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18/02/2026
 

Saúde

Estado investiga possível primeiro óbito de canoense por dengue

Redação

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Estado investiga possível primeiro óbito de canoense por dengue

Foi confirmado pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde, na quarta-feira, 21, o sexto óbito causado por dengue no Rio Grande do Sul em 2024. A morte confirmada é de um homem de 63 anos, morador de Cruz Alta, no noroeste do Estado. Ele faleceu no dia 15 de fevereiro.

O governo do Estado ainda investiga a possível morte por Dengue Hemorrágica de um canoense na PUC, morador do bairro Estância Velha, que atualmente enfrenta um surto da doença.

Ainda segundo os dados recentes, Cruz Alta apresenta uma incidência de 75,1 casos prováveis de dengue para cada 100 mil habitantes. A região do noroeste gaúcho registrou cinco dos seis óbitos: além do mais recente, três em Tenente Portela e um em Santa Rosa. A outra morte devido à doença ocorreu em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo.

Em 2024, o Rio Grande do Sul já registra 5.695 casos confirmados da doença. Destes, 4.921 são autóctones, ou seja, quando o contágio aconteceu dentro do Estado. Os demais são importados, isto é, em residentes do Rio Grande do Sul que foram infectados em viagem a outro local.

Canoas

O município tem 262 casos de dengue confirmados, sendo 257 autóctones (transmitidos dentro da cidade) e cinco importados. Na manhã de quarta-feira, 21, a prefeitura lançou o Comitê de Enfrentamento das Arboviroses, que são as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti — dentre, elas, a dengue.

Casos confirmados em Canoas – 2024

  • Estância Velha: 168
  • Guajuviras: 37 ( autóctones) + 1 (importado)
  • Olaria: 13
  • Nossa Senhora das Graças: 9 (autóctone) e 1 (importado)
  • Harmonia: 7
  • Marechal Rondon: 6 autóctones e 1 (importado)
  • Niterói: 6
  • Mathias Velho: 4
  • Rio Branco: 3
  • Igara: 2
  • São José: 1 autóctone + 1 (importado)
  • Mato Grande: 1
  • Centro: 1 (importado)

Além dos 262 confirmados, a Secretaria de Saúde informa que, atualmente, há 275 casos em investigação.

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas. Dados atualizados no dia 20/02 e sujeitos a alterações.

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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