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06/07/2024
 

Ensino

CPERS promete paralisação no primeiro dia de retorno às aulas

Rede estadual previa retorno das aulas no dia 29 de fevereiro, mas haverá paralisação dos professores

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03/08/2015 PORTO ALEGRE/RS/BRASIL Ato contra o parcelamento de salários      Foto: Caco Argemi/CPERS

03/08/2015 PORTO ALEGRE/RS/BRASIL Ato contra o parcelamento de salários Foto: Caco Argemi/CPERS

Embora as aulas ainda não tenham começado para os estudantes da rede estadual de ensino, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS – Sindicato) promete uma paralisação no dia 29 de fevereiro, dia em que as aulas deveriam começar conforme estabelece o calendário do governo. A manifestação é contra o governador José Ivo Sartori (PMDB) e “em defesa da valorização dos professores e funcionários de escola e contra o desmonte da escola pública”.

O sindicato acusa o governador do estado de implantar uma política de “Estado mínimo”, alem de cultivar o “desmonte da educação pública gaúcha”. Segundo o órgão, José Ivo Sartori “sucateia instituições que já sofrem com a precarização das estruturas e a desvalorização de professores e funcionários de escola”.

O Centro cita ainda a falta de pagamendo do Piso Nacional do Magistério e o reajuste anual da categoria. “Tal decisão representa um retrocesso nos direitos históricos e traz sérias consequências como o fechamento de turmas, a demissão de docentes e a enturmação”, critica.

O CPERS esclareceu que a direção das escolas juntamente com a comunidade escolar tem autonomia para sua organização, desde que sejam respeitadas as 800/1000hs e duzentos dias letivos. O número de períodos e quantos minutos terá cada um deve ser decidido pelas escolas, o que lhes é garantido pela Lei de Gestão Democrática e lhes concede autonomia.

 

Greve a vista

Além de realizar uma campanha estadual, prometendo outdoors espalhados “pelos principais pontos da cidade e a divulgação nas redes sociais, no dia 29 de fevereiro – Dia da Paralisação Nacional da Educação”, o Sindicato aproveitou para convidar a todos os educadores para realizar “paralisação com aula magna e a integração da comunidade escolar”. Nos dias 15, 16 e 17 de março o Centro integrará e convocou a todos professores e funcionários de escola a realizarem a greve proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE.

 

Leia Nota do CPERS na íntegra:

“Na posição de candidato ao cargo de governo do Estado, Sartori afirmava em todos os seus discursos que a educação seria prioridade em sua gestão. Após pouco mais de um ano como governador, o que se vê é a implantação da política de um Estado mínimo e o desmonte da educação pública gaúcha. Ao invés de investir na melhoria da educação oferecida nas escolas estaduais, Sartori sucateia instituições que já sofrem com a precarização das estruturas e a desvalorização de professores e funcionários de escola.

“O descaso do governador com os educadores fica ainda mais nítido quando o mesmo, além de não respeitar direitos previstos em Lei, como o pagamento do Piso Nacional do Magistério e o reajuste anual, ordena o aumento da carga horária dos professores. Tal decisão representa um retrocesso nos direitos históricos e traz sérias consequências como o fechamento de turmas, a demissão de docentes e a enturmação.

“O CPERS esclarece que a direção das escolas juntamente com a comunidade escolar tem autonomia para sua organização, desde que sejam respeitadas as 800/1000hs e duzentos dias letivos. O número de períodos e quantos minutos terá cada um deve ser decidido pelas escolas, o que lhes é garantido pela Lei de Gestão Democrática e lhes concede autonomia.

“Sartori tem demonstrado que não respeita a autonomia pedagógica e a gestão democrática das instituições. Diariamente, professores e funcionários de escola convivem com o descaso do governo. Há falta de estrutura e de pessoal, atraso e parcelamento de salários e o não pagamento, em dia, de direitos históricos como o 13º salário. Mas, mesmo diante de tal cenário, os educadores empenham-se para driblar a falta de estrutura adequada para proporcionar uma educação pública de qualidade.

“Vamos dizer um basta aos ataques e exigir nossos direitos

“Diante dessa situação insustentável, o CPERS SINDICATO, além de realizar uma campanha estadual em defesa de escola pública, com outdoors espalhados pelos principais pontos da cidade e a divulgação nas redes sociais, no dia 29 de fevereiro – Dia da Paralisação Nacional da Educação, o Sindicato convida a todos os educadores para realizar paralisação com aula magna e a integração da comunidade escolar. Nos dias 15, 16 e 17 de março o Sindicato integra e convoca a todos professores e funcionários de escola a realizarem a greve proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE.

“Para decidir junto a categoria quais os próximos passos do CPERS para acabar com as ações de desmonte da escola pública, a Direção Central do Sindicato convoca a todos os educadores a participarem da Assembleia Geral, que será realizada no dia 18 de março, no Gigantinho, em Porto Alegre.

“Somente através da nossa união conseguiremos barrar os ataques deste governo autoritário e impedir que nossos direitos sejam retirados.

“Todos juntos em defesa da valorização dos professores e funcionários de escola e contra o desmonte da escola pública!”

 

Educação

Aulas de seis escolas canoenses de Ensino Fundamental voltam na terça-feira, 25

Redação

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Aulas de seis escolas canoenses de Ensino Fundamental voltam na terça-feira, 23

Mais seis escolas municipais de Ensino Fundamental voltam às aulas nesta terça-feira, 25. São cinco escolas do lado Leste que retomam as atividades — as EMEFs Erna Würth, Duque de Caxias, Ildo Meneghetti, Walter Peracchi e Rondônia — e uma do lado Oeste — a EMEF Max Oderich.

