Geral
Castração Tá On: Abertas mais 100 vagas do programa nesta sexta-feira, 7

Quem tem cachorro ou gato pode aproveitar a nova oportunidade de inscrições para a quarta edição do projeto Castração Tá On. Devido a um problema técnico no preenchimento do formulário, ocorrido na manhã desta quinta-feira, 6, a Secretaria Extraordinária dos Direitos dos Animais (SEDA) abriu mais 100 vagas para a castração neste trimestre.
Interessados devem preencher o novo formulário, a partir das 8h desta sexta-feira, 7, no site da Prefeitura de Canoas: canoas.rs.gov.br/castracaocaninosfelinos
Para se inscrever, é necessário incluir RG, CPF, endereço, telefone, e-mail e número do CadÚnico. O projeto Castração Tá On disponibiliza a castração gratuita de cães e gatos de famílias em vulnerabilidade social, cadastradas no CadÚnico. Mesmo com o problema técnico, as 130 vagas previstas nesta quinta-feira (6) foram preenchidas. 20 delas são para o cadastro reserva, que garantem a participação na próxima edição.
A Secretaria Extraordinária dos Direitos dos Animais (SEDA) informa que, para participar, os inscritos devem estar cadastrados no Cadúnico, apresentar renda familiar de até três salários mínimos e residir em Canoas. Cada família pode inscrever até três bichinhos, a partir de 6 meses (um formulário para cada animal), para que mais pessoas também tenham acesso ao serviço de controle populacional de animais.
Após a verificação dos inscritos, a Prefeitura faz contato com os selecionados. No dia agendado, o tutor deve apresentar CPF, RG, comprovante do CadÚnico e comprovante de residência. O animal deve estar em jejum total de 8 horas. O projeto integra o Programa Municipal de Esterilização de Animas de Canoas, que conta com mais quatro projetos e disponibiliza, anualmente, mais de 3 mil castrações.
Mitos e as Verdades sobre a esterilização, conforme a SEDA:
MITOS
1- Castração é algo doloroso?
Não, porque antes do procedimento cirúrgico, ele irá receber uma anestesia e não sentirá dor durante o a castração.
2- O cachorro fica mais agressivo quando é castrado?
Pelo contrário, a castração evita que o cachorro tenha comportamentos violentos e agressivos, que, muitas vezes, acontecem pela necessidade de acasalar ou por instinto territorial. Alguns machos melhoram muito o comportamento depois que são cadastrados.
3- O animal esterilizado engordará?
Não. O que engordará seu cão e seu gato é a falta de atividade física e o excesso de alimentação.
VERDADES
1- A esterilização prolonga a vida do animal?
Ela diminui os problemas de saúde, como câncer de testículo, mama e útero, evita o contágio de outras doenças como a imunodeficiência, leucemia, também impede o cio e a gravidez psicológica.
2- A esterilização é uma forma de prevenir o abandono?
Quanto menos animais nascerem, menos animais estarão sujeitos ao abandono e, de forma gradual, não teremos mais animais nas ruas.
3- Diminui a incidência de brigas?
Quanto menos animais perambulando nas ruas, menor o risco de ocorrerem disputa pelo território, que causam lesões e a até morte do animal.
Orientações para recuperação pós-operatório:
– Depois de passar por procedimento cirúrgico ou tratamento, é normal que o animal não tenha vontade de comer. Tente oferecer alimentos moles (“pastosos”) e água. Se essa situação durar dois ou mais dias, busque atendimento veterinário para nova avaliação.
– A equipe da SEDA destaca que o tutor não deve oferecer medicação diferente da que foi receitada pelo médico-veterinário.
– Se os pontos da cirurgia abrirem ou ocorrer sangramento excessivo (hemorragia), ou se o animal apresentar gengivas brancas, respiração ofegante, dificuldade para caminhar, sentar, ficar de pé, busque atendimento o mais breve possível.
– Mantenha o local da ferida cirúrgica e/ou ferimentos limpos para evitar que moscas pousem e causem miíase (“bicheira”). Caso sejam observados bichos, cortes ou furos no pelo do animal, solicite atendimento imediato à SEDA;
– O animal que passou por procedimento cirúrgico ou está doente deve ser mantido em ambiente seco, abrigado e com temperatura agradável. Bolsas de água quente, aquecedores, garrafas pet com água quente devem ser utilizadas somente no inverno rigoroso e com muito cuidado, pois podem causar queimaduras e hemorragias.
Policial
Inquérito sobre desaparecimento da família Aguiar aponta três mortes e indicia suspeito mesmo sem corpos

