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25/05/2026
 

Saúde

Simers aciona Ministério Público por falta de pediatra no HU de Canoas e hospital nega desassistência

Redação

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Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acionou o Ministério Público neste domingo, 1º de fevereiro, por causa da ausência de médico pediatra no alojamento conjunto do Hospital Universitário de Canoas.

Segundo o Simers, a situação coloca recém-nascidos em risco imediato, já que, conforme o sindicato, o setor estaria há dois dias sem profissional responsável.

A entidade afirma que bebês nascidos nas últimas 48 horas não teriam passado por avaliação médica adequada após o parto e o período de recuperação. Para o Simers, o problema reflete um cenário de fragilização do atendimento no hospital, que já vinha sendo denunciado pelo sindicato.

No ofício enviado à Promotoria de Justiça de Canoas, o Simers pediu uma inspeção urgente na unidade para garantir a segurança dos pacientes, proteger a atuação dos médicos e assegurar atendimento digno à população. O sindicato também lembrou que residentes estão paralisados desde a última quinta-feira, 29, em protesto por melhores condições de trabalho e atendimento.

Hospital nega desassistência e diz que atendimento seguiu normal
Em resposta às acusações, a direção do Hospital Universitário de Canoas e a Associação Saúde em Movimento (AMS), gestora da unidade, divulgaram nota oficial contestando o Simers.

Segundo o hospital, não houve interrupção de atendimento no Centro Obstétrico nem nos setores de Pediatria. A gestão garante que havia número suficiente de pediatras e intensivistas pediátricos em todas as áreas.

Para sustentar essa posição, o HU apresentou dados do fim de semana. Entre sexta-feira, 30 de janeiro e domingo, 1º de fevereiro, foram realizados 23 partos e 73 atendimentos no pronto atendimento obstétrico. O hospital informou ainda que 5 bebês receberam alta do alojamento conjunto entre sexta, 30, e sábado, 31, o que, segundo a gestão, comprova o funcionamento regular dos serviços.

Sobre a menor presença de residentes em alguns setores, o HU atribuiu a situação à paralisação iniciada na quinta-feira, 29, e afirmou que o movimento foi incentivado pelo sindicato. A direção disse que poderá recorrer à Justiça para garantir o atendimento mínimo previsto em lei durante a greve.

Por fim, o hospital garantiu que nenhum recém-nascido ficou sem avaliação médica e que todos receberam atendimento conforme suas necessidades.

O Ministério Público agora analisa o caso.

Saúde

Hospital Universitário de Canoas realiza mutirão com 200 cirurgias de laqueaduras

Redação

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O Hospital Universitário de Canoas realizará, entre os dias 27 e 31 de maio, um mutirão de cirurgias de laqueadura. A ação prevê a realização de 200 procedimentos em cinco dias, com atendimentos em quatro salas cirúrgicas simultaneamente.

Segundo o hospital, a iniciativa deve zerar a fila interna do procedimento na instituição. Além das pacientes cadastradas no HU, também serão abertas vagas para a regulação estadual.

De acordo com dados divulgados pela instituição, em março deste ano 253 mulheres aguardavam pela cirurgia de laqueadura na fila interna do hospital. Atualmente, esse número é de 75 pacientes.

O mutirão será realizado pela Associação Saúde em Movimento (ASM), responsável pela gestão do Hospital Universitário, com apoio da Prefeitura de Canoas, do Grupo Hospitalar Conceição e do programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal.

A superintendente hospitalar da ASM e responsável pelo HU, Tatiani Pacheco, afirmou que muitas pacientes aguardam pelo procedimento há anos.

“Muitas pacientes aguardam anos por esse procedimento e, durante esse período, algumas acabam enfrentando uma nova gestação sem planejamento. Quando ampliamos esse acesso, garantimos mais agilidade no atendimento e reforçamos o direito da mulher de decidir sobre o próprio planejamento familiar e sua saúde”, disse.