Com isso, Canoas terá 14 EMEFs abertas, recebendo 8.270 alunos.

Lado Leste

De acordo com a gestão municipal, as demais escolas do lado Leste, que não foram afetadas, ainda são utilizadas como pontos de abrigamento.

Já as outras EMEFs dos bairros atingidos ainda precisam passar por vistoria, limpeza, avaliação estrutural e quantificação dos prejuízos.

A expectativa da Secretaria Municipal de Educação é que as aulas sejam retomadas em todas as escolas até o final do mês de julho.

Confira as EMEFs que reabrem na terça-feira, 25:

– EMEF Erna Wurth
– EMEF Duque de Caxias
– EMEF Ildo Meneghetti
– EMEF Walter Peracchi
– EMEF Max Adolfo Oderich
– EMEF Rondônia

EMEFs reabertas em 18 de junho:

– EMEF 7 de Setembro
– EMEF General Neto
– EMEF Tancredo Neves
– EMEF Leonel Brizola
– EMEF Theodoro Bogen
– EMEF Santos Dumont
– EMEF Ícaro
– EMEF Rio Grande do Sul

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Ensino

Prefeitura de Esteio abre concurso para contratação de professores

Redação

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A Prefeitura de Esteio divulgou o edital do concurso público 01/2024 na segunda-feira, 1º. O certame é aberto para a contratação de oito profissionais da área da Educação e formação de cadastro reserva, com salários que variam de R$ 2.778,79 a R$ 5.459,32, mais auxílios transporte, refeição e alimentação.

As inscrições podem ser feitas a partir desta terça-feira, 2, até o dia 16 de abril, no portal da Fundatec, empresa responsável pela execução do concurso. A taxa de ingresso é de R$ 120). A aplicação das provas teórico-objetivas está prevista para o dia 5 de maio.

Toda a movimentação do concurso deve ser acompanhada no portal da Fundatec, e é dever do candidato se manter atualizado sobre as etapas do certame.

Concurso público 01/2024

Inscrições: De terça-feira, 3, a 16 de abril
OndePortal da Fundatec
Taxa: R$ 120

Vagas

  • Professor de Educação Infantil
    Requisito: Curso Superior em Pedagogia
    Vagas: Seis
    Salário: R$ 4.425,38 (36 horas semanais)
  • Professor de Matemática
    Requisito
    : Curso Superior reconhecido e registrado (licenciatura plena) e certificado de registro no MEC de professor habilitado na disciplina
    Vagas: Duas
    Salário: R$ 2.778,79 (24 horas semanais)
  • Gestor Pedagógico
    Requisito básico
    : Curso Superior em Pedagogia com habilitação ou especialização em orientação, supervisão, coordenação pedagógica ou gestão escolar
    Vagas: Cadastro de reserva
    Salário: R$ 5.459,32 (40 horas semanais)
  • Professor de Anos Iniciais
    Requisito
    : Curso Superior em Pedagogia
    Vagas: Cadastro de reserva
    Salário: R$ 2.778,79 (24 horas semanais)
  • Professor de Português
    Requisito
    : Curso Superior reconhecido e registrado (licenciatura plena) e certificado de registro no MEC de professor habilitado na disciplina
    Vagas: Cadastro de reserva
    Salário: R$ 2.778,79 (24 horas semanais)
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Ensino

Governo de Gravataí envia para a Câmara projetos de lei para aumentar salário de profissionais da educação

Redação

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A Prefeitura de Gravataí enviou à câmara de vereadores local dois projetos de lei que concedem avanços salariais para professores da rede municipal. Os textos tratam dos profissionais que atuam na educação infantil e dos especialistas em educação, o que engloba orientadores e supervisores.

Os PLs 30 e 31/2024 foram elaborados pelo prefeito de Gravataí, Luiz Zaffalon, em conjunto com as equipes das secretarias de Educação e da Fazenda, mais o Sindicato dos Professores Municipais de Gravataí.

A proposta 31/2024 prevê que todos professores da educação infantil recebam o benefício de regência de classe. Essa parcela deve dar um acréscimo de 25% sobre o salário do nível 1 dos professores. Hoje, isso equivale a R$ 573,85.

Já o projeto 30/2024 propõe a valorização em cinco faixas para os professores que possuem graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

Conforme a secretária municipal da Educação, Aurelise Braun, os vencimentos mensais dos especialistas em educação terão uma diferença de 7% entre os níveis em 2024. “Esses servidores ocupam cargos de orientação e supervisão e terão a diferença entre os níveis reajustada para os próximos anos: 8% em 2025, 9% em 2026 e vai chegar a 10% a partir de 2027”, disse. As propostas devem ser votadas já nesta semana pela Câmara Municipal.

O prefeito de Gravataí afirma que a construção em conjunto com as secretarias e o sindicato é vital para o projeto. “É uma proposta que valoriza os educadores e nos permite continuar com investimentos em uma área tão importante para a sociedade como a educação”, avalia Zaffalon.

Para a secretária, que é professora do quadro municipal, as propostas representam uma grande conquista para a educação de Gravataí. “É uma reivindicação de muitos anos dos professores da educação infantil e dos especialistas. Poder valorizar esses profissionais é um momento para comemorarmos”, destacou.

Saiba mais

Atualmente, são 3,1 mil profissionais na educação. Gravataí aplica cerca de 30% do orçamento em educação, embora a Constituição estipule o mínimo de 25%.

Todos os anos, a prefeitura fornece uniforme escolar a todos os 28 mil estudantes da rede municipal. Além disso, a partir deste ano, passou a distribuir o Cartão Material Escolar, iniciativa que possibilita que os itens sejam adquiridos diretamente nas papelarias conveniadas.

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