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25/01/2026
 

Educação

Aprovado reajuste do piso do magistério estadual em 6,27% a contar de janeiro de 2025

Redação

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Aprovado reajuste do piso do magistério estadual em 6,27% a contar de janeiro de 2025

Na sessão desta terça-feira, 18, os parlamentares aprovaram o projeto do Executivo que reajusta o piso do magistério estadual em 6,27% a contar de janeiro de 2025. O plenário também aprovou a composição da Comissão de Ética Parlamentar da Casa.

Magistério

Com 49 votos favoráveis, foi aprovado o PL 14 2025, do Poder Executivo, que reajusta o subsídio mensal dos membros da carreira do Magistério Público Estadual. Conforme a justificativa do governo, o reajuste incidirá com paridade sobre todos os níveis de carreira dos professores ativos e inativos e pensionistas com direito à paridade, com impacto financeiro estimado em R$ 437 milhões ao ano.
Uma emenda, proposta pelo deputado Miguel Rossetto (PT) e mais 12 parlamentares, foi apresentada ao texto. No entanto, ela não chegou a ser deliberada em função de aprovação de requerimento do líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), para preferência de votação do projeto original.
Sofia Cavedon (PT) chamou a atenção dos colegas para a oportunidade de corrigir injustiças e arrochos salariais do magistério estadual, especialmente os aposentados e funcionários de escola, com a aprovação de emenda proposta por sua bancada. Ela criticou Eduardo Leite por retirar direitos dos professores durante seus governos. “O governador usa o dispositivo nacional do reajuste anual do piso do magistério, que é um reajuste que ele é obrigado a dar, dentro de um mecanismo perverso que faz de conta que paga o piso, mente para a sociedade que paga o piso, mas, na verdade, se apropria de parte do salário dos servidores e servidoras”, afirmou.
Luciana Genro (PSOL) avaliou ser lamentável que os parlamentares tenham que aprovar este projeto que não é de fato o cumprimento da lei do piso salarial. “O que o governador Eduardo Leite criou no Rio Grande do Sul foi a transformação do piso em teto”, acusou. A parlamentar ainda criticou o atual governo por ter destruído o plano de carreira e atacado as conquistas arrancadas com décadas de luta do magistério. Também citou o momento dramático da volta às aulas, quando as ondas de calor desmascararam a  falsa ideia do governo de que escolas estavam preparadas para o ano letivo.
Felipe Camozzato (Novo) afirmou que, nos últimos quatro anos, o piso teve reajuste de aproximadamente 50%. Ainda criticou a emenda apresentada pela bancada do PT e a postura do Cpers Sindicato. “Se o Cpers estivesse preocupado com a qualidade da educação, iria estar reconhecendo essa valorização de 50% e não pedindo o que sequer o governo Lula faz”, declarou. Ainda destacou que a proposta em votação não é uma ilusão, uma irresponsabilidade ou uma ilegalidade, como colegas afirmaram na tribuna. Na avaliação de Camozzato, o projeto “é o que dá para fazer diante das circunstâncias”.
Professor Bonatto (PSDB) disse que, ao longo da história do Rio Grande do Sul tiveram dificuldade e seguem com dificuldades em desenvolver suas habilidades e competências para cumprir sua missão. Avaliou que a situação que vivemos no estado hoje é resultado de uma série de decisões políticas de governos que já passaram e não tiveram a coragem ou a possiblidade de fazer os investimentos necessários na educação. O deputado disse que os professores que estão na ativa hoje recebiam, há cinco anos, metade do salário que recebem hoje. “Desde que o governador Eduardo Leite assumiu o processo de educação vem avançando”,  afirmou.
Frederico Antunes (PP) rebateu críticas dos colegas que o antecederam. “O importante é nos darmos conta, num exercício de 2019 para agora, que tivermos um crescimento do valor de pagamento do piso nacional do magistério, um cumprimento de lei sem nos permitir estarmos com a espada na cabeça do ajuizamento de uma ação por descumprimento de lei neste estado, de R$ 2.557 para R$ 4.687 sem necessitar de um subterfugio apelidado de completivo”, explicou. Ainda citou projeto que incluiu os servidores de escola nas categorias do piso regional, a meta de melhorar o sistema de gestão das escolas e investimentos para melhorar a infraestrutura dos prédios escolares.
Também se manifestaram Halley Lino (PT), Adão Pretto Filho (PT), Laura Sito (PT), Jeferson Fernandes (PT), Leonel Radde (PT), Zé Nunes (PT), Bruna Rodrigues (PCdoB), Valdeci Oliveira (PT), Paparico Bacchi (PL) e Miguel Rossetto (PT).

