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22/05/2026
 

Geral

Campanha do Agasalho 2023 é lançada oficialmente em todo o Estado

Redação

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O lançamento da Campanha do Agasalho ocorreu no Palácio Piratini - Foto: Gustavo Mansur/Secom

A tarde da segunda-feira, 22, foi marcada pelo lançamento oficial da Campanha do Agasalho de 2023. Um evento realizado no Palácio Piratini, em Porto Alegre, deu a largada para o tradicional período de doações de agasalhos, cobertores e calçados para as pessoas em situação de vulnerabilidade em todo o Estado.

O evento contou com a participação do governador Eduardo Leite, da secretária de Comunicação, Tânia Moreira, do secretário de Assistência Social, Beto Fantinel, e do chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, titulares das pastas que organizam a iniciativa.

O governador inaugurou a campanha, fazendo a doação do primeiro agasalho. Leite falou sobre o sentimento de coletividade e a importância de doar peças em bom estado para garantir um inverno com dignidade para quem precisa.

“Campanha do Agasalho é um exercício de empatia, de se colocar no lugar do outro e de, neste ato, doar do jeito que gostaria de receber. Essa campanha mobiliza o sentimento de toda uma sociedade para que todos façam um pouco a sua parte”, comentou.

Atrações

O evento de lançamento foi animado pela condução do comediante Jair Kobe, o Guri de Uruguaiana, e pela apresentação do grupo Voice In. Neste ano, a campanha faz um apelo ao desapego e à empatia, para que a população entenda a importância de doar aquilo que já não usa, mas que pode fazer a diferença no inverno de muitas pessoas.

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho
Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comercial institucional, que será veiculado para mobilizar a população, apresentou o tema “Deixe suas roupas aquecerem quem mais precisa”.

A secretária Tânia Moreira explicou que o tema da campanha foi baseado em um diagnóstico realizado pela agência Escala, responsável pela criação das peças publicitárias.

O levantamento apontou que, entre outros fatores, o apego que muitas pessoas têm com suas roupas, mesmo as peças que já não usam mais, pode ser um obstáculo na hora da doação. A campanha, conforme Tânia, busca conscientizar sobre o impacto positivo do desapego como um ato de solidariedade.

“Esse diagnóstico foi muito importante para desenharmos o vídeo e as peças da campanha. A Secretaria de Comunicação organiza a Campanha do Agasalho desde 2019, e usamos as ferramentas de comunicação para motivar as pessoas a fazerem as doações, que são essenciais para quem mais precisa. É muito gratificante ver como esse trabalho tem resultados”, observou.

“Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”

O refrão “Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”, de uma canção da Nenhum de Nós, dá o tom do comercial e das demais peças que divulgam a campanha. A banda cedeu os direitos autorais para que o verso fosse utilizado na iniciativa e ajudasse a difundir o espírito de empatia e solidariedade.

Todos os anos, os organizadores reforçam que o ato da doação é uma manifestação de solidariedade, e não uma oportunidade para descarte. Há pessoas que entregam peças sujas ou sem condições de uso e sapatos com o par incompleto, entre outras atitudes desleixadas.

Policial

Operação Mercato prende três suspeitos de integrar rede de tráfico em São Leopoldo

Redação

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Mercato contra um grupo investigado por tráfico de drogas em São Leopoldo. A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia do município, com apoio de agentes da 3ª Região Metropolitana.

Cerca de 35 policiais civis cumpriram três mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Campestre, Cohab, Duque e Rio Branco. As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal de São Leopoldo.

Segundo a investigação, os alvos integravam uma rede de tráfico de drogas com atuação concentrada no bairro Jardim América. Três pessoas foram presas durante a operação.

De acordo com a Polícia Civil, dois suspeitos atuavam na entrega de entorpecentes na região, enquanto um homem de 30 anos seria responsável por facilitar a movimentação financeira do esquema. As investigações apontam ainda que os entregadores abasteciam um ponto de venda de drogas em via pública próximo a um mercado, enquanto o proprietário do estabelecimento armazenava diariamente o dinheiro arrecadado com a comercialização dos entorpecentes.

Os presos possuem antecedentes policiais por crimes como tráfico de drogas, homicídio doloso, roubo, furto, porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.

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Geral

Câmara de Canoas realiza segunda audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

Redação

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A Câmara Municipal de Canoas promove nesta quinta-feira, 21, às 18h30, a segunda audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município.

O encontro será realizado na Escola Municipal Professor Thiago Würth, localizada na Avenida Rio Grande do Sul, 4240, no bairro Matias Velho, e terá participação aberta à comunidade.

A atividade integra uma série de reuniões descentralizadas da CPI, que busca ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário e demais serviços executados pela concessionária.

Durante a audiência, os cidadãos poderão relatar situações enfrentadas nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar documentos, fotos e vídeos à comissão. De acordo com as regras estabelecidas pela CPI, as manifestações ocorrerão mediante inscrição prévia.

Entre as principais reclamações já registradas estão aumento expressivo nas contas de água, cobranças consideradas indevidas, interrupções no abastecimento em diversos bairros, vazamentos sem reparo, dificuldades no atendimento ao consumidor, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação adequada e problemas decorrentes de obras, como buracos e danos em vias públicas.

A comissão também disponibilizou um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, reclamações e materiais relacionados aos serviços prestados pela Corsan/Aegea. O contato pode ser feito pelo número (51) