Economia
Cadastro de moradores afetados pelas cheias de novembro para saque do FGTS inicia nesta terça-feira

A Defesa Civil inicia, na manhã desta terça-feira, 20, o cadastro de moradores afetados pelas cheias de novembro do ano passado e que tenham interesse em solicitar o Saque Calamidade do FGTS. As equipes começam as inscrições pela região da Praia do Paquetá e Rua da Prainha, no bairro Mato Grande, e à tarde, na Rua da Barca, no Harmonia.
O prazo para demonstrar o interesse encerra na próxima segunda-feira, 26. Segundo o secretário adjunto do Escritório de Resiliência Climática (Eclima) e Defesa Civil, Igor Sousa, a definição de estratégia ocorreu após reunião na tarde dessa segunda, 19, com representantes da Caixa Econômica Federal.
A orientação é que os canoenses que residem nas áreas afetadas aguardem a presença das equipes. Quem perder o dia em que os agentes estiveram na sua região deve comparecer na sede da Defesa Civil, na Rua Bandeirantes, nº 450, bairro Nossa Senhora das Graças.
“Estaremos indo aos endereços e quem não estiver em casa será informado da nossa passagem com um material informativo na caixa de correspondência. Após o cadastro, os dados serão enviados à Caixa. Posteriormente, será liberada a solicitação via aplicativo ou na própria agência”, explica Igor.
Os pontos mais afetados pelas cheias do ano passado no município são: ruas da Prainha, Elizabeth Finkler, Dona Maria Isabel e Antônio Florindo Nichele, no bairro Mato Grande; Rua da Barca, no Harmonia, ruas Montenegro, Mauá, Conde D’ Eu, Hermes da Fonseca e Felipe Camarão, no bairro Rio Branco; Dique do Canil e ruas Bartolomeu de Gusmão e Diretor Augusto Pestana, no Fátima; ruas General Sebastião Barreto e Gravataí, no Niterói; Rua D, no bairro Olaria; rua São Luiz, no Centro; e as ruas Berto Círio, Irmãos Risso, Onofre Pires e Vila Tabaí, às margens da BR 386.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o Saque Calamidade é possível em situações urgentes e graves a partir de um desastre natural na cidade. A retirada do dinheiro ao trabalhador apenas é possível caso o município esteja sob decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública, fato que precisa ser reconhecido pelo governo federal. No caso da enchente de novembro, isso ocorreu na última semana em Brasília.
Economia
Contas de energia elétrica ficam até 19% mais caras a partir de sexta-feira

Os consumidores atendidos pela concessionária RGE Sul passarão a pagar mais pela energia elétrica a partir desta sexta-feira, 19. O reajuste tarifário anual da empresa foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) durante reunião realizada na terça-feira, 16.
De acordo com a Aneel, a atualização das tarifas considerou fatores como os custos de geração e distribuição de energia elétrica, além dos encargos setoriais previstos na regulamentação do setor.
Para os clientes residenciais, o aumento será de 14,97%. Já os consumidores atendidos em alta tensão terão reajuste de 19,02%. Os usuários classificados na baixa tensão também serão impactados, com correção média de 14,93% nas tarifas.
A RGE Sul é responsável pelo fornecimento de energia para aproximadamente 3,19 milhões de unidades consumidoras em diversas regiões do Rio Grande do Sul.
Segundo a Aneel, parte significativa do reajuste está relacionada à recomposição tarifária iniciada após a calamidade pública que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024. Na ocasião, a agência decidiu manter as tarifas sem aumento, como forma de evitar um impacto imediato para os consumidores afetados pelas enchentes.
A medida resultou no reconhecimento de um ativo regulatório de R$ 1,233 bilhão em favor da distribuidora. O valor, que representa recursos que deixaram de ser cobrados naquele momento, passou a ser recuperado gradualmente por meio dos processos tarifários posteriores.
Em 2025, cerca de R$ 370 milhões desse montante já haviam sido recompostos nas tarifas. A Aneel informou que a recuperação dos valores segue um cronograma definido dentro da regulamentação do setor elétrico.
Com o novo reajuste, a distribuidora afirma que a atualização tarifária segue os critérios previstos pela agência reguladora, que avalia anualmente os custos envolvidos na prestação do serviço de fornecimento de energia.
Economia
Abono salarial PIS/Pasep 2026 começa a ser pago para nascidos em julho e agosto

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base de 2024, começa a ser pago nesta segunda-feira, 15, para trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto. Nesta etapa, os valores serão liberados aos beneficiários contemplados pelo calendário do programa.
Os recursos poderão ser sacados até 30 de dezembro de 2026, data que marca o encerramento do calendário anual de pagamentos.
Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter exercido atividade formal em 2024 e recebido remuneração média mensal de até R$ 2.765,93 durante o período considerado para a concessão do abono.
As informações sobre o banco responsável pelo pagamento, datas de liberação e valores disponíveis, inclusive referentes a anos anteriores, podem ser consultadas pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital e pelo portal Gov.br.
Abono salarial 2026
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a expectativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial em 2026. Ao todo, devem ser destinados R$ 33,5 bilhões para o pagamento do benefício.
Neste ano, o calendário do PIS/Pasep passou a adotar datas fixas. Os depósitos serão efetuados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento do trabalhador. Quando a data coincidir com fins de semana ou feriados, a liberação ocorrerá no primeiro dia útil seguinte.
O prazo para saque seguirá até o último dia útil bancário do ano, conforme as regras estabelecidas pelo Banco Central, que define a data-limite para retirada dos valores.
Economia
Prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 termina nesta sexta-feira

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 termina às 23h59 desta sexta-feira, 29. A Receita Federal alerta que os contribuintes obrigados a declarar devem enviar o documento dentro do período para evitar multa.
Devem prestar contas ao Fisco os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584 ao longo de 2025. Para concluir a declaração, é necessário reunir informes de rendimento, comprovantes de despesas e demais documentos exigidos pela Receita.
Faltando três dias para o encerramento do prazo, cerca de 28,9% dos contribuintes ainda não haviam enviado a declaração do Imposto de Renda 2026. Após o horário limite, o sistema da Receita Federal deixa de receber os formulários.
Quem perder o prazo estará sujeito ao pagamento de multa, aplicada conforme as regras da Receita Federal.

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