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13/05/2026
 

Educação

Canoas adia volta às aulas dos alunos da rede municipal para o dia 17 por conta do calor

Redação

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Canoas adia volta às aulas dos alunos da rede municipal para o dia 17 por conta do calor

Em virtude das projeções meteorológicas de dias de calor intenso no começo desta semana, a Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), está prorrogando a volta às aulas dos alunos na rede municipal de ensino.

Previsto para esta quarta-feira, 12, dentro do calendário escolar, o retorno está sendo adiado para a segunda-feira da próxima semana, dia 17. Com a decisão, Canoas é a primeira cidade da Região Metropolitana a adotar medida na esfera da rede municipal de ensino.

O retorno dos professores para as unidades de ensino, agendado para esta segunda-feira, 10, está mantido em virtude das diferentes atividades de boas-vindas já previstas anteriormente por parte de cada escola. Na terça-feira, 11, os educadores ainda permanecem para a readaptação da programação. Enquanto nos dias 12, 13 e 14, devido à ausência de estudantes ocasionada pela prorrogação, os professores estarão dispensados.

“A Secretaria Municipal de Educação de Canoas atende a orientação do prefeito Airton Sousa, que preocupado com o bem-estar dos nossos estudantes e professores, solicitou o adiamento do retorno às aulas por parte dos alunos, indo ao encontro de medida já adotada no calendário da rede estadual”, disse a secretaria da SME, Beth Colombo.

Os dias de aulas perdidos dentro calendário oficial devido a prorrogação do começo das aulas, assim como os dias não trabalhados pelos professores nesta semana, serão recuperados durante o ano letivo.

Educação

Professores da rede municipal de Canoas mantêm greve após rejeitarem nova proposta

Redação

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Os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve durante assembleia realizada na segunda-feira, 11, na sede social da ASMC.

A categoria rejeitou a nova proposta apresentada pela Prefeitura e, neste momento, o comando de greve discute os próximos passos do movimento.

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Educação

Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

Redação

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A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.

Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.

“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.

“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.

Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.

A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.

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Educação

Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Redação

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Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.

No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.

Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.

Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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