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04/05/2026
 

Saúde

Mutirão da saúde vai realizar mais de 16 mil consultas e procedimentos cirúrgicos

Redação

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As últimas semanas estão sendo de intensa movimentação no Hospital Municipal de Canoas (Hospital da Ulbra). A Prefeitura, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), está realizando um mutirão de procedimentos cirúrgicos e consultas em áreas específicas que iniciou no mês passado e vai até o final de dezembro. Mais de 16 mil atendimentos devem ser realizados para acolher à demanda represada durante o ápice da pandemia do novo coronavírus na cidade.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Fernando Ritter, Canoas passou pelo pior momento da pandemia e o sucesso do enfrentamento, até então, permite agora o aumento no número dos procedimentos eletivos em diversas especialidades, como os voltados para a cardiologia, traumatologia, cirurgia vascular, pneumologia, ginecologia e proctologia. “A diminuição considerável do número de casos, gerada principalmente pela excelência dos Hospitais de Campanha, que atenderam mais de 17 mil canoenses, permitiu que nossos profissionais pudessem recuperar todas aquelas cirurgias e procedimentos represados”, explica.

Até mesmo as consultas e cirurgias referentes às áreas de neurologia e cardiologia, por exemplo, não foram comprometidas na totalidade durante a pandemia. No entanto, a demanda, que outrora tinha como média 5 mil pessoas por mês, não foi a mesma. Diversos pacientes, por se enquadrarem no grupo de risco da Covid-19, permaneceram em suas casas para não correr o risco da infecção.

Para auxiliar no atendimento à população sem que haja qualquer prejuízo às operações que já ocorrem em dias de semana, a Prefeitura de Canoas promove os procedimentos aos sábados, domingos e nos horários noturnos para pacientes previamente agendados. Cerca de 8.820 consultas já estão marcadas para esse período.

O Hospital Municipal de Canoas, referência para o tratamento da covid-19 no estado, recebeu reforma em 100% de suas instalações, como alas, quartos, sanitários e corredores. No último andar reformado, o oitavo, as reformas ocorreram sem sem qualquer intercorrência aos pacientes internados. Desde 2017, a reestruturação e o aparelhamento do hospital oferecem maior qualidade e conforto ao quadro de funcionários, pacientes e familiares.

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Saúde

Organização Mundial da Saúde investiga possível surto de hantavírus em cruzeiro com três mortes

Redação

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Imagem ilustrativa

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está investigando um possível surto de hantavírus a bordo de um cruzeiro no Oceano Atlântico, após a morte de três pessoas.

Segundo a entidade, seis passageiros apresentaram sintomas da infecção durante a viagem. Até o momento, apenas um caso foi confirmado em laboratório, enquanto os outros cinco seguem como suspeitos. Entre os infectados, três morreram e uma pessoa permanece internada em estado grave, em uma unidade de terapia intensiva na África do Sul.

Em comunicado divulgado no domingo, 3, a OMS, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que o caso ainda está sob análise e que as investigações seguem para identificar a origem das infecções.

O que é o hantavírus

O hantavírus é uma infecção transmitida principalmente por roedores silvestres. A contaminação ocorre, na maioria das vezes, pela inalação de poeira com urina, fezes ou saliva desses animais. Também pode acontecer pelo contato direto com mucosas ou por mordidas.

Em casos mais graves, a doença pode evoluir para a síndrome pulmonar por hantavírus, que compromete o sistema respiratório e pode ser fatal.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), os sintomas podem aparecer até oito semanas após a exposição e incluem febre, dores musculares e fadiga.

Autoridades de saúde destacam ainda que fatores como desmatamento, expansão urbana e aumento da população de roedores podem contribuir para o surgimento de novos casos da doença.

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Saúde

Anvisa proíbe repelentes e protetores solares da Henlau Química por irregularidades na fabricação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quarta-feira, 29, a proibição da fabricação, distribuição, venda, divulgação e uso de repelentes e protetores solares produzidos pela Henlau Química. A decisão foi tomada após a identificação de que os produtos estavam sendo fabricados com fórmula diferente da autorizada.

Devem ser recolhidos do mercado os seguintes itens:

Repelente Gel Baby Amorável

Sunlau FPS 30 – loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E

Protetor Solar FPS 30 Wurth

Sunlau Spray repelente Deet

Needs Repelente de Insetos com Icaridina Spray Kids

Needs Repelente de Insetos com Icaridina Gel Kids

Consumidores que possuam algum desses produtos devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado nos rótulos.

A medida foi oficializada por meio da Resolução RE nº 1.743/2026, publicada no Diário Oficial da União, que também determinou o recolhimento e proibiu a fabricação, comercialização e uso de todos os cosméticos produzidos pela empresa.

De acordo com a Anvisa, uma inspeção realizada entre os dias 14 e 17 de abril constatou o descumprimento das normas previstas na RDC nº 48/2013, que estabelece as boas práticas de fabricação para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.

Durante a fiscalização, também foram identificadas falhas na produção de saneantes, em desacordo com a RDC nº 47/2013, que trata das boas práticas para esse tipo de produto. Diante das irregularidades, a agência determinou ainda a suspensão da fabricação desses itens.

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Saúde

UTI neonatal do Hospital Fêmina retoma atendimentos após surto de superbactéria em Porto Alegre

Redação

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A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Fêmina, em Porto Alegre, retomou o atendimento a pacientes após ficar mais de dez dias fechada.

A interrupção ocorreu devido ao controle de um surto causado por uma superbactéria. Durante o período, foram adotadas medidas de contenção e desinfecção no setor. Com a normalização do ambiente, a unidade voltou a operar regularmente.

Relembre o caso

Um recém-nascido extremamente prematuro, com 26 semanas de gestação, morreu após testar positivo para a bactéria na UTI Neonatal do hospital.

O microrganismo, classificado como pan-resistente, foi identificado no dia 16. Ao todo, 34 pacientes estavam internados na unidade no momento do surto. Quatro bebês testaram positivo, incluindo o recém-nascido que morreu. Os outros três permanecem em estado estável, isolados e sob acompanhamento exclusivo.

Diante da situação, o hospital suspendeu novas internações e passou a encaminhar gestantes de alto risco para outras maternidades da Capital.

Segundo o Grupo Hospitalar Conceição, responsável pela unidade, os órgãos de saúde foram notificados e as equipes seguem atuando para evitar novos casos. A Secretaria Municipal e a Secretaria Estadual de Saúde também acompanham a situação e auxiliam no redirecionamento de pacientes.

Superbactéria

Acinetobacter baumannii é um patógeno associado a infecções hospitalares, com maior risco em pacientes internados por longos períodos e com o sistema imunológico fragilizado. A bactéria também apresenta resistência a antibióticos de última linha, como os carbapenêmicos, o que dificulta o tratamento e aumenta o risco de complicações.

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