Comissão de Ética

Antes da apreciação do projeto do Executivo, os parlamentares aprovaram, por unanimidade (50 votos favoráveis), o RDI 8 2025, da Mesa Diretora, que indica deputados para comporem a Comissão de Ética Parlamentar para o biênio 2025-2027. Os titulares da comissão são a deputadas Luciana Genro (PSOL) e Delegada Nadine (PSDB) e os deputados Carlos Búrigo (MDB), Aloísio Classmann (União), Jeferson Fernandes (PT), Valdeci Oliveira (PT), Zé Nunes (PT), Frederico Antunes (PP), Guilherme Pasin (PP), Gustavo Victorino (Republicanos), Cláudio Tatsch (PL) e Eduardo Loureiro (PDT).

Educação

Governo do Estado divulga resultado de edital do RS Talentos com 200 bolsas

Redação

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Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia, divulgou na sexta-feira, 23, o resultado final das propostas aprovadas no edital 07/2025 do Programa RS Talentos. As universidades comunitárias selecionadas poderão ofertar bolsas de estudo para estudantes das áreas de engenharias e de ciência da computação.

Edital 07/2025: https://sict.rs.gov.br/edital-sict-07-2025
Propostas Aprovadas: https://sict.rs.gov.br/upload/arquivos/202601/23091630-resultado-final-rs-talentos-072025-doe-v1.pdf

Ao todo, o edital prevê 200 bolsas, com investimento de R$ 14,4 milhões. A partir da divulgação do resultado, cada instituição contemplada será responsável pelo processo de seleção dos estudantes interessados em participar do programa.

De acordo com a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp, o RS Talentos é voltado à formação de estudantes em áreas tecnológicas.

“O RS Talentos é uma política pública focada na atração de talentos em áreas tecnológicas. Com este terceiro edital, avançamos na formação qualificada em setores estratégicos para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, afirmou.

Foram contemplados cursos de Ciência da Computação ou de Dados, Engenharia de Computação ou de Software, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica ou Eletrônica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. As bolsas são compostas por R$ 2 mil destinados às taxas administrativas, pagos às instituições, e R$ 2 mil referentes à bolsa de estímulo à inovação, pagos mensalmente aos estudantes pelo período de 18 meses.

Universidades contempladas

As 200 bolsas foram distribuídas entre as seguintes instituições:

Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos): 22

Universidade de Caxias do Sul (UCS):

Campus Caxias do Sul: 20

Campus Bento Gonçalves: 5

Universidade Franciscana (UFN): 14

Universidade de Passo Fundo (UPF): 22

Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc): 19

Universidade do Vale do Taquari (Univates): 19

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS): 20

Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí):

Campus Ijuí: 13

Campus Santa Rosa: 6

Campus Panambi: 6

Universidade La Salle (Unilasalle): 16

Feevale: 18

Programa RS Talentos

Antes deste edital, o governo estadual lançou duas edições do programa, que ofertaram 400 bolsas em universidades comunitárias e públicas localizadas em regiões atingidas pelas enchentes de 2024. Com a terceira edição, o total de bolsas do RS Talentos chega a 600.

