgado na sexta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, observa-se uma tendência de aumento da taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais ao longo dos censos. Em 1940, menos da metade da população era alfabetizada, 44,%. Após quatro décadas, em 1980, houve aumento de 30,5 pontos percentuais na taxa de alfabetização, passando para 74,5% e, finalmente, depois de mais quatro décadas, o país atingiu um percentual 93% em 2022, representando um aumento de 18,5 pontos percentuais em relação a 1980.

De acordo com o IBGE, em 2022, o grupo de 15 a 19 anos atingiu a menor taxa de analfabetismo (1,5%) e o grupo de 65 anos ou mais permaneceu com a maior taxa de analfabetismo (20,3%).

Em 2022, a taxa de analfabetismo de pessoas de cor ou raça branca e amarela com 15 anos ou mais era de 4,3% e de 2,5%, respectivamente, enquanto a taxa de analfabetismo de pretos, pardos e indígenas na mesma faixa etária era de 10,1%, 8,8% e 16,1%, respectivamente.

Segundo o IBGE, as mulheres tendem a apresentar melhores indicadores educacionais do que os homens, inclusive melhores taxa de alfabetização. Em 2022, o percentual de mulheres que sabiam ler e escrever era 93,5%, enquanto o de homens era 92,5%.

Essa vantagem das mulheres foi verificada em praticamente todos os grupos etários analisados, exceto entre os mais velhos de 65 anos ou mais de idade. A maior diferença em pontos percentuais a favor das mulheres foi no grupo de 45 a 54 anos, atingindo 2,7 pontos percentuais, ainda que as mulheres pertencentes aos grupos de idade abaixo de 45 anos sigam apresentando maiores taxas de alfabetização comparadas aos homens dos mesmos grupos de idade. Somente na faixa etária de 65 anos ou mais, os homens apresentavam uma proporção maior de pessoas que sabiam ler e escrever, de 79,9%, comparado ao de 79,6% das mulheres.

A Região Sul se mantém com a maior taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais. O percentual passou de 94,9% em 2010 para 96,6% em 2022. Em seguida, com maiores taxas, vem a Região Sudeste, que variou de 94,6% em 2010 para 96,1% em 2022.

O percentual de alfabetização da Região Nordeste permaneceu o mais baixo do país, embora tenha apresentado aumento – de 80,9% em 2010 para 85,8% em 2022. A segunda menor taxa de alfabetização foi encontrada na Região Norte tanto em 2010 quanto em 2022. Nessa região, o indicador seguiu a tendência nacional, passando de 88,8% em 2010 para 91,8% em 2022, situando-se um pouco mais próximo do índice da Região Centro-Oeste, que passou de 92,8% em 2010 para 94,9% em 2022.

População indígena

A taxa de alfabetização das pessoas indígenas – incluindo as que se consideram indígenas pelo critério de pertencimento –, foi 85% em 2022. De 2010 para 2022, a taxa de analfabetismo dessa população caiu de 23,4% para 15,1%. A queda mais expressiva foi observada na região Norte (de 31,3% para 15,3%).

A queda na taxa de analfabetismo das pessoas indígenas ocorreu em todas as faixas etárias, com as maiores reduções nas faixas de 35 a 44 anos (de 22,9% para 12%), 55 a 64 anos (de 38,3% a 27,4%) e 25 a 34 anos de idade (de 17,4% para 6,7%). Os homens indígenas de 15 anos ou mais têm taxa de alfabetização de 85,7%, 1,4 p.p. acima da taxa de alfabetização das mulheres indígenas (84,3%).

Educação

Oito escolas de Ensino Fundamental voltam às aulas nesta terça-feira

Redação

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Oito Escolas Municipais de Ensino Fundamental voltam a ter atividades em sala de aula na terça-feira, 18.

O retorno acontece em seis escolas do lado Leste e duas do Oeste — as EMEFs Ícaro e Rio Grande do Sul. As instituições de ensino reabertas receberão até 4.893 alunos.

As demais escolas do lado Leste que não foram afetadas ainda são utilizadas como pontos de abrigamento.

Já as EMEFs dos bairros atingidos ainda precisam passar por vistoria, limpeza, avaliação estrutural e quantificação dos prejuízos. Segundo a prefeitura, as aulas serão retomadas de forma gradual em toda a cidade.

Lista de Emefs que irão reabrir

  • EMEF 7 de Setembro
  • EMEF General Neto
  • EMEF Tancredo Neves
  • EMEF Leonel Brizola
  • EMEF Theodoro Bogen
  • EMEF Santos Dumont
  • EMEF Ícaro
  • EMEF Rio Grande do Sul
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Educação

Aulas do Ensino Fundamental de oito escolas de Canoas retornam terça-feira, 18

Redação

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Aulas do Ensino Fundamental de oito escolas de Canoas retornam terça-feira, 18

De acordo com anúncio da Prefeitura de Canoas, na terça-feira, 18, oito escolas de Ensino Fundamental de Canoas retomarão as aulas.

O retorno acontece em seis escolas do lado Leste e duas do Oeste — as EMEFs Ícaro e Rio Grande do Sul. As instituições de ensino reabertas receberão até 4.893 alunos.

As demais escolas do lado Leste, que não foram afetadas, ainda são utilizadas como pontos de abrigamento.

Já as EMEFs dos bairros atingidos ainda precisam passar por vistoria, limpeza, avaliação estrutural e quantificação dos prejuízos. As aulas serão retomadas de forma gradual em toda a cidade.

Confira as EMEFs que vão reabrir:

  • EMEF 7 de Setembro
  •  EMEF General Neto
  •  EMEF Tancredo Neves
  •  EMEF Leonel Brizola
  •  EMEF Theodoro Bogen
  •  EMEF Santos Dumont
  •  EMEF Ícaro
  •  EMEF Rio Grande do Sul
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Educação

Aulas foram retomadas em 18 escolas municipais de Educação Infantil de Canoas

Redação

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Aulas foram retomadas em 18 escolas municipais de Educação Infantil de Canoas

As aulas foram retomadas nesta quarta-feira, 12, em 18 escolas municipais de Educação Infantil de Canoas.

A volta das aulas só foram possíveis nas EMEIs do lado Leste, que não foram atingidas pelas enchentes. Nas escolas Terezinha Tergolina e Cara Melada, que servem como abrigo de mulheres em situação de vulnerabilidade e famílias atípicas, respectivamente, as aulas retornarão até o dia 24 de junho.

Lado Oeste

As instituições de ensino do lado Oeste ainda precisam passar por vistoria, limpeza, avaliação estrutural e quantificação dos prejuízos. No Ensino Fundamental, o retorno será de forma gradual, e o início está previsto para ocorrer a partir do dia 17 de junho.

Confira as EMEIs que irão retomar as atividades:

– EMEI Anísio Spíndola Teixeira
– EMEI Beija Flor
– EMEI Bem Me Quer
– EMEI Carrossel
– EMEI Marione Machado Leite
– EMEI Julieta Balestro
– EMEI Laney Langaro
– EMEI Olga Machado Ronchetti
– EMEI Pé de Moleque
– EMEI Pequeno Polegar
– EMEI Pintando o Sete
– EMEI Tia Lourdes
– EMEI Tia Maria Lúcia
– EMEI Ulysses Machado Filho
– EMEI Vó Babali
– EMEI Vó Corina
– EMEI Vó Lola
– EMEI Vó Nelsa

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