Conecte-se conosco

header-top







 

18/04/2026
 

Geral

Desfile de 7 de Setembro espera participação de mais 1,9 mil estudantes e 500 militares em Nova Santa Rita

Redação

Publicado

em

Desfile de 7 de Setembro espera participação de mais 1,9 mil estudantes e 500 militares em Nova Santa Rita - Foto Jesiel SaldanhaPMNSR

Em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, a Prefeitura de Nova Santa Rita promove o desfile de 7 de Setembro.

A celebração terá início com a cerimônia de hasteamento das bandeiras em frente à Praça da Bíblia, seguida pelo desfile cívico, que começará em torno das 9 horas, na rua Doutor Lourênço Záccaro, no Centro.

Uma reunião, no auditório da Prefeitura Municipal, definiu os ajustes do evento, na tarde de segunda-feira, 2. O encontro reuniu representantes das escolas, Brigada Militar, Polícia Civil, Exército, Defesa Civil e Departamento de Trânsito.

Números

Conforme a o titular da Secretaria de Educação, Eduardo Fagundes, que junto com a Secretaria de Esporte e Cultura organiza o desfile, participarão do evento 28 escolas entre municipais, estaduais e privadas.

Serão em torno de 1.900 estudantes.

“Também teremos a Brigada Militar, Bombeiros e o 3º Batalhão de Suprimentos do Exército Brasileiro, cuja sede é aqui na cidade, e participará no desfile com cerca de 500 militares além de veículos próprios”.

Neste ano, o tema do desfile municipal será “Nova Santa Rita, terra de solidariedade e superação”. Já o nacional aborda a “Democracia e Independência! É o Brasil no Rumo Certo”.

Alterações no trânsito

As mudanças no trânsito já começam na sexta-feira, dia 6 de setembro, com a montagem das estruturas de arquibancadas e palanque oficial.

Acompanhe:

Dia 6, 9 horas:

  • Avenida Santa Rita: a partir da Rua Waldemar Vicente da Costa, sentido Centro, será permitido apenas o fluxo de veículos leves.
  • Desvio para caminhões:
  1. Entrar na Rua Waldemar Vicente da Costa;
  2. ⁠Seguir até a Rua Doutor Lourenço Záccaro;
  3. ⁠Acessar a Rua Marinho Peixoto;
  4. ⁠Rua Passo do Caí;
  5. ⁠Rua Paulo Fernando Bohrer Brandão;
  6. ⁠Retornar ao Centro.

Desvio para veículos leves:

  1. Seguir na Avenida Santa Rita até a Rua Juvenal Machado;
  2. ⁠Entrar na Rua Padre Nicolau Flach;
  3. ⁠Acessar a Avenida Santa Rita através do terminal de ônibus com acesso permitido (sentido bairro Califórnia);
  4. ⁠Rua 7 de Setembro, intersecção com a Lourenço Záccaro estará bloqueada.

 Desvio no dia do Desfile Cívico:

  1. Rua Marinho Peixoto até a Passo do Caí;
  2. ⁠Acessar a Rua Paulo Fernando Bohrer Brandão;
  3. ⁠Chegar novamente na Avenida Santa Rita;
  4. ⁠Intersecção da Deoclécio Rodrigues com Av. Santa Rita estará bloqueada.

Informações Adicionais:

  • O ponto de parada dos ônibus do terminal serão relocados para rua Padre Nicolau Flach;
  • As modificações no trânsito estarão em vigor desde o dia 6, para a montagem do palco, até o dia 7, para desfile e desmontagem do palco;
  • No dia 7 de setembro, todos os veículos deverão seguir as rotas alternativas mencionadas em ambos os sentidos BR-386/Centro e Bairro/Centro.

Policial

Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

Redação

Publicado

em

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.

A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.

Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.

De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.

O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.

Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.

O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.

A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.

Continuar a ler

Policial

Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

Redação

Publicado

em

Foto: Redes Sociais

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.

A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.

Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.

De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.

Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.

Investigação

Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.

A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

Continuar a ler

Policial

Ex-vereador de Porto Alegre Gilvani Dall Oglio é preso em operação que investiga fraude em licitações

Redação

Publicado

em

Foto: Polícia Civil

O empresário e ex-vereador de Porto Alegre, Gilvani Dall Oglio, conhecido como Gringo, foi preso preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Effluxus. O mandado foi cumprido na residência dele, na zona norte da Capital.

A ação investiga um suposto esquema de fraude em licitações públicas e ocultação de controle empresarial em contratos ligados a serviços de desobstrução de redes pluviais e esgoto, hidrojateamento, transporte e descarte de resíduos.

Prisões, buscas e bloqueios

Além da prisão, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão, incluindo endereços de familiares do investigado, como três filhas e um irmão. Dois outros filhos também são alvo de apuração. A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 2,5 milhões em ativos financeiros, além da indisponibilidade de imóveis e veículos, e a suspensão do direito de contratar com o poder público dos investigados.

Durante a operação, um dos filhos do ex-vereador foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Ele estava em uma das sedes empresariais alvo das buscas e poderá ser liberado mediante fiança.

Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa de testemunha, falsidade ideológica e falsidade material.

Como funcionava o esquema

De acordo com as apurações, o esquema teria sido estruturado a partir das empresas Limpservice Prestação de Serviços e Safety Ambiental, que atuariam como parte de um mesmo grupo econômico. A investigação aponta que ambas participavam de licitações de forma combinada, simulando concorrência.

A Limpservice teria vencido todas as cinco contratações identificadas, enquanto a Safety aparecia como concorrente derrotada, com propostas mais altas. Nenhuma das empresas está formalmente em nome de Gringo, mas a Polícia Civil afirma haver indícios de que ele seria o controlador, utilizando intermediários.

A Limpservice está registrada em nome de um dos filhos do investigado, enquanto a Safety já esteve vinculada a um irmão dele e a outro homem apontado como empregado. Uma terceira empresa, a MJM Serviços de Limpeza, registrada em nome do ex-vereador, também é citada na investigação.

Licitações sob suspeita

As licitações sob suspeita envolvem contratos com a Polícia Penal e prefeituras de Capão da Canoa, Gramado, Gravataí e Osório, entre 2024 e 2025, somando cerca de R$ 2,5 milhões.

A Polícia Civil aponta ainda indícios de confusão patrimonial e operacional entre as empresas, como uso compartilhado de e-mails, reconhecimento de dívidas e ações trabalhistas envolvendo os mesmos funcionários. Também foi identificado o uso de estrutura tecnológica ligada ao investigado para participação em disputas eletrônicas de licitações.

Tentativa de obstrução e dumping social

Em depoimento, uma ex-funcionária relatou ter sido pressionada a receber R$ 2 mil para não prosseguir com denúncias relacionadas ao caso.

O inquérito também apura a prática de “dumping social”, com possível redução de custos por meio de descumprimento de direitos trabalhistas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação identificou um esquema estruturado que afetava diretamente a concorrência e trabalhadores envolvidos nos contratos.

Contratos com o Dmae

A Polícia Civil também aponta que o ex-vereador manteve contratos com o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) durante o período em que exercia mandato, por meio de empresas sob suspeita de controle indireto. Um desses contratos, de R$ 3,6 milhões, envolvia transporte e distribuição de água potável. Há ainda registros de pagamentos ao investigado por serviços prestados via outra empresa citada na apuração.

Investigação e cassação do mandato

A operação foi autorizada pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre e, segundo a Polícia Civil, a investigação se estendeu por mais de 10 meses.

O ex-vereador teve o mandato cassado pela Câmara Municipal em dezembro de 2025, após entendimento de que ele seria o real controlador das empresas envolvidas, com uso de intermediários.

A defesa do investigado ainda não se manifestou.

Continuar a ler
publicidade
festivalSicrediGraduação Lasalle

Destaques