Saúde
Canoas tem todos os leitos UTI Covid ocupados

A Prefeitura de Canoas informou nesta quarta-feira, 9, que a cidade registrou, nas últimas 24 horas, a morte de dois homens, com 57 e 23 anos, e três mulheres, com 87, 86, e 62 anos, em decorrência do novo coronavírus. Na ocasião, como vem acontecendo desde o início das mortes ocasionadas pela pandemia na cidade, a Prefeitura expressou pesar aos familiares e amigos das vítimas.
Bandeira vermelha
Recentemente o governador do Estado Eduardo Leite reforçou a urgência no cumprimento das medidas de distanciamento social e cuidados com as normas da vigilância sanitárias. Logo após o período eleitoral, centenas de casos votaram a ser notificados pelas secretarias de saúde do Brasil e os números divulgados voltaram a alarmar.
Com isso, uma nova classificação deixou praticamente todo o Rio Grande do Sul na bandeira vermelha do distanciamento controlado, e um novo decreto restringiu novamente as regras para o comércio, idas a parques e praias e as cidades voltaram a ficar mais vazias, mesmo com a proximidade das festividades do final de ano, que devem ter uma alta significativa nas vendas online.
Diferente do que vinha acontecendo nas classificações das bandeiras no Estado, desta vez, não foi aberta a possibilidade de renegociação, com pedidos dos prefeitos municipais, devidamente argumentados com dados das suas secretarias de saúde, para que a cor da bandeira, e suas restrições, fossem alteradas.
Números do coronavírus em Canoas até o momento
– Negativados: 33.493
– Recuperados: 11.758
– Confirmados: 14.070
– Óbitos: 402
– Total de leitos em UTI: 100
– Leitos em UTI ocupados: 86%
– Total de leitos Covid-19: 50
– Leitos de UTI Covid-19 ocupados: 100%
Aumento dos casos
Apesar das inúmeras campanhas e da perspectiva de segunda onda já anunciadas pelos especialistas, as pessoas cansaram do isolamento e voltaram a manter o contato físico, relaxamento das medidas que pode ser a resposta para a enorme quantidade de novos infectados pela doença. Abaixo, reforçando a importância das normas sanitárias e de distanciamento social, listamos novamente os sintomas que podem ser indicadores do contágio do vírus que já matou mais de 178 mil brasileiros e 1.572.565 de pessoas em todo o mundo.
Fique atento
A Covid-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresentará sintomas leves a moderados da doença e não precisarão ser hospitalizadas.
Sintomas mais comuns:
– febre
– tosse seca
– cansaço
Sintomas menos comuns:
– dores e desconfortos
– dor de garganta
– diarreia
– conjuntivite
– dor de cabeça
– perda de paladar ou olfato
– erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés
Sintomas graves:
– dificuldade de respirar ou falta de ar
– dor ou pressão no peito
– perda de fala ou movimento
Procure atendimento médico imediato se tiver sintomas graves. Sempre ligue antes de ir ao médico ou posto de saúde, clínicas ou hospitais.
Pessoas saudáveis que apresentarem os sintomas leves devem acompanhar seus sintomas em casa.
Em média, os sintomas aparecem após 5 ou 6 dias depois de ser infectado com o vírus. Porém, isso pode levar até 14 dias.
Evite visitar pessoas idosas ou de grupo de risco. Fiquei em casa se puder, e se não, use máscara o tempo todo e use álcool em gel.
Saúde
Confira quais produtos Ypê foram liberados pela Anvisa e quais seguem com restrições

