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24/03/2026
 

Geral

Hospital Nossa Senhora das Graças é alvo de falsas notícias

Redação

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Nesta semana circulou uma informação em grupos do Facebook, que dizia que o Hospital Nossa Senhora das Graças não estaria atendendo o SUS. A nossa equipe de reportagem entrou em contato com a Secretária Municipal da Saúde que negou o fato.

“É muito triste que pessoas usem da disputa eleitoral para inventar mentiras. Há algum tempo já estamos convivendo com esse problema: falaram que a Upa do Idoso estava fechada, que o Pronto Socorro não atenderia mais pelo SUS e, agora, que o Graças está fechado. O problema é que, ao inventar essas mentiras, as pessoas não atingem só os gestores públicos, mas deixam preocupados os pacientes que precisam dos serviços, o que num momento de emergência pode ser fatal. É muito triste que pessoas usem da disputa eleitoral para inventar mentiras. Espero que a Justiça observe muito de perto essas situações e puna quem atenta contra a Sociedade”, esclareceu o secretário municipal da Saúde, Fernando Ritter.

Novo panorama

O processo eleitoral brasileiro de 2018 ocorreu de maneira diferente dos anteriores, tivemos a inserção do meio digital, um fenômeno que deve ser ainda mais intenso nas eleições deste ano, não somente pela consolidação das redes sociais, que serve como fonte fundamental de informação popular, mas também por conta do distanciamento social, que acaba limitando os eventos dos candidatos.

A eleição está em andamento, e as campanhas estão cada vez mais se intensificando na internet, mas o tema que gerou muita preocupação durante o  último pleito, em 2018,  voltou à tona neste ano: as fake news.

Acordo contra a desinformação

Sete instituições das esferas estaduais e federal no Rio Grande do Sul, Tribunal Regional Eleitoral-RS (TRE-RS), Ministério Público Eleitoral, Ministério Público, Secretária Estadual de Segurança, Polícia Civil, Polícia Federal e Agência Brasileira de Inteligência, firmaram um acordo, com o objetivo de monitorar a circulação de notícias falsas relacionadas às eleições e comunicar as autoridades para investigação e responsabilização penal dos autores e distribuidores de fake news conforme os crimes em que os atos se enquadrarem.

TSE faz parceria com redes sociais

Para combater a divulgação de fake news durante as eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou no último dia  30, uma parceria com as  principais redes sociais. O objetivo da parceria é tentar eliminar a desinformação por má-fé e proteger a democracia. O presidente da CPI Mista das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), disse que a parceria é um passo importante para a realização de eleições limpas.

Seis empresas fizeram parceria com o TSE: WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram, Google e TikTok. Elas vão desenvolver ferramentas para combater perfis falsos, uso indevido de robôs e impulsionamentos ilegais de conteúdo.

As redes sociais parceiras do TSE já possuem botões para denúncias de notícias falsas, na tentativa de conter a disseminação de inverdades. Embora a pauta seja polêmica, as empresas tentam fugir da atitude de punir ou retirar publicações para evitar críticas dos usuários.

*Como denunciar as fake news*

Qualquer denúncia sobre informações falsas, durante a eleição pode ser realizada através do site do Ministério Público Eleitoral por meio do porl MPF Serviços (www.mpf.mp.br/mpfservicos).

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Policial

Investigação se aproxima do fim dois meses após desaparecimento da família Aguiar, diz delegado

Redação

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O desaparecimento da família Aguiar completa dois meses nesta terça-feira, 24, ainda cercado de mistério e sem respostas para familiares e vizinhos. A Polícia Civil trata o caso como feminicídio e duplo homicídio.

As buscas por Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e pelos pais dela, Isail Aguiar, de 69, e Dalmira Aguiar, de 70, seguem em andamento. Equipes do Corpo de Bombeiros e da polícia utilizam, inclusive, cães farejadores na tentativa de localizar os corpos. Silvana desapareceu no dia 24 de janeiro, enquanto os pais sumiram no dia seguinte.

A família era conhecida na região de Cachoeirinha, onde mantinha o Mercado Aguiar, na Vila Anair. Silvana também atuava como revendedora de cosméticos e auxiliava no comércio da família.

O principal suspeito do crime é o policial militar e ex-companheiro de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, que está preso temporariamente desde o dia 10 de fevereiro. Os dois têm um filho de 9 anos.

Segundo o delegado Anderson Spier, responsável pelo caso, o inquérito está em fase final e deve ser concluído em cerca de 20 dias. A expectativa é de que a Polícia Civil solicite a conversão da prisão temporária em preventiva nas próximas semanas.

“Temos uma quantidade grande de elementos, de indícios, que apontam para a prática do crime pelo suspeito. Já conseguimos realizar uma cronologia dos acontecimentos do dia 24 e do dia 25”, afirmou o delegado.

Para verificar a versão apresentada por Cristiano, foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Celular, pen drive, HD externo e um videogame foram analisados. O equipamento eletrônico foi apreendido para verificar se houve conexão com a internet na residência do suspeito durante a noite do desaparecimento, já que ele alegou ter passado o período jogando com um amigo.

