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09/03/2026
 

Policial

Deflagrada mais uma operação contra crimes de abuso sexual infantojuvenil na Região Metropolitana

Redação

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Deflagrada mais uma operação contra crimes de abuso sexual infantojuvenil na Região Metropolitana

Às 5 horas da manhã de sexta-feira, 15, as forças de segurança do Rio Grande do Sul deflagraram mais uma operação contra crimes de abuso sexual infantojuvenil. A ação, conduzida pela Polícia Civil em conjunto com o Instituto-Geral de Perícias (IGP), ocorreu em um município da Região Metropolitana e resultou na apreensão de dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a análises periciais.

Somente na última semana, outras quatro operações semelhantes foram realizadas em diferentes cidades gaúchas, demonstrando o empenho do Estado em coibir esse tipo de prática criminosa e proteger as crianças e os adolescentes. A segurança é uma da áreas prioritárias do governador Eduardo Leite.

“Realizamos mais uma operação em conjunto com a Polícia Civil, numa parceria consolidada há anos no enfrentamento à pedofilia e ao abuso infantojuvenil. Esse combate é prioridade para as forças de segurança e para o governo do Estado como um todo”, destacou o coordenador do Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope) do IGP, Marcelo Nadler.

“Cumprimos mandado de busca e apreensão na residência de um suspeito de produzir e compartilhar material que caracteriza abuso sexual infantojuvenil. Os dispositivos apreendidos serão submetidos à perícia pelo IGP”, afirmou o diretor da Divisão Especial da Criança e do Adolescente da Polícia Civil (Deca), delegado Raul Vier.

Núcleo pioneiro no Brasil

Criado em 2025, o Nucope, vinculado ao IGP, é pioneiro no país por reunir especialistas em três áreas distintas: informática forense, genética forense e perícias psíquicas. “A integração dessas áreas possibilita respostas mais rápidas e eficazes. O Nucope é um avanço estratégico, pois fortalece a capacidade técnica do Estado nesse tipo de investigação e amplia a proteção às crianças e adolescentes”, ressaltou Nadler.

A concretização do núcleo é resultado dos investimentos expressivos realizados pelo governo do Estado na perícia criminal. Nos últimos dois anos, foram aplicados R$ 12 milhões em novas tecnologias para o IGP. Entre os equipamentos adquiridos, destaca-se um aparelho de última geração capaz de desbloquear até os celulares mais modernos e extrair informações essenciais para as apurações.

As frentes de atuação do Nucope vão desde o levantamento de provas digitais, como mensagens e arquivos, até exames genéticos que podem identificar agressores. Já a perícia psíquica atua tanto no acolhimento das vítimas quanto na produção de elementos técnicos para reforçar os inquéritos.

“Recebemos equipamentos modernos e estamos preparados para rastrear as informações e contribuir para inquéritos robustos. Não há mais como o criminoso se esconder das forças de segurança do Estado”, frisou Nadler.

Ambiente digital 

Na esfera da Polícia Civil, a Deca criou recentemente o Núcleo de Operações Cibernéticas (Noc), especializado na apuração desse tipo de crime no ambiente digital. A unidade conta com policiais qualificados e ferramentas modernas para identificar criminosos que atuam virtualmente.

“Tudo o que é praticado na internet deixa rastros, e o nosso papel é seguir esse caminho para que os autores desses delitos sejam responsabilizados”, comentou Vier.

As investigações podem ser iniciadas a partir de registros de ocorrência, denúncias anônimas ou monitoramento contínuo do ambiente digital. O número para denúncias é o 181, também conhecido como Disque-Denúncia, um canal seguro disponibilizado à população. Em todas as ligações, são garantidos o sigilo e o anonimato do informante.

Policial

Polícia Civil cumpre 16 ordens judiciais durante Operação Mulher Segura na Região Metropolitana do RS

Redação

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A Polícia Civil participou, na quarta-feira, 4, da Operação Mulher Segura 2026, uma ação voltada ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra mulheres. A iniciativa foi conduzida pela Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher, ligada ao Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis.

