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03/05/2026
 

Geral

TRADIÇÃO NO ENSINO: Veterinária da Ulbra faz 30 anos com muita inovação e tecnologia

Redação

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TRADIÇÃO NO ENSINO: Veterinária da Ulbra faz 30 anos com muita inovação e tecnologia

O investimento em novas tecnologias veterinárias é uma das tendências do mercado e que também chega à aprendizagem dos acadêmicos da área, garantindo resultados melhores, com mais segurança, precisão e em menos tempo.

É o que oferece aos alunos e à comunidade o curso de Medicina Veterinária da Ulbra Canoas, que completou 30 anos em 2023.

Entre os diferenciais da graduação está o Hospital Veterinário, que atua como clínica-escola, com inovações tecnológicas e centro de diagnóstico por imagens. Também há o manejo com animais de grande porte na fazenda-escola em pleno centro urbano.

A Ulbra oferece uma infraestrutura completa e diversificada para os estudantes de Veterinária ao longo destas três décadas, explica o coordenador do curso, Jean Carlos dos Reis Soares.

São laboratórios especializados em diversas áreas, como microbiologia, anatomia e diagnóstico por imagem.

“Os alunos adquirem experiência prática e atendem casos reais desde o início da formação”, acrescenta Soares.

Inovação digital

Já está disponível aos acadêmicos da Medicina Veterinária da Ulbra uma mesa de anatomia interativa, conta o coordenador do curso. O equipamento tem uma tela touch de 86 polegadas.

A inovação será utilizada por diversas disciplinas do curso, a partir do próximo semestre, facilitando o aprendizado dos alunos e gerando uma experiência de realidade virtual.

Embora mantenha uma tradição consolidada ao longo do tempo, o curso também se destaca por sua capacidade de inovação, adaptando-se às demandas da contemporaneidade.

“A introdução da inovação digital, por exemplo, transformou radicalmente o processo de aprendizagem ao longo dos anos. A constante atualização técnica, como evidenciado pelo foco no bem-estar animal e na incorporação de equipamentos cada vez mais modernos, é uma característica marcante do curso”, enfatiza o coordenador.

Diagnóstico por imagens

O Hospital Veterinário, além de atuar como clínica-escola, disponibiliza atendimento clínico e cirúrgico, internação, odontologia, oncologia, fisioterapia e acupuntura em animais de pequeno, médio e grande porte, conforme o diretor do hospital, Paulo Aguiar.

No local, funcionam os laboratórios de análises clínicas, microbiológicas, parasitológicas, biotecnológicas e histopatológicas, além do centro de diagnóstico por imagens, contando com aparelho de tomografia, explica o diretor.

“Nós utilizamos todas essas tecnologias também em animais não convencionais, como tartarugas, coelhos e aves, entre outros”, revela Aguiar.

Trata-se de uma solução completa e intuitiva para análise detalhada dos animais, utilizando exames tridimensionais ou em planos.

Na opinião do diretor, com a nova tecnologia, os estudantes de Medicina Veterinária da Ulbra terão mais uma ferramenta para atingir competências consideradas imprescindíveis para a formação.

“Nós procuramos sempre trazer para o aluno as inovações que estão sendo utilizadas no mercado”, ressalta.

Atendimentos em aula

“O Hospital Veterinário da Ulbra tem todos os exames laboratoriais, como de sangue, patológicos, equipamentos de raio x, ultrassonografia, tanto para animais pequenos como de grande porte”, explica a médica veterinária residente Louise Maciel Fernandes, 26 anos.

Segundo ela, quando chega um cavalo no Hospital Veterinário da Ulbra, por exemplo, “não é preciso encaminhar para exames em outro local. A Universidade tem toda a infraestrutura. E os atendimentos são realizados também em aula.

Assim como o manejo dos animais, manejo sanitário, reprodutivo, incluindo ovelhas, rebanho de vacas, equinos e até búfalos”, conclui a médica veterinária.

Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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Policial

Operação Nacional Proteção Integral IV prende três pessoas por crimes sexuais infantojuvenis no RS

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul participou, na manhã desta terça-feira, 28, da Operação Nacional Proteção Integral IV, coordenada pela Polícia Federal e realizada simultaneamente nos 27 estados do país. No estado, três pessoas foram presas, sendo duas em flagrante e uma por prisão preventiva.

A ação contou com a atuação do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), por meio de policiais da Divisão Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), com apoio de equipes do próprio departamento e de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

No Rio Grande do Sul, a operação foi coordenada pelo diretor da Deca, delegado André Ciardullo Mocciaro, com apoio das delegadas Sabrina Doris Teixeira, titular da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (2ª DPCA), e Alice Jantsch Fernandes, titular da 3ª DPCA.

Durante as investigações, o Núcleo de Operações Cibernéticas (NOC/Deca) monitorou suspeitos de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantojuvenil. Dois homens foram presos em flagrante.

Um deles, de 58 anos e sem antecedentes policiais, foi detido por armazenamento de conteúdo ilegal. O outro, de 41 anos, que já possuía antecedentes por estupro de vulnerável, foi preso por armazenar e compartilhar centenas de arquivos de abuso sexual infantojuvenil.

Nas residências dos suspeitos, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, que serão encaminhados ao Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), do IGP, para perícia.

Além disso, a 2ª DPCA cumpriu a prisão preventiva de um homem de 36 anos, sem antecedentes policiais, investigado por aliciar virtualmente uma adolescente de 13 anos e posteriormente cometer estupro de vulnerável.

Na casa dele, também foi cumprido mandado de busca e apreensão, com a apreensão de um celular que passará por perícia.

Segundo a Polícia Civil, após os procedimentos legais, os três presos serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

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