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou o status dos produtos da marca Ypê que haviam sido alvo de suspensão cautelar. A medida envolve detergentes, desinfetantes e lava-roupas fabricados pela Química Amparo Ltda. (CNPJ 43.461.789/0001-90), especialmente aqueles com lotes cuja numeração termina em 1.
De acordo com a Anvisa, permanecem suspensos e não devem ser utilizados os detergentes líquidos e desinfetantes Ypê produzidos antes de 1º de março deste ano. No caso dos lava-roupas líquidos, a restrição segue válida para os produtos fabricados antes de 1º de abril.
A atualização ocorre após a empresa apresentar laudos considerados satisfatórios para os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos a partir de 1º de março. Com isso, esses produtos foram liberados para comercialização e uso.
Já em relação aos lava-roupas líquidos, a liberação vale apenas para os itens fabricados a partir de 1º de abril. Os demais lotes continuam sob restrição determinada pela agência reguladora.
As novas medidas foram publicadas pela Anvisa no Diário Oficial da União (DOU), atualizando a decisão anunciada inicialmente em 1º de abril.
Produtos que permanecem suspensos:
Detergentes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;
Desinfetantes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;
Lava-roupas líquidos Ypê fabricados antes de 1º de abril.
A orientação da Anvisa é para que consumidores verifiquem a data de fabricação e a identificação dos lotes antes de utilizar os produtos abrangidos pela medida.
Saúde
Paciente com suspeita de ebola tem resultado negativo para a doença no RS

O exame realizado para investigar a suspeita de ebola em um paciente transferido de Novo Hamburgo para Porto Alegre apresentou resultado negativo. A confirmação foi recebida pelo Grupo Hospitalar Conceição na noite de sábado, 13, após análise conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
O paciente, um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental que enfrenta um surto da doença, inicialmente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos, em Novo Hamburgo. Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, ele permaneceu em isolamento enquanto eram realizados os procedimentos de investigação.
Além da suspeita de ebola, o homem teve diagnóstico confirmado para malária causada pelo parasita Plasmodium falciparum. Segundo as equipes médicas, ele apresentava quadro clínico estável. Na sexta-feira, 12, foi encaminhado para Porto Alegre, onde segue internado.
Em nota divulgada neste domingo, 14, o Grupo Hospitalar Conceição informou que, com a exclusão da hipótese de ebola, o paciente poderá receber todos os recursos diagnósticos e terapêuticos disponíveis na instituição para o tratamento adequado da malária. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A investigação mobilizou profissionais do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) e do Ministério da Saúde. As amostras coletadas foram levadas ao Rio de Janeiro em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino ao laboratório responsável pela análise.
A Secretaria Estadual da Saúde destacou que a rápida adoção dos protocolos previstos para casos suspeitos demonstra a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de situações que exigem atenção especial. O acompanhamento do paciente continua sendo realizado pelas equipes de assistência e vigilância em saúde.
Saúde
RS investiga caso suspeito de Ebola em paciente atendido em Novo Hamburgo

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul acompanha a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos, que esteve recentemente em Uganda, país localizado na África Oriental.
O paciente procurou atendimento em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. De acordo com a pasta, diante do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, foram adotadas imediatamente as medidas previstas nos protocolos nacionais de vigilância e resposta para casos suspeitos da doença.
Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, que teve resultado positivo para Plasmodium falciparum. O tratamento específico foi iniciado logo após a confirmação do diagnóstico. Apesar disso, o caso segue em investigação para Ebola, conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
O descarte definitivo da suspeita dependerá do resultado dos exames laboratoriais realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório nacional de referência para esse tipo de análise.
Seguindo os protocolos clínicos, o paciente será transferido para o Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, unidade de referência estadual para acompanhamento especializado e coleta de amostras para exames complementares. Caso a infecção pelo vírus Ebola seja confirmada, ele será encaminhado para um hospital de referência nacional.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que o caso foi comunicado ao Ministério da Saúde e que as ações estão sendo conduzidas em conjunto com as autoridades municipais e federais, conforme os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança.
Também foi iniciado o rastreamento das pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes serão monitorados por um período de 30 dias para a identificação precoce de possíveis sintomas. As equipes dos serviços de saúde envolvidos receberam orientações sobre as medidas de prevenção e controle de infecções previstas nos protocolos vigentes.

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