Durante a operação, foram cumpridas 16 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão de armas de fogo e de prisão de suspeitos de violência doméstica. Também foram verificadas 20 denúncias anônimas.

As ações ocorreram nas cidades de Porto Alegre, Gravataí, Alvorada e Viamão. Até o momento, duas pessoas foram presas.

A operação integra uma mobilização nacional voltada à prevenção e ao combate da violência contra mulheres e meninas. No Rio Grande do Sul, mais de 60 policiais civis do Departamento de Proteção a Grupos Vulneráveis e de outros setores da Polícia Civil participaram da ação.

A Polícia Civil reforça que casos de violência doméstica podem ser denunciados por diferentes canais. As denúncias podem ser feitas pelo site da Delegacia Online, pelo e-mail dpgv-dipam@pc.rs.gov.br ou pelo telefone 180, que atende gratuitamente em todo o Brasil.

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Policial

MPRS prende responsáveis por escola infantil em Alvorada suspeitas de sedar e agredir crianças

Redação

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e com apoio da Brigada Militar, prendeu preventivamente, nesta terça-feira, 3, duas mulheres responsáveis por uma escola de educação infantil em Alvorada. Elas também atuavam como professoras na instituição.

As prisões ocorreram nos municípios de Canoas e Alvorada. As investigadas são suspeitas de sedar crianças sem prescrição médica, além de praticar agressões físicas e psicológicas contra alunos com idades entre dois e cinco anos.

A medida foi solicitada pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, após a conclusão de investigação que reuniu depoimentos, imagens e documentos apontando a gravidade dos fatos. As apurações começaram depois que mães de alunos procuraram a Delegacia de Polícia ao tomarem conhecimento das denúncias.

Segundo o inquérito, as responsáveis administravam medicamentos prescritos a outras crianças para manter os alunos dormindo ou mais “calmos”. A investigação também aponta imposição de castigos, negligência nos cuidados de higiene e alimentação e a adoção de condutas consideradas degradantes. No pedido de prisão, foram anexados depoimentos e imagens que mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo aumento nas doses de remédios.

Para o MPRS, além dos indícios de autoria e materialidade, ficou evidenciado risco à ordem pública e à instrução criminal. Conforme o órgão, as investigadas teriam influenciado testemunhas durante a investigação. Diante da gravidade dos crimes, que incluem lesão corporal, infrações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e a apuração do crime de tortura, a promotora requereu a prisão preventiva, que foi acolhida pela Justiça. A ação integra a chamada “Operação Dose de Silêncio”.

De acordo com a promotora Karen Mallmann,

“a gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas. Os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.

O coordenador estadual do GAECO, promotor Rogério Meirelles Caldas, ressaltou que

“o GAECO também atua para apoiar os promotores de Justiça na atividade-fim criminal, somando expertise para garantir mais efetividade às investigações e operações”. Ele também destacou o apoio da Brigada Militar na operação realizada nesta terça-feira.

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Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Redação

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Homem de 42 anos é preso por violência doméstica no bairro Mathias Velho

Um homem de 42 anos foi preso na manhã do domingo, 1, suspeito de violência doméstica, em Canoas. O fato aconteceu no bairro Mathias Velho. de acordo com informações, agentes da Guarda Municipal, que faziam o patrulhamento pela localidade, foram acionados para atender a ocorrência de um homem que estaria ameaçando a companheira com uma arma de fogo. No endereço, os agentes encontraram o suspeito caído na cozinha da residência com um ferimento na cabeça.

Aos guardas, a mulher revelou que teria se defendido das investidas do companheiro, atingindo ele com uma garrafa de vidro. O homem, segundo a Guarda Municipal, possuía extensa ficha criminal, com passagens policiais por homicídio, tráfico e roubo. Ele foi detido, encaminhado para atendimento médico e, em seguida, apresentado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi feito o registro da ocorrência. A suposta arma não foi encontrada com o suspeito.

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