Política
Câmara promove Grande Expediente para apresentar o Centro de Atendimento do Idoso

O Grande Expediente da tarde desta quinta-feira, 10, de autoria do vereador Linck (MDB), teve como objetivo explanar para os vereadores e população, o que é e como funciona o Centro de Atendimento do Idoso – CCI, que tem como finalidade assegurar os direitos das pessoas idosas e para homenagear Rei e Rainha da terceira idade de Canoas há mais de oito anos.
Para tratar do assunto, os vereadores receberam na mesa diretora o Secretário de Relações Institucionais, Emilio Millan Neto; o Rei e Rainha da Terceira Idade, Silon da Silva e Ione Alicantes da Silva. Nas cadeiras de honra, estavam presentes o Casal Simpatia da Terceira Idade, José Américo Sebben e Maria Laura Sebben; a Secretária Adjunta do Idoso, Carmem Marin e Camila Ferreira; a Diretora da Secretaria Adjunta do Idoso, Cristini Becker; a representante do Centro de Convivência do Idoso, Edneia Hahn e a representante da Coordenadoria do Idoso, Neuza Gomes.
Eracildo Linck, proponente, conta emocionado que “o Centro de Atendimento do Idoso é uma unidade que passou por uma reforma e foi reinaugurado em março de 2022 e atualmente conta com 22 grupos de Idosos cadastrados, os quais participam de atividades desenvolvidas pelo Centro de Convivência e usufruem do espaço para realização de seus eventos”. “Além disso, o Rei e Rainha da terceira idade de Canoas há mais de oito anos é representado por Silon da Silva e Ione Alicantes da Silva”, conta.
“O centro oferece atividades gratuitas para toda comunidade maior de 60 anos, como aula de dança, atividade física direcionada à terceira idade, aula de celular, oficina de crochê e tricô”. “Também constam palestras mensais que abordam temas alusivos ao processo de envelhecimento, o objetivo das atividades é ampliar a qualidade de vida das pessoas idosas”, concluiu o vereador.
O Rei da Terceira Idade, Silon da Silva, diz que “levamos um pouco de cada pessoa, que nós recebemos com carinho”. “Agradecemos aos jovens que cuidam de nós, somos vocês amanhã”. “Idosos, sorriam, saibam seus direitos, sejam alegres”.
Política
Cachoeirinha terá nova eleição no próximo domingo após cassação de prefeito e vice

Eleitoras e eleitores de Cachoeirinha voltam às urnas neste domingo, 12, para escolher o novo prefeito e vice-prefeito do município. A eleição suplementar foi convocada após a cassação dos mandatos dos gestores eleitos anteriormente.
A data do pleito segue a Resolução nº 443/2026 do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Ao todo, 102.143 eleitores estão aptos a votar na cidade, que integra a 143ª Zona Eleitoral. A votação ocorrerá em 277 seções distribuídas por 34 locais.
Quatro chapas disputam a eleição:
Claudine de Lima Silveira e Marco Aurélio Albernaz de Oliveira (PP)
Jussara Maria da Silva e Luis Carlos Azevedo da Rosa (Coligação Compromisso com a Nossa Gente)
Laís Rocha Cardoso e Breno de Oliveira Munhoz (Federação PSOL/REDE)
Tairone Rodrigo Pereira Keppler e Cláudia Azevedo de Oliveira (Federação Brasil da Esperança – PT/PCdoB/PV)
A nova eleição ocorre após a Câmara de Vereadores de Cachoeirinha cassar os diplomas do então prefeito Cristian Wasem Rosa e do vice, Delegado João Paulo. A decisão teve como base acusações de irregularidades fiscais no Instituto de Previdência do município e de atentado contra o Legislativo.
Durante o dia de votação, também será realizado o teste de integridade das urnas eletrônicas. A auditoria, prevista pelo Tribunal Superior Eleitoral, simula uma votação oficial com candidatos reais para verificar a segurança na captação e contabilização dos votos. O procedimento ocorre no plenário do TRE-RS, das 8h às 17h, com transmissão ao vivo pela internet.
Política
Assembleia do RS aprova auxílio de um salário mínimo para órfãos de feminicídio

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou o Projeto de Lei nº 471/2023, de autoria da deputada estadual Delegada Nadine, que prevê a criação de um benefício financeiro para crianças e adolescentes que perderam suas mães em casos de feminicídio.
O texto institui o Auxílio RS Ampara, com pagamento mensal de um salário mínimo a beneficiários de até 18 anos. Para ter acesso, é necessário residir no estado, estar matriculado na escola e ter acompanhamento dos serviços de assistência social. Em casos considerados de vulnerabilidade, o auxílio poderá ser estendido até os 24 anos, desde que o jovem esteja cursando o ensino superior. O valor poderá ser ajustado na fase de regulamentação.
Segundo a autora, a proposta busca atender crianças e adolescentes impactados diretamente pela violência. “Estamos falando de crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas por uma violência extrema. O Estado precisa estar presente não apenas na repressão ao crime, mas também no cuidado com quem fica. O Auxílio RS Ampara é uma resposta concreta, humana e necessária”, afirmou.
Com a aprovação em plenário, o projeto segue para sanção do Poder Executivo.
Política
Presidente Lula sanciona leis com tornozeleira para agressores e amplia conceito de violência na Lei Maria da Penha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três projetos de lei voltados à ampliação da proteção às mulheres e ao enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio no Brasil. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 10.
Um dos principais pontos é o Projeto de Lei nº 2.942/2024, convertido na Lei nº 15.383/2026, que autoriza o uso de monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva independente no âmbito da Lei Maria da Penha. A norma permite a utilização de tornozeleiras eletrônicas, com delimitação de área de circulação e emissão de alertas em caso de aproximação da vítima.
A legislação também prevê prioridade para aplicação da medida em situações de risco, aumento de pena em caso de descumprimento e ampliação de recursos destinados a ações de combate à violência contra a mulher.
Outro projeto sancionado, o PL nº 3.880/2024 (Lei nº 15.384/2026), inclui o conceito de violência vicária na legislação brasileira. Esse tipo de violência ocorre quando o agressor atinge pessoas próximas à vítima, como filhos ou familiares, com o objetivo de causar sofrimento ou exercer controle.
A nova lei também tipifica o homicídio vicário no Código Penal, com pena de 20 a 40 anos de reclusão quando o crime for cometido contra pessoas ligadas à vítima nesse contexto. A punição pode ser agravada em casos envolvendo crianças, idosos, pessoas com deficiência, quando ocorre na presença da vítima ou em descumprimento de medidas protetivas.
Completa o conjunto o Projeto de Lei nº 1.020/2023 (Lei nº 15.382/2026), que institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser celebrado anualmente em 5 de setembro.
As medidas atualizam a legislação sobre violência de gênero e introduzem novos mecanismos legais para prevenção, proteção das vítimas e responsabilização de agressores.

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