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Donald Trump vence Kamala Harris e retorna à Casa Branca

Em uma eleição histórica e cheia de surpresas, Donald Trump foi declarado vencedor das eleições presidenciais de 2024, derrotando a atual vice-presidente Kamala Harris. Com essa vitória, Trump retorna à Casa Branca, tornando-se o 47º presidente dos Estados Unidos, após já ter exercido o cargo de 2017 a 2021.
A derrota de Harris marca o fim de uma candidatura que buscava consolidar a continuidade da administração Biden, mas que não conseguiu conquistar uma base ampla o suficiente para derrotar o adversário.

Kamala Harris
Uma disputa intensa e polarizada
O cenário das eleições de 2024 foi atípico, com Kamala Harris substituindo Joe Biden como candidato à presidência pelo Partido Democrata. Com Biden optando por não disputar um segundo mandato devido a questões de saúde e ao desgaste de sua presidência, Harris, que assumiu a vice-presidência em 2021, tornou-se um representante da continuidade das políticas da
A corrida foi marcada por uma polarização intensa e uma retórica agressiva de ambos os lados. Trump, como sempre, usou suas habilidades de comunicação nas redes sociais para manter uma conexão direta com seus apoiadores e mobilizar uma base fiel.
Kamala Harris, por outro lado, desafiou o desafio de se distanciar do legado de Biden e, ao mesmo tempo, avançar com um programa progressista que aborda questões como direitos civis, saúde universal e combate à mudança climática.
O desafio de Kamala Harris
Kamala Harris, que foi a primeira mulher e a primeira pessoa de ascendência africana e sul-asiática para ocupar a vice-presidência dos Estados Unidos, teve de lidar com o peso da expectativa de ser uma candidatura histórica. No entanto, a sua candidatura não conseguiu envolver o suficiente os concorrentes independentes e moderados, especialmente nos estados-chave do Rust Belt e do Sul, que, em 2024, se mostrou decisivas para o resultado final da eleição.
Embora o Partido Democrata tenha destacado os avanços econômicos e sociais do governo Biden, Harris não conseguiu evitar a sombra de uma administração que enfrentou desafios econômicos, a alta inflação e uma crise de imigração sem solução.
A recuperação econômica, embora evidente, não foi suficiente para conquistar a confiança de muitos eleitores, que procuraram alternativas mais claras e
A retomada de um campo base
Por outro lado, Trump teve um desempenho notável, especialmente em estados disputados como a Pensilvânia, a Geórgia e o Michigan, onde havia perdido para Biden em 2020.
Ele conseguiu reconquistar o apoio de muitos dos eleitores da classe trabalhadora e das zonas rurais, ao mesmo tempo em que apelava às frustrações com o governo de Harris e aos crescentes problemas de segurança e imigração no país.
O ex-presidente focou sua campanha em temas como o combate à imigração ilegal, a redução de impostos, o fortalecimento do setor de energia e a promessa de restaurar a confiança da América no cenário global.
Embora ainda enfrentasse desafios legais, incluindo investigações sobre sua conduta enquanto presidente e após a eleição de 2020, Trump foi capaz de manter sua base de apoio, que cresceu tanto nas redes sociais quanto nas comunidades c.
As reações ao resultado e o impacto da vitória
A vitória de Trump causou um choque em muitos círculos políticos, tanto dentro dos Estados Unidos quanto no exterior. Seus apoiadores celebraram o retorno do “poderoso patriota” à Casa Branca, com a promessa de reverter as políticas de esquerda e garantir que os Estados Unidos voltem a ser a “nação mais forte do mundo”.
Por outro lado, os críticos de Trump alertaram para o risco de um retorno ao autoritarismo e à polarização extrema, temendo que seu governo exacerbasse as divisões já
Os líderes internacionais reagiram com apreensão, com aliados tradicionais dos EUA, como o Reino Unido e países da União Europeia, esperando que Trump revogasse acordos internacionais feitos durante o governo Biden, especialmente no que diz respeito à mudança climática e ao comércio.
Ao mesmo tempo, países como Israel e membros do Oriente Médio saudaram a vitória, esperando que o ex-presidente reforçasse sua política externa agressiva, especialmente em relação ao Irã.
O Presidente Lula telefonou para Trump e, além de parabenizá-lo pela vitória, pregou por paz e democracia.
Desafios e expectativas
Com sua vitória nas urnas, Trump agora terá o desafio de governar um país profundamente dividido. Apesar de ter conquistado a presidência, sua base de apoio continua polarizada, e será necessário construir pontes com os moderados e independentes, que podem se sentir alienados pelas políticas.
A primeira tarefa de Trump será lidar com o Congresso, onde os republicanos mantêm uma maioria na Câmara dos Representantes, mas o Senado permanece dividido. Suas políticas de segurança, imigração e economia enfrentarão resistência significativa, especialmente por parte de democratas que continuarão a controlar o Senado, o que pode gerar.
No campo internacional, a expectativa é que Trump retome uma postura mais isoladora, com foco em “America First”, o que possa resultar em tensão com aliados históricos e desafios para um diplomata.
A vitória de Donald Trump sobre Kamala Harris nas eleições de 2024 marca o retorno de um ex-presidente que, mesmo após quatro anos fora da Casa Branca, continua a ser uma figura central e polarizadora na política dos Estados Unidos. A nova presidência de Trump será vista de perto, com muitos questionados se ele será capaz de manter a unidade interna e enfrentar os desafios globais de um mundo em constante mudança.
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EUA afirmam ter capturado Nicolás Maduro após ataque na Venezuela
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Morre Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos

Faleceu nesta terça-feira, 13, aos 89 anos, o ex-presidente do Uruguai, José “Pepe” Mujica. A causa do falecimento, confirmada pelo presidente Yamandú Orsi, ainda não foi informada oficialmente nem a sua causa.
Em abril de 2024, Mujica anunciou durante uma coletiva de imprensa que havia sido diagnosticado com um tumor no esôfago, descoberto durante um check-up médico, e notícias recentes afirmavam que ele estaria tendo apenas cuidados paliativos. O ex-líder uruguaio também convivia com uma condição autoimune que comprometia a função de seus rins.
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Morre o papa Francisco, aos 88 anos

O Papa Francisco, primeiro pontífice latino-americano e jesuíta da história, faleceu aos 88 anos nesta segunda-feira, 21, conforme anunciado pelo cardeal Kevin Farrell, camerlengo do Vaticano. Nascido Jorge Mario Bergoglio, ele liderou a Igreja Católica desde 2013, sendo conhecido por sua proximidade com os pobres, sua simplicidade e os esforços de reforma na Igreja.
Nos últimos meses, enfrentou sérios problemas de saúde, incluindo pneumonia, anemia e insuficiência renal leve. Internado por quase 40 dias no Hospital Gemelli, chegou a apresentar melhoras, mas permaneceu com prognóstico reservado. Durante a internação, utilizou ventilação mecânica não invasiva e recebeu transfusões de sangue.
Mesmo debilitado, gravou uma mensagem agradecendo as orações dos fiéis. Sua morte representa uma grande perda para a Igreja, que agora se despede de um líder carismático e comprometido com os valores do Evangelho e a dignidade dos mais marginalizados.

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