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18/02/2026
 

Saúde

Governo do Rio Grande do Sul decreta situação de emergência devido à dengue

Redação

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Centro Estadual de Vigilância em Saúde emite alerta epidemiológico para dengue e chikungunya

Com 20 óbitos confirmados no Estado, o governador Eduardo Leite declarou, nesta terça-feira (12/3), situação de emergência em saúde pública no Rio Grande do Sul.

A medida, de acordo com o decreto nº 57.498, visa à prevenção, ao controle e à atenção à saúde diante do risco epidemiológico à população pela epidemia de doença, atualmente presente em 94% dos municípios gaúchos.

O decreto será publicado Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 13.

Com a declaração de estado de emergência, o governo estadual poderá destinar recursos para combater a dengue com mais agilidade – sem os trâmites burocráticos de uma licitação, por exemplo.

O decreto permite um processo ágil e célere na compra de insumos (como medicamentos e vacinas), fortalecendo o enfrentamento da dengue. Também facilita que o governo federal destine ao Estado recursos específicos para ações de combate à doença.

Demais ações

A medida se soma a uma série de ações do governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), nos últimos dias. Na segunda-feira, 11, foi lançada uma plataforma para o manejo clínico de casos, permitindo a identificação do estado de saúde e do tratamento para cada paciente com base em características, sinais e sintomas apresentados.

Também foi assinada uma nota técnica conjunta com o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) que autoriza profissionais de enfermagem a requisitarem exames, principalmente hemogramas, nos casos suspeitos.

A SES reforça a importância de se procurar atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.

Principais sintomas:

  • febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias;
  • dor retro-orbital (atrás dos olhos);
  • dor de cabeça;
  • dor no corpo;
  • dor nas articulações;
  • mal-estar geral;
  • náusea;
  • vômito;
  • diarreia;
  • manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti – como a limpeza e revisão das áreas interna e externa de residências e apartamentos, além da eliminação dos objetos com água parada – são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.

O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes.

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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