Durante o mutirão, serão realizadas 40 cirurgias por dia. As pacientes começarão a ser contatadas ainda nesta semana pelos canais oficiais do hospital para consultas e exames pré-operatórios.

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Saúde

Canoas terá Dia D de atendimentos oftalmológicos para reduzir fila de espera

Redação

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A rede municipal de saúde de Canoas ampliou os atendimentos em oftalmologia para reduzir a fila de espera por consultas, exames e cirurgias. Desde abril, a Clínica São Pietro retomou os atendimentos no município e passou a realizar mutirões voltados a pacientes encaminhados pela rede pública.

Neste mês, a oferta foi ampliada para cerca de 2,5 mil consultas oftalmológicas, mais de 5 mil exames e procedimentos cirúrgicos necessários aos pacientes atendidos pelo SUS.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a medida busca atender à demanda acumulada nos últimos anos.

O primeiro mutirão em maior escala está marcado para 30 de maio, a partir das 7h, na Clínica São Pietro. A previsão é de mais de 300 atendimentos ao longo do dia.

Os agendamentos já estão sendo realizados. A orientação da Secretaria é para que os moradores mantenham os dados atualizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e acompanhem contatos feitos por telefone e mensagens. Agentes comunitários também fazem busca ativa de pacientes não localizados.

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Saúde

RS recebe 81 mil doses de vacina contra covid-19 e amplia distribuição contra gripe

Redação

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O Rio Grande do Sul recebeu na terça-feira, 19, um novo lote de vacinas contra a covid-19 enviado pelo Ministério da Saúde (MS). A remessa inclui 81 mil doses, sendo 24 mil destinadas a crianças e 57 mil para jovens e adultos. Os imunizantes serão armazenados na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi-RS), ligada à Secretaria Estadual da Saúde (SES), e repassados aos municípios conforme a necessidade de recomposição de estoques.

Também nesta semana começou a distribuição de mais 340 mil doses da vacina contra a influenza. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (SES), o Estado já recebeu cerca de 2,2 milhões de doses contra a gripe em 2026. A previsão é de que o total alcance 5,2 milhões até o fim de maio, volume destinado aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde (MS).

Os vírus respiratórios costumam ter maior circulação durante o outono e o inverno no Rio Grande do Sul. Entre eles estão o vírus influenza, o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite em bebês, e o Sars-CoV-2, responsável pela covid-19.

Dados do painel de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apontam que o Estado registrou 3.808 internações em 2026 relacionadas a vírus respiratórios. Desse total, 656 ocorreram por influenza e 313 por covid-19. Crianças de até quatro anos representam 32,8% das internações, enquanto pessoas com 60 anos ou mais correspondem a 42,1% dos casos.

No mesmo período, foram contabilizados 254 óbitos por SRAG. Entre eles, 56 foram atribuídos à covid-19 e 47 à influenza. Segundo os dados da SES, 78% das mortes ocorreram entre idosos com mais de 60 anos.

A vacinação contra a gripe segue abaixo da meta estabelecida pelas autoridades de saúde. Até segunda-feira (18), haviam sido aplicadas 1.866.283 doses no Estado, o que representa cobertura média de 38,6% entre os grupos prioritários.

Entre os públicos com maior adesão estão:

idosos: 1.030.038 doses aplicadas, com cobertura de 43,3%;

gestantes: 34.088 doses, com cobertura de 40,6%;

crianças de seis meses a menores de seis anos: 144.001 doses, com cobertura de 21,7%.

Também fazem parte do público prioritário pessoas com doenças crônicas, profissionais da saúde, professores, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, população privada de liberdade e profissionais das forças de segurança.

A vacinação contra a covid-19 permanece indicada para idosos, gestantes, crianças pequenas, pessoas imunocomprometidas e grupos considerados mais vulneráveis. A orientação da Secretaria Estadual da Saúde (SES) e do Ministério da Saúde (MS) é para que a população procure as unidades básicas de saúde (UBSs) para verificar a situação vacinal.

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