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16/04/2026
 

Geral

Faviero Veículos completa 30 anos de ativiadade em Canoas

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Publicado

em

Monique Mendes

Em agosto de 1987, a Faviero Veículos iniciou as atividades na cidade de Canoas. Com poucos veículos à venda, mas com os mesmos princípios éticos que mantém até hoje, a empresa superou a crise econômica que ocorria no país na época e se firmou no mercado pela excelência no atendimento e alto padrão de qualidade em veículos seminovos.

A Faviero Veículos carrega em seu DNA muitos dos valores do seu proprietário, Luiz Antônio Chemello Faviero, 55 anos. Foi impulsionado pelo amor à profissão e pelos quatro filhos, dos quais se orgulha. Faviero recebeu a equipe do jornal O Timoneiro em sua sala e compartilhou momentos desta história de 30 anos de trabalho, que se mescla com sua própria história pessoal.

Jornal O Timoneiro – Você foi vendedor de carros antes de abrir o próprio negócio. Como iniciou a Faviero Veículos?

Luiz Faviero: Depois de cinco anos de experiência na área passando por revendas autorizadas Wolksvagem, Chevrolet, Fiat, resolvi, em agosto de 1987, ter o meu próprio negócio. Estávamos em meio a uma crise muito grande no mercado brasileiro, onde não se conseguia vender carro e o setor foi para lama. Muitas lojas fecharam, entre elas estava uma que tinha sede em Porto Alegre e havia encerrado as operações aqui em Canoas. Falei com eles, deixei meus documentos e propus levar uns carros para lá e vender. Uma semana depois eu voltei e pude iniciar o meu negócio. Quando cheguei na loja já coloquei o nome Faviero Automóveis. Acredito que quando a pessoa põe o seu nome, isso dá uma credibilidade imensa. Aprendi sozinho, pela vida, que honestidade é a primeira coisa que se deve ter. Sem honestidade não se vai a lugar nenhum. Apenas em 1994, viemos para esse local, aqui na Getúlio Vargas, que é uma sede boa e própria. Estamos neste ponto há quase 24 anos.

Jornal O Timoneiro – Como foi manter um mesmo negócio no mercado por 30 anos?

Luiz Faviero – Foi muito difícil nestes anos todos. Tive momentos de ficar até dois anos seguidos perdendo dinheiro. No início do governo Lula, onde o crédito para carro zero sem entrada foi fomentado, ninguém queria saber de carro usado, apenas carro novo. Foi um momento bem difícil para nós que vivemos da venda de carros usados. Em 1994, fui algumas vezes para os Estados Unidos, que têm o mercado de automóveis que a gente se espelha mais, para saber o que estava acontecendo com o Brasil, já que ninguém queria mais carro usado. Quando comecei existiam umas 15 lojas de carros em Canoas, hoje devemos ter por volta de umas 250 lojas na cidade. Em 2013, por um acaso do destino, eu passei por outra perda grande, que foi o falecimento do meu segundo filho, Felipe Faviero, num acidente fatal de carro. Ele era o meu braço direito e já fazia tudo aqui. Gerenciava, resolvia todos os negócios e nada passava sem o aval dele. Eu só ficava na administração. Hoje tenho a sorte de ter meus outros dois filhos trabalhando e aprendendo comigo. O Ricieri, que veio para loja quando tinha 15 anos e pretende dar seguimento no negócio, e o Luca, que está com 16 anos e trabalha meio turno comigo faz dois anos.

Jornal O Timoneiro – Quais são os diferenciais da sua empresa e como vê o futuro das vendas com as novas tecnologias que o mercado oferece, como: redes sociais, sites e aplicativos?

Luiz Faviero- A gente cuida bem do nosso cliente. Prezamos pela confiança, credibilidade, fidelização. Trabalhamos muito com fidelização. Não vendemos mais automóveis há muito tempo, vendemos confiança. Damos garantia dos nossos carros e antes de vender eu tenho certeza que usaria esse veículo. Pode ser do ano mais baixo que for, se tiver aqui para vender é porque está bom. Vamos fidelizando e mantendo nossos clientes. Hoje 60% da nossa venda mensal é de clientes, os outros 40% são novos. Buscamos no mercado o melhor carro possível, revisamos antes de vender para as pessoas não se preocuparem, como se estivessem comprando um carro novo. Sobre as tecnologias, acho fundamental e nos mantemos atualizados. Temos face e um site para venda dos veículos é fundamental hoje em dia. Acredito que mais de 80% da nossa venda, seja cliente novo ou antigo, olha primeiro no site. Nada vai funcionar se a pessoa não puder olhar no celular, dentro do carro, onde estiver. Temos uma boa câmera fotográfica para dar qualidade perfeita nas fotos. Precisamos melhorar, tudo precisa melhorar, mas a gente está sempre buscando esse aprimoramento e novidades.