A apuração, no entanto, descartou o álibi apresentado. Conforme o delegado, foi possível comprovar inconsistências na versão.

“Nós conseguimos provar que ele não esteve nos locais onde ele afirma que esteve. E além disso, ainda tem outras questões com relação à precisão de horários em que ele não conseguiu comprovar onde estava no momento”, disse.

Outro ponto levantado é que Cristiano estava com o celular de Silvana após o desaparecimento, inclusive levando o aparelho para o trabalho, em Canoas.

A motivação do crime, segundo a polícia, estaria ligada a conflitos entre o ex-casal relacionados à criação do filho. Silvana havia procurado o Conselho Tutelar para relatar divergências sobre os cuidados com a criança, que possui restrições alimentares.

“A gente já tem na investigação formalizado que a motivação passa pela tensão existente entre o suspeito e a Silvana com relação à educação do filho”, explicou o delegado.

Há ainda informações de que a vítima pretendia ingressar com uma ação judicial envolvendo a guarda da criança.

“Existem informações de que ela iria procurar um advogado para tratar questões relacionadas à guarda e outros pontos. A gente entende que isso pode ter sido o fator que desencadeou a ação dele”, completou.

A investigação também considera possível motivação patrimonial. A família possuía imóveis e outros bens, que, em caso de sucessão, poderiam ser herdados pelo neto. A polícia aguarda a quebra de sigilo bancário para aprofundar essa linha de apuração.

Até o momento, não houve movimentação nas contas bancárias das vítimas, o que reforça a hipótese de que elas não estejam vivas.

O principal suspeito deverá prestar um novo depoimento nos próximos dias, como parte da fase final das investigações.

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Geral

Temporal afeta distribuição de água em bairros de Canoas

Redação

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O abastecimento de água nos bairros Guajuviras, Igara e Ozanan, em Canoas, deve ser normalizado de forma gradual até o final da manhã desta terça-feira, 24, diz Corsan Aegea.

De acordo com a empresa, equipes atuam no conserto de um sistema eletromecânico em uma elevatória da Estação de Bombeamento de Água. O equipamento foi afetado pelo temporal que atingiu o município.

A retomada do fornecimento ocorre de maneira progressiva, podendo levar mais tempo em áreas mais altas ou distantes da rede.

Para informações ou solicitações, os moradores podem utilizar os canais de atendimento da companhia, como o aplicativo da Corsan, a Agência Virtual (cliente.corsan.com.br), atendimento via WhatsApp, ligações gratuitas pelo telefone 0800 646 6444 e videochamadas pelo site oficial.

A companhia orienta que a população priorize esses meios durante o período de manutenção, enquanto os trabalhos seguem na cidade.

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Geral

Procon RS discute alta dos combustíveis e anuncia reforço na fiscalização no Estado

Redação

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O Departamento de Defesa do Consumidor do Procon RS se reuniu na última quinta-feira, 19, com representantes do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul para discutir o aumento nos preços dos combustíveis no Estado. O encontro aconteceu na sede do Procon, em Porto Alegre, e buscou esclarecer como o setor tem atuado diante da alta registrada em todo o país.

Durante a reunião, a subsecretária de Justiça e Integridade Institucional, Cristiane Viana, ressaltou a preocupação com os impactos diretos no bolso do consumidor.

“Estamos diante de um contexto em que diversos fatores contribuem para o aumento dos preços dos combustíveis. No entanto, é fundamental garantir que esses reajustes ocorram dentro da legalidade e sem práticas abusivas”, afirmou.

De acordo com o Procon RS, a elevação dos preços está ligada a uma série de fatores, tanto externos quanto internos. Entre eles estão a alta do petróleo no mercado internacional, influenciada por conflitos e instabilidades globais, a valorização do dólar, que encarece a importação de combustíveis, especialmente o diesel, e o aumento da demanda no período de colheita agrícola no Estado. Também pesam questões logísticas, possíveis limitações na oferta e o chamado “efeito psicológico”, quando o medo de desabastecimento acaba pressionando ainda mais os preços.

O diretor do Procon RS, Cleiton Silvestre Munhoz de Freitas, afirmou que o órgão deve intensificar a fiscalização nos próximos dias.

“Estamos trabalhando de forma articulada para identificar e coibir irregularidades. Reforçamos que o Procon RS está ao lado do consumidor e seguirá atuando para garantir transparência e equilíbrio nas relações de consumo”, destacou.

O diretor também orientou que consumidores que se sentirem prejudicados registrem denúncias nos Procons municipais ou diretamente no Procon estadual, em cidades onde não há unidade local.

Além das autoridades citadas, também participaram do encontro o diretor-adjunto do Procon RS, Sérgio Renato Teixeira, o presidente do sindicato, Fabricio Braz, o ex-presidente João Carlos Dal’Aqua e o assessor jurídico Antônio Augusto Queruz.

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