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22/04/2024
 

Saúde

Agentes e soldados intensificam ações de combate à dengue no bairro Estância Velha, em Canoas

Redação

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Agentes e soldados intensificam ações de combate à dengue no bairro Estância Velha, em Canoas - Foto: Renan Caumo

Agentes de combate às endemias e soldados do Quinto Comando Aéreo Regional (V Comar), retomaram, desde a manhã de segunda-feira, 1º, a ação de identificação e eliminação de focos do mosquito transmissor da dengue no bairro Estância Velha.

Nas inspeções em cada terreno, moradores recebem informações sobre como evitar a proliferação do inseto, por meio de cuidados simples.

Varredura por tempo indeterminado

A varredura será realizada por tempo indeterminado, conforme necessidade apontada pelo monitoramento epidemiológico.

Com situação de emergência em saúde pública decretada, Canoas vem somando esforços entre as diferentes secretarias e integrantes das instituições de saúde do município, através do Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses (doenças transmitidas pelo Aedes aegypti), para estancar novos focos.

Apoio da Força Aérea Brasileira

De acordo com a atual gestão, apoio do V Comar à Secretaria de Saúde vem possibilitando a presença de mais braços no enfrentamento à epidemia de dengue.

“A função primordial da Base em si, é o apoio à sociedade. Então, todo amparo que pudermos prestar, estaremos disponíveis. Afinal, é de grande relevância, principalmente em razão do aumento de casos da dengue, que a gente esteja prestando este auxílio à Secretaria”, enfatizou o 3º Sargento da Força Aérea Brasileira, Lucas Silva.

Por estarem em uma região com alta incidência da doença, moradores do bairro Estância Velha mostram receptividade à fiscalização de possíveis focos nos terrenos das residências.

Na Rua São Joaquim, Mariliza Silva de Souza, que já teve familiares infectados, considera a varredura muito importante.

“Retiramos dois pneus do pátio, secamos e guardamos dentro de casa para evitar que se tornassem criadouros”, conta sobre os cuidados que a família vem tomando.

Bem informada sobre a dengue e locais onde o Aedes aegypti se propaga, Ligia Azevedo tem plena consciência do momento que o município vem enfrentando e das ações de enfrentamento necessárias.

“Este trabalho é muito importante para conscientização das pessoas sobre o seu pátio e o do vizinho. Não largar lixo em terrenos baldios. Isso ajuda muito, pois não adianta só eu cuidar do meu terreno e o vizinho não cuidar do seu”.

Veja a atualização do número de casos em Canoas:

– 1684 casos de dengue, sendo 1675 autóctones e 9 importados.

Distribuição por bairros:

– Estância Velha: 739
– Guajuviras: 314 (autóctones) + 2(importados)
– Olaria: 64
– Harmonia: 90
– Marechal Rondon: 21 autóctones e 2 (importados)
– Nossa Senhora das Graças: 137 (autóctone) e 1 (importado)
– São José: 15 autóctones+ 1 (importado)
– Centro: 12 autóctone e 1 (importado)
– Rio Branco: 34
– Mathias Velho: 94
– Niteroi: 78 autóctones e 2 importados
– Mato Grande: 19
– Igara: 42
– Fátima: 12
– São Luís: 4

Fonte: SinanWeb Dengue e setor de epidemiologia de Canoas (Dados atualizados dia 27/03)

 

País

Brasil confirma 1,6 mil mortes por dengue apenas em 2024

Redação

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O Brasil alcançou a marca dos 1.601 óbitos por dengue confirmados em 2024. Além disso, outras duas mil mortes seguem em investigação e podem ter sido causadas pela doença. Dessa forma, podem ser até 3,6 mil mortes até o momento. Os dados são do painel de casos do Ministério da Saúde na sexta-feira, 19.

O número de mortes confirmadas é 35% superior a todo o ano de 2023, quando 1.179 brasileiros perderam a vida para doença. A diferença entre os casos ainda em investigação de 2023 e 2024 supera os 1.707%. Do ano passado, apenas 114 ocorrências seguem em investigação.

Em relação aos casos prováveis da doença, os números chegam a 3,535 milhões em 2024 contra 1,649 milhão em 2023, aumento de 114%. Já o coeficiente de incidência de casos por 100 mil habitantes cresceu de 773 em 2023 para 1.741 casos prováveis para cada 100 mil brasileiros em 2024.

As mulheres são as mais afetadas pela doença, representando 55% das ocorrências prováveis, contra 44% de pessoas do sexo masculino. A faixa etária mais afetada é dos 20 aos 29 anos, com 358 mil mulheres dessa faixa etária atingidas contra 299 mil homens.

Apesar do aumento expressivo no número de casos e óbitos, a letalidade da doença em relação ao total de casos teve leve redução. De uma letalidade de 4,83% em casos graves em 2023 para 4,35% em 2024. Além disso, a letalidade dos casos prováveis passou de 0,07% para 0,05% no mesmo período.