Jornal O Timoneiro – Como você se vê como profissional e quais são os projetos da empresa para o futuro?

Luiz Faviero – Hoje, eu estou maduro e acredito que cheguei no nível mais alto de uma profissão. Tenho conhecimento total do meu negócio e conheço todo o processo do início ao fim. Me sinto capaz de ensinar e formar discípulos para que no futuro eles toquem a loja e eu consiga descansar em paz. Vou trabalhar até morrer, porque eu gosto do que faço, gosto de vir para loja, gosto do meu pessoal. Todo mundo se sente bem, é bem tratado aqui. Não vamos parar nunca e estaremos sempre buscando crescer. No ano que vem vamos inaugurar uma nova sede, que fica aqui pertinho. Ela será bonita, aconchegante, tudo pensado no melhor para os nossos clientes.

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Meio Ambiente

Governo do Estado sanciona lei que cria fundo para proteção e bem-estar animal no RS

Redação

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em

Autor: Maurício Tonetto/Secom

O Governo do Estado sancionou, na quarta-feira, 15, a lei que cria o Fundo Estadual de Proteção e Bem-Estar dos Animais Domésticos, apontado como uma iniciativa inédita no país. Também foi publicado o decreto que regulamenta a medida, além do anúncio de um investimento inicial de R$ 5 milhões. O ato ocorreu no Palácio Piratini, na presença de autoridades da área ambiental, entre elas a titular da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann.

A nova legislação institui uma fonte específica de recursos para políticas públicas voltadas à proteção e ao bem-estar animal. A proposta prevê repasses para municípios, organizações da sociedade civil e instituições parceiras, além da criação de um conselho gestor com participação social para acompanhar a aplicação dos valores.

Durante o ato, o governador destacou que o fundo deve financiar ações construídas em diálogo com entidades e pessoas que atuam na causa animal.

“Esse fundo vai financiar uma série de iniciativas construídas em diálogo com quem vive e luta diariamente por essa causa”, afirmou.

Ele também mencionou que a medida busca consolidar ações já existentes em uma política pública estruturada.

Outro ponto ressaltado foi a participação da sociedade civil na gestão dos recursos. “O engajamento da sociedade civil é também essencial nessa construção, com um conselho gestor que vai ajudar a orientar e qualificar as ações”, disse o governador.

Já o vice-governador destacou a criação de uma reserva específica de recursos para a área.

“A partir de agora, vamos sempre ter um recurso reservado do orçamento exclusivamente para atender a política de proteção e bem-estar animal”, afirmou.

O fundo passa a ter caráter permanente, com a previsão de financiamento contínuo para ações voltadas à proteção e ao cuidado com animais domésticos no Rio Grande do Sul.

Fundo define fontes de receita e destinação dos recursos

O fundo estadual terá como fontes de receita recursos do orçamento do Estado, repasses da União, transferências de outros entes federativos, doações de pessoas físicas e jurídicas e rendimentos de aplicações financeiras.

Os valores poderão ser aplicados em ações voltadas a cães, gatos e equinos. Para cães e gatos, estão previstos programas de esterilização, convênios com clínicas e hospitais veterinários e apoio a abrigos e entidades que atendem animais em situação de abandono ou risco.

No caso dos equinos, os recursos poderão ser utilizados em programas de redução do uso de veículos de tração animal, campanhas de conscientização e capacitação de profissionais da área.

A aplicação dos recursos seguirá critérios como a redução da população de animais em situação de rua, atendimento a casos de maus-tratos ou risco sanitário e alcance das ações. O fundo também poderá ser utilizado em situações emergenciais, como eventos climáticos extremos, para atendimento a animais afetados.

Comitê gestor

A secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, informou que o fundo contará com um conselho gestor formado por representantes do poder público e da sociedade civil. A composição inclui entidades de proteção animal, organizações não governamentais e instituições de ensino e pesquisa com atuação na área.

Durante o ato, a secretária mencionou que o modelo prevê um comitê gestor paritário, com participação de diferentes setores. “Estamos estruturando um instrumento participativo, que contará com um comitê gestor paritário”, afirmou.

O comitê será formado por oito integrantes: dois representantes da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), um da Defesa Civil, um da Secretaria da Fazenda (Sefaz), um indicado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária, um indicado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), além de um representante de instituições de ensino e pesquisa e um de organizações não governamentais. Estes dois últimos serão escolhidos por meio de edital público, com mandato de dois anos.

Presente no ato, a ativista da causa animal Rosane Marchetti falou sobre a expectativa em relação ao fundo.

“Espero que esse seja o começo de um novo tempo, em que não só os animais, mas os protetores também vão ter dignidade. Um protetor se envolve completamente com essa causa, mas ele só tem amor, não tem dinheiro”, disse.

O repasse de recursos para municípios e entidades está condicionado à instalação do comitê gestor, processo que deve levar cerca de três meses para ser concluído.

Repasse aos municípios

O Fundo Estadual de Proteção e Bem-Estar dos Animais Domésticos simplifica o repasse de recursos a municípios e entidades de proteção animal. Em vez de se basear em convênios, como funcionava anteriormente, o modelo a ser utilizado para os repasses será o fundo a fundo.

Para receber recursos do fundo estadual, os municípios precisarão contar com fundos municipais de bem-estar animal, que tenham comitê gestor próprio e regimento interno. Para estimular a criação desses fundos nos municípios que ainda não têm, a Sema disponibiliza modelos de documentos para auxiliar as prefeituras.

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Geral

Prefeitura de Canoas promove viagem para grupo de idosas por meio do Programa de Turismo Social

Redação

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Nesta segunda-feira, 13, o grupo de idosas Renascer participou de uma viagem a Garibaldi para a Festa do Grostoli, dentro de uma atividade de turismo social promovida em Canoas.

A iniciativa levou as participantes para um dia de passeio e convivência durante o evento na Serra Gaúcha.

A ação foi organizada pela Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria da Mulher, Cidadania e Inclusão.

Durante a viagem, a vice-coordenadora do grupo, Eliane Medeiros, destacou a importância da iniciativa.

“O programa é uma oportunidade de promover a convivência por meio do turismo. Temos participantes com mais de 80 anos, e viajar com as amigas é uma forma de lazer que valoriza todas as idades”, afirmou.

A secretária da Mulher, Cidadania e Inclusão, Maria Beatris Conter Arruda, ressaltou o impacto das ações para o grupo.

“A integração e a participação em atividades como essa fortalecem os vínculos, ampliam o convívio social e contribuem para a qualidade de vida das integrantes do grupo Renascer”, destacou.

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Policial

Família desaparecida em Cachoeirinha: sangue na casa da família Aguiar é de Silvana e do pai; confirma Polícia Civil

Redação

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A Polícia Civil confirmou que o sangue encontrado na residência de Silvana Germann Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde o fim de janeiro em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, pertence a ela e ao pai, Isail Aguiar, de 69 anos, que também está desaparecido.

Silvana e os pais, Isail e Dalmira Germann de Aguiar, de 70 anos, não são vistos há cerca de 80 dias. Silvana desapareceu no dia 24 de janeiro. Já Isail e Dalmira foram vistos pela última vez no dia 25. Desde então, não há informações sobre o paradeiro da família.

O principal suspeito do caso é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente. A Polícia Civil considera remotas as chances de que as vítimas sejam encontradas com vida e trata o caso como feminicídio e duplo homicídio.

De acordo com a investigação, a possível motivação do crime estaria relacionada à disputa pela guarda do filho do policial com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família Aguiar.

No fim de março, outras três pessoas ligadas ao policial passaram a ser investigadas por suspeita de atrapalhar o andamento do inquérito. Uma parente, que atua na área de tecnologia da informação, é suspeita de apagar dados de dispositivos eletrônicos e de armazenamento em nuvem, podendo responder por fraude processual.

Outro familiar é investigado por supostamente excluir imagens de câmeras de segurança da casa onde mora a mãe do policial, também sob suspeita de fraude processual. Há ainda um terceiro envolvido, próximo ao suspeito, investigado por falso testemunho. Segundo a polícia, ele teria mentido em depoimento para tentar fornecer um álibi ao policial, a pedido de uma familiar.

A defesa de Cristiano Domingues Francisco, representada pelo advogado Jeverson Barcellos, informou que acompanha o caso e aguarda a conclusão do inquérito para se manifestar.

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