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18/02/2026
 

Saúde

Em reforma, Hospital de Pronto Socorro de Canoas recebe doação de materiais hospitalares 

Redação

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Em reforma, Hospital de Pronto Socorro de Canoas recebe doação de materiais hospitalares 

O Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC) recebeu uma doação de equipamentos da fabricante de equipamentos e cabos ópticos Furukawa para o esforço de reconstrução após os danos causados pelas enchentes de maio de 2024.

A empresa, reconhecida por seu compromisso social, garantiu à instituição 80 colchões hospitalares e três marca-passos, contribuindo para a retomada dos atendimentos com mais estrutura e qualidade.

A iniciativa reforça a importância do apoio do setor privado para garantir que o hospital volte a atender a população de Canoas e região com a segurança e eficiência necessárias.

“Estamos trabalhando para reconstruir o prédio do HPSC e colocá-lo novamente à disposição para o atendimento da comunidade, e o apoio da iniciativa privada é importantíssimo e muito bem-vindo”, afirma o prefeito Airton Souza. “Nós somos muito gratos por essa doação e a ajuda da Furukawa.”

O diretor administrativo do HPSC, Marcelo Elísio Oliveira, também agradeceu a empresa pela solidariedade: “cada doação recebida tem um impacto significativo na nossa missão de reconstruir o HPSC e garantir um atendimento digno e humanizado. A generosidade da Furukawa demonstra o quanto a solidariedade pode acelerar esse processo e beneficiar diretamente quem mais precisa. Seguimos trabalhando para reerguer o hospital e devolver à comunidade um serviço essencial à saúde pública.”

Parceria

A parceria entre o hospital e empresas comprometidas com a responsabilidade social é essencial para garantir que a saúde da população seja restabelecida com a estrutura necessária. A entrega oficial dos materiais acontece nos próximos dias, marcando mais um avanço na recuperação da instituição.

“A doação de equipamentos hospitalares após essa grande enchente vai além do simples ato de solidariedade. É um ato de responsabilidade social que beneficia a população e reforça o papel da companhia no comprometimento com a sociedade. Estamos muito felizes em poder contribuir nessa oportunidade”, acrescenta Mauro Ferreira do Nascimento, gerente geral de Gestão de Talentos da Furukawa.

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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