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07/05/2026
 

Saúde

Equipes de saúde recomendam atenção com a covid-19

Redação

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Vacinação contra covid em Canoas - Foto: Gustavo Garbino

Apenas nos dois primeiros meses de 2024, Canoas registrou 843 casos de covid-19, com 11 óbitos confirmados. Os serviços de saúde de Canoas atentam que é necessário continuar com a testagem e vacinação de novas doses para aqueles ainda sem o esquema vacinal completo. Além disso, alguns públicos precisam de reforço na vacina bivalente (veja abaixo).

A imunização pode ser feita em qualquer um dos 27 postos de saúde. A testagem, entretanto, é realizada apenas nas Unidades de Saúde Santa Isabel, Guajuviras, São Vicente, Estância Velha, Harmonia, Mathias Velho, União, Niterói, Nova Niterói, Fátima, Mato Grande, Rio Branco e na UPA do Idoso, no bairro Rio Branco.

Além disso, testes rápidos são feitos apenas em grupos prioritários, tais como idosos, indígenas, pacientes com múltiplas comorbidades, imunocomprometidos, gestantes e crianças de até 12 anos.

Grupos para reforço da bivalente

  • Pessoas de 60 anos ou mais
  • Imunocomprometidas
  • Em instituições de longa permanência
  • Indígenas, ribeirinhos e quilombolas
  • Gestantes e puérperas
  • Trabalhadores da saúde
  • Pessoas com deficiência
  • Pessoas com comorbidades
  • Pessoas privadas de liberdade
  • Funcionários do sistema prisional
  • Menores cumprindo medidas socioeducativas

Saúde

Canoas recebe entregas do Novo PAC Saúde com presença do ministro Alexandre Padilha

Redação

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A Prefeitura de Canoas recebe nesta sexta-feira, 8, às 12h, a agenda de entregas do Novo PAC Saúde, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A atividade será realizada no Hospital Universitário de Canoas, no bairro São José.

Durante o evento, o município receberá quatro novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), destinadas à renovação da frota utilizada no atendimento de emergências.

A programação também prevê a inauguração de um tomógrafo, além da abertura de cinco salas de cirurgia geral e duas salas de cirurgia oftalmológica no hospital.

Segundo a Prefeitura, a agenda do Novo PAC Saúde também contempla outros municípios da região com a entrega de veículos voltados à ampliação do acesso aos serviços de saúde.

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Saúde

Anvisa determina recolhimento de produtos das linhas Ypê e Tixan após falhas na fabricação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), determinou nesta quinta-feira, 7, o recolhimento de produtos da marca Ypê após identificar falhas consideradas graves no processo de fabricação. A medida atinge detergentes lava-louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes produzidos pela Química Amparo, responsável pela marca.

Segundo a Anvisa, a decisão inclui a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos produtos afetados. O recolhimento vale para todos os lotes com numeração final 1 fabricados na unidade da empresa em Amparo.

A medida foi tomada após inspeção realizada em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo e a Vigilância Sanitária de Amparo. Durante a fiscalização, foram identificadas irregularidades em etapas consideradas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.

De acordo com a agência, os problemas encontrados comprometem o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e podem representar risco à saúde da população devido à possibilidade de contaminação microbiológica dos produtos.

A Anvisa orienta consumidores que possuam os lotes afetados a suspender imediatamente o uso e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para informações sobre o recolhimento.

Confira os produtos incluídos na medida. Segundo a Anvisa, apenas os lotes com final 1 estão afetados:

Lava Louças Ypê Clear Care
Lava Louças com Enzimas Ativas Ypê
Lava Louças Ypê
Lava Louças Ypê Toque Suave
Lava-Louças Concentrado Ypê Green
Lava-Louças Ypê Clear
Lava-Louças Ypê Green
Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
Lava Roupas Líquido Ypê Express
Lava Roupas Líquido Ypê Power Act
Lava Roupas Líquido Ypê Premium
Lava Roupas Tixan Maciez
Lava Roupas Tixan Primavera
Lava Roupas Tixan Power Act
Desinfetante Bak Ypê
Desinfetante de Uso Geral Atol
Desinfetante Perfumado Atol
Desinfetante Pinho Ypê

A lista completa dos produtos e lotes atingidos consta na Resolução 1.834/2026 publicada no Diário Oficial da União.

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Saúde

Organização Mundial da Saúde investiga possível surto de hantavírus em cruzeiro com três mortes

Redação

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Imagem ilustrativa

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está investigando um possível surto de hantavírus a bordo de um cruzeiro no Oceano Atlântico, após a morte de três pessoas.

Segundo a entidade, seis passageiros apresentaram sintomas da infecção durante a viagem. Até o momento, apenas um caso foi confirmado em laboratório, enquanto os outros cinco seguem como suspeitos. Entre os infectados, três morreram e uma pessoa permanece internada em estado grave, em uma unidade de terapia intensiva na África do Sul.

Em comunicado divulgado no domingo, 3, a OMS, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que o caso ainda está sob análise e que as investigações seguem para identificar a origem das infecções.

O que é o hantavírus

O hantavírus é uma infecção transmitida principalmente por roedores silvestres. A contaminação ocorre, na maioria das vezes, pela inalação de poeira com urina, fezes ou saliva desses animais. Também pode acontecer pelo contato direto com mucosas ou por mordidas.

Em casos mais graves, a doença pode evoluir para a síndrome pulmonar por hantavírus, que compromete o sistema respiratório e pode ser fatal.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), os sintomas podem aparecer até oito semanas após a exposição e incluem febre, dores musculares e fadiga.

Autoridades de saúde destacam ainda que fatores como desmatamento, expansão urbana e aumento da população de roedores podem contribuir para o surgimento de novos casos da doença.

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