O programa tem como objetivo incentivar a formação superior em carreiras ligadas à área tecnológica no Rio Grande do Sul.

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Educação

Piso dos professores passa a ser R$ 5.130,63 após Medida Provisória assinada na última quarta-feira

Redação

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Uma medida provisória assinada na quarta-feira, 21, pelo governo federal altera os critérios de cálculo do reajuste do piso salarial dos professores da educação básica. A nova regra estabelece que a atualização anual será feita a partir da soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior com 50% da média da variação percentual da receita real destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) nos cinco anos anteriores.

A medida também determina que o percentual aplicado nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, apurada pelo INPC. Segundo o Ministério da Educação, a mudança busca adequar a Lei do Piso às alterações introduzidas pela emenda constitucional que instituiu o novo Fundeb.

Com a aplicação do novo critério, o piso salarial nacional do magistério foi reajustado em 5,4%, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63. A medida provisória tem efeito imediato, e o novo valor passa a valer já no próximo pagamento dos professores.

A proposta segue agora para análise do Congresso Nacional, que tem prazo de até 120 dias para aprová-la e garantir sua validade definitiva.

Critério anterior

Antes da mudança, o reajuste do piso era definido pela Lei do Piso do Magistério, de 2008, com base no crescimento do Valor Anual por Aluno (VAAF), calculado a partir dos recursos do antigo Fundeb.

Nesse modelo, o aumento do piso acompanhava o mesmo percentual de crescimento do investimento mínimo por aluno nos anos iniciais do ensino fundamental. Para o exercício de 2026, o VAAF teve acréscimo de apenas 0,37%, o que resultaria em um reajuste de R$ 18,10 no piso salarial.

Posicionamentos 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) informou que o novo critério de reajuste foi debatido com foco na previsibilidade e na sustentabilidade orçamentária. A entidade também afirmou que houve concordância de representantes das secretarias estaduais e municipais de educação.

Já a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) manifestou preocupação com os impactos financeiros da nova regra, especialmente para municípios com menor capacidade de arrecadação. Segundo a entidade, os efeitos do reajuste não atingem os entes federativos de forma uniforme e podem gerar pressão sobre os orçamentos locais.

Antes da definição do novo piso, a FNP encaminhou ofício ao governo federal solicitando maior complementação de recursos da União para municípios com menor receita por habitante, pedido que foi reforçado após a publicação da medida provisória.

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Educação

Inscrições para concorrer à direção das escolas da rede municipal de Canoas começam nesta quarta-feira

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Começam nesta quarta-feira, 21, a partir das 9h, as inscrições para candidatos aos cargos de diretor e vice-diretor nas escolas da rede municipal de Canoas. O prazo segue aberto até as 23h59 do dia 3 de fevereiro. As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio de formulário on-line aqui.

No momento da inscrição, o candidato deve indicar se pretende concorrer a uma vaga em Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) ou em Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF). De acordo com o edital, o cargo de vice-diretor é destinado apenas às EMEFs, não sendo previsto para as EMEIs.

O processo seletivo será realizado em quatro etapas. A primeira consiste na participação obrigatória em um curso preparatório para a gestão escolar, com carga horária de 40 horas. A formação será oferecida em formato híbrido, com atividades presenciais e on-line, e exigirá frequência mínima de 80%, equivalente a 32 horas.

A segunda etapa será uma prova de conhecimentos específicos, de caráter eliminatório, marcada para o dia 21 de fevereiro. A avaliação terá 50 questões, elaboradas a partir dos conteúdos trabalhados durante o curso. Para aprovação, o candidato deverá acertar, no mínimo, 30 questões, o que corresponde a 60% da prova.

Na terceira etapa, ocorre a formalização das candidaturas, com a formação das chapas, seguida pelo período de campanha eleitoral, previsto entre os dias 2 e 5 de março. A quarta e última fase será a eleição, marcada para o dia 6 de março, com participação da comunidade escolar. A votação será realizada por voto único, direto e facultativo.

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