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o desaparecimento da família Aguiar e encaminhou o material ao Ministério Público na sexta-feira, 17, após mais de 80 dias de investigação. Mesmo sem a localização dos corpos, os investigadores afirmam ter reunido elementos suficientes para indiciar Cristiano Domingues Francisco por feminicídio, duplo homicídio triplamente qualificado e outros crimes.
Silvana de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, estão desaparecidos desde janeiro. Silvana foi vista pela última vez no dia 24 de janeiro, enquanto os pais desapareceram no dia seguinte, 25 de janeiro. Cristiano é apontado como o principal suspeito.
Além dos homicídios, ele foi indiciado por ocultação de cadáver, abandono de incapaz, falsidade ideológica, furto qualificado, fraude processual, falso testemunho e associação criminosa. As penas máximas somadas podem chegar a 102 anos de reclusão. Caberá ao Ministério Público decidir se oferece denúncia à Justiça.
Durante coletiva de imprensa realizada na sexta-feira, 17, a polícia apresentou a cronologia dos fatos com base em provas técnicas, como imagens de câmeras de segurança e dados de conexão de celulares.
Segundo a investigação, Silvana teria sido morta entre a noite e a madrugada de 24 de janeiro, dentro da própria residência. Registros indicam a presença de um Volkswagen Fox vermelho no local entre 20h33 e 20h41, momento em que um celular vinculado a Cristiano teria se conectado ao wi-fi da casa. Às 21h28, um Ford Ka branco, pertencente à vítima, entra no local e não sai mais. Às 23h32, o Fox retorna e deixa o endereço às 23h45, quando os celulares se desconectam da rede.
A polícia concluiu que os dois estiveram no imóvel ao mesmo tempo e que o crime ocorreu no local. Na madrugada do dia 25 de janeiro, o Fox volta rapidamente à residência por volta das 3h19.
As investigações apontam ainda que Cristiano teria utilizado inteligência artificial para simular a voz de Silvana e atrair o pai dela até a casa. Isail chega ao local às 16h28 do dia 25 de janeiro e, cerca de 20 minutos depois, apenas o suspeito deixa a residência. A mesma estratégia teria sido usada para acessar a casa dos pais da vítima, onde Dalmira estava. Desde então, o casal não foi mais visto.
“Foi um crime tão bem planejado. Percebemos que essa montagem para atrair os idosos já havia sido criada dias antes. Ele preparou um telefone para utilizar no crime e também pensou no pós-crime”, afirmou o delegado Diego Traesel.
Outras cinco pessoas também foram indiciadas por crimes como fraude processual, ocultação de cadáver e associação criminosa. De acordo com a polícia, não há indícios de participação delas nos homicídios, mas sim de atuação posterior.
“Não encontramos elementos de que os demais envolvidos tenham participado antes dos crimes. A conduta deles ocorreu no sentido de tentar isentar o Cristiano da suspeita”, disse o delegado Anderson Spier.
A Polícia Civil chegou a solicitar a prisão preventiva de três desses envolvidos, além de Cristiano, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça.
A motivação do crime, conforme a investigação, estaria relacionada à disputa pela guarda do filho do suspeito com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família.
O inquérito reúne cerca de 20 mil páginas, com depoimentos, relatórios e análises que somam mais de 10 terabytes de dados. Foram apreendidos celulares, computadores e dispositivos de armazenamento, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo.
“Se criou a ideia de que sem os corpos não há prova, mas temos um conjunto robusto que aponta para a materialidade dos crimes, que pode ser demonstrada de forma indireta”, afirmou o delegado Anderson Spier.
Policial
Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.
A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.
Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.
De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.
O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.
Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.
O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.
A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.
Policial
Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.
A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.
Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.
De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.
Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.
Investigação
Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.
Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.
A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.
A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

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