Estados

Proporcionalmente, as unidades da federação com a situação mais grave da doença, índice calculado por casos prováveis a cada 100 mil habitantes (coeficiente de incidência), são: Distrito Federal (7,9 mil x 100 mil); Minas Gerais (5,3 mil x 100 mil); Paraná (3,0 mil x 100 mil); Espírito Santo (2,9 mil x 100 mil); Goiás (2,5 mil x 100 mil); Santa Catarina (2,0 mil x 100 mil); São Paulo (1,8 mil x 100 mil); e Rio de Janeiro (1,3 mil x 100 mil).

Na parte embaixo da tabela, com os melhores índices de incidência, estão os estados de Roraima (36 casos x 100 mil); Ceará (96 casos x 100 mil); Maranhão (128 casos x 100 mil); Sergipe (137 casos x 100 mil) e Alagoas (152 casos x 100 mil).

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Saúde

Simers pede investigação sobre troca de comando do Hospital Universitário

Redação

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O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) enviou um ofício ao Ministério Público estadual a respeito da nova empresa que deve ficar responsável pela operação e execução dos serviços no Hospital Universitário (HU) de Canoas. A carta, entregue pela entidade ao órgão nesta semana, demonstra inquietação sobre os rumos da casa de saúde.

“Estamos preocupados com a falta de informações sobre o processo. Por isso, encaminhamos ofício ao Ministério Público estadual, por meio da Promotoria de Justiça de Canoas, uma vez que já foram identificadas irregularidades em outros estados em que a empresa tanto prestou como onde ainda presta serviços”, explica o vice-presidente do Simers, Fernando Uberti.

No documento, o sindicato solicita ao MP que verifique a contratualização entre a prefeitura e a Associação Saúde em Movimento (ASM), cuja proposta foi a vencedora do edital publicado pelo município no ano passado. “O Simers acredita que é fundamental uma apuração com todo o rigor, para evitar os riscos aos usuários do Sistema Único de Saúde. Isso porque, até o momento, não foi apresentada qualquer indicação de manutenção do quantitativo mínimo de insumos e de pessoal, incluindo o número de médicos, para continuidade ao serviço que é gerido pela própria prefeitura desde maio de 2022”, afirma Uberti.

Com sede na Bahia, a AMS tem em seu histórico uma decisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) que, em maio de 2021, aprovou o bloqueio do pagamento da Secretaria de Saúde para a empresa, após identificar inconformidades na execução do contrato para a gestão do Hospital de Campanha da Polícia Militar do DF (PMDF). Já em 2023, um novo bloqueio de contas aconteceu no Tocantins, motivado pelo atraso no pagamento dos profissionais que atuam nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) de cinco hospitais estaduais.

Histórico

Situação semelhante ocorreu no começo do ano no próprio HU. Mesmo com a gestão feita pela prefeitura, o hospital teve as contas bloqueadas por conta de decisão judicial contra a Fundação Educacional Alto Médio São Francisco (Funam), devido a uma ação trabalhista no Espírito Santo. A empresa, que fazia a gestão da casa de saúde canoense antes da intervenção do governo municipal, ainda tinha seu CNPJ vinculado à instituição. A situação durou quase um mês, entre 19 de fevereiro e 14 de março.

Em nota, a Prefeitura de Canoas informou que encaminhou o caso à Procuradoria-Geral do Município. O órgão deverá verificar o histórico da empresa antes que a licitação seja sancionada pelo prefeito Jairo Jorge. O Executivo municipal deve se manifestar novamente apenas após a emissão de parecer sobre o assunto por parte da procuradoria.

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Saúde

Gravataí terá evento voltado à promoção da saúde do trabalhador na semana que vem

Redação

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O Centro Regional em Saúde do Trabalhador (Cerest) Vale de Gravataí e Bons Ventos promove, na próxima semana, um evento alusivo ao Abril Verde, mês de conscientização sobre a prevenção de acidentes em ambientes de trabalho. Nos na quarta e quinta-feira, 24 e 25, o evento traz palestras voltadas à promoção da saúde do trabalhador.

A jornada ocorre na Câmara Municipal de Vereadores (Av. José Loureiro da Silva, nº 2.597 – Centro), e conta com a presença de autoridades e representantes de diversos municípios do Rio Grande do Sul, com foco na articulação conjunta e na troca de saberes sobre a prevenção de acidentes e doenças ligadas ao trabalho. Aberto ao público, o evento está com inscrições disponíveis em formulário online.

Cerest

Inaugurado em abril do ano passado e localizado na Rua Pref. Victor Hugo Ludwig, nº 235 – Centro, o Cerest Vale de Gravataí e Bons Ventos é o serviço especializado do município responsável por realizar assistência à saúde do trabalhador, planejamento de ações de prevenção e avaliação dos agravos relacionados ao trabalho. A equipe de Gravataí conta com médicos do trabalho, equipe de enfermagem, psicólogo, fonoaudiólogo e fisioterapeuta.

Atualmente, o serviço é referência para 16 municípios: Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí, Glorinha, Viamão, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Balneário Pinhal, Capivari do Sul, Caraá, Cidreira, Imbé, Mostardas, Palmares do Sul, Tavares e Tramandaí. Com a qualificação do Cerest Vale de Gravataí e Bons Ventos, os municípios passaram a ser contemplados pelo serviço, com trabalho realizado por meio de matriciamento. Demais informações podem ser conferidas pelos telefones (51) 3600-7604 e 3600-7746.

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