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08/05/2026
 

Geral

Estado recolhe 60% da receita projetada com IPVA 2024 de forma antecipada; veja calendário por placa

Redação

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Estado recolhe 60% da receita projetada com IPVA 2024 de forma antecipada

De acordo com balanço da Secretaria da Fazenda (Sefaz), o Estado obteve uma arrecadação de R$ 3,06 bilhões com o pagamento antecipado e parcelado do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2024.

O valor representa 60% da receita estimada para o tributo, que é de R$ 5,1 bilhões. Até o momento, 51% dos proprietários já quitaram o imposto.

Aumento em relação ao ano passado

Comparado ao mesmo período do ano passado, o recolhimento do IPVA teve um aumento nominal de R$ 109 milhões, o que corresponde a um crescimento de 3% na arrecadação.

A adesão ao parcelamento do tributo, que ocorreu em janeiro, registrou um salto de 33% em relação ao ano anterior – foram mais de 445 mil proprietários de veículos optando pelo fracionamento do imposto.

Os municípios com a maior proporção de veículos com IPVA pago em relação à frota são Forquetinha e Cândido Godoi, com 81% e 78%, respectivamente.

Porto Alegre e Caxias do Sul, que possuem a maior quantidade de veículos emplacados, apresentam taxas de 51% e 56% do total de automóveis com o imposto em dia.

Bom Motorista e Bom Cidadão

Os contribuintes que efetuarem o pagamento até o vencimento, que ocorre a partir do dia 24 de abril, ainda poderão aproveitar os benefícios de Bom Motorista e Bom Cidadão.

O desconto pode chegar a 20% no valor do imposto, caso os proprietários usufruam do total concedido pelos incentivos.

Após a destinação constitucional de 20% para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), metade do valor recolhido com o IPVA é repartido com os municípios onde os veículos estão emplacados.

Calendário de vencimento por placa:

Estado recolhe 60% da receita projetada com IPVA 2024 de forma antecipada

Policial

Operação Romaneio prende 11 suspeitos por fraude milionária contra cerealista no RS

Redação

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 7, a Operação Romaneio, que investiga um esquema de fraude milionária envolvendo a empresa Três Tentos Agroindustrial S/A. A ofensiva foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Cruz Alta e resultou na prisão de 11 pessoas.

A operação ocorreu nas cidades de Santo Augusto, Boa Vista do Cadeado, Panambi e Cruz Alta. Além das prisões, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e medidas judiciais para bloqueio de bens e valores dos investigados.

Segundo a investigação, o grupo utilizava registros reais de pesagem de cargas para criar romaneios falsos, documento utilizado para comprovar a entrega de grãos nas unidades da empresa. Conforme a Polícia Civil, os suspeitos alteravam informações como placas de caminhões e dados de produtores rurais para simular operações inexistentes.

De acordo com o delegado Ricardo Drum Rodrigues, os investigados reaproveitavam dados legítimos de cargas entregues para gerar novos registros fraudulentos.

“O romaneio é aquela fase antes do faturamento da carga. Eles utilizavam uma carga verdadeira e, posteriormente, alteravam os dados do veículo e do produtor para criar um novo documento fraudulento que seria faturado”, explicou o delegado.

Ainda conforme a Draco, o prejuízo causado à cerealista ultrapassa R$ 6 milhões. A fraude foi descoberta após uma auditoria interna realizada pela própria empresa, que identificou inconsistências no sistema de pesagem e acionou a Polícia Civil.

A investigação teve início há cerca de um mês e avançou rapidamente devido à suspeita de continuidade das fraudes. Segundo a polícia, parte dos investigados ainda mantinha vínculo com a empresa até poucos dias antes da operação.

Em nota oficial, a Três Tentos Agroindustrial S/A informou que possui política de tolerância zero contra práticas ilícitas e afirmou ter colaborado integralmente com as autoridades durante as investigações.

A manifestação, assinada pelos advogados Leandro Falavigna e Juliana Baratella, destacou que a área de auditoria interna identificou indícios de irregularidades no processo de pesagem de grãos e comunicou imediatamente a Polícia Civil.

A operação segue em andamento e a Polícia Civil ainda apura a possível participação de outros envolvidos no esquema criminoso.

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Policial

Operação Troia prende suspeitos de furtos em apartamentos de luxo de Porto Alegre

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã de quarta-feira, 6, a Operação Troia, que investiga uma organização criminosa especializada em furtos qualificados em apartamentos de alto padrão em Porto Alegre.

A ação foi coordenada pela 3ª Delegacia de Polícia da Capital, com apoio da 4ª DISCCPAT do DEIC de São Paulo. Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo. Dois suspeitos foram presos.

Segundo a investigação, o grupo é responsável por um furto ocorrido em 7 de março deste ano, em um apartamento no bairro Rio Branco, em Porto Alegre. Na ocasião, criminosos levaram dinheiro em moeda nacional e estrangeira, joias e bolsas de grife, causando grande prejuízo à vítima.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam diversos bens de alto valor, entre eles joias, relógios de luxo, bolsas de grife, dinheiro em espécie e uma arma de fogo pertencente à vítima, que havia sido levada no crime. Também foi localizado um veículo Mitsubishi ASX clonado, apontado como utilizado pelo grupo e com indícios de participação em outros crimes patrimoniais.

As apurações apontam que os suspeitos utilizavam um esquema sofisticado para invadir os condomínios. Conforme a Polícia Civil, uma das investigadas teria entrado em contato com a vítima para confirmar que o imóvel estava vazio. Depois disso, ela acessou o prédio utilizando um cadastro facial fraudulento vinculado ao nome de outro morador, após manipulação do sistema de controle de acesso do condomínio.

De acordo com a polícia, o caso chama atenção pelo uso indevido de sistemas digitais de segurança e pelo nível de planejamento da organização criminosa.

As investigações seguem para identificar outros envolvidos, recuperar os bens furtados e apurar possíveis ligações do grupo com organizações criminosas de outros estados.

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Policial

Operação Nike apreende mais de 100 quilos de cocaína e prende suspeito em São Leopoldo

Redação

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A Polícia Civil apreendeu cerca de 103 quilos de cocaína durante uma operação realizada na tarde de segunda-feira, 4, em São Leopoldo, no Vale do Sinos. A ação, batizada de Operação Nike, também resultou na prisão em flagrante de um homem de 34 anos e na apreensão de um veículo utilizado no transporte da droga.

A investigação foi conduzida pela 3ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (DIN/Denarc) e começou há aproximadamente um mês, após denúncias indicarem a atuação de um grupo ligado ao tráfico na região. Conforme a apuração, os suspeitos utilizavam um Volkswagen Voyage para a distribuição de entorpecentes.

Com o avanço das diligências, os policiais identificaram o veículo e passaram a monitorar sua movimentação, o que levou à identificação de endereços possivelmente ligados à atividade criminosa. Com base nas provas reunidas, a Justiça autorizou mandados de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes abordaram o carro investigado, conduzido pelo suspeito preso. Dentro do veículo, foram encontrados cerca de dois quilos de cocaína.

Na sequência, os policiais foram até outro endereço ligado ao investigado. No local, perceberam uma área de terra recentemente mexida. Ao verificar o ponto, encontraram um tonel enterrado com mais de 100 quilos da droga.

Um terceiro endereço também foi alvo de buscas, mas nada de irregular foi localizado.

Segundo a Polícia Civil, a apreensão representa um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões ao crime organizado. A investigação segue para identificar outros envolvidos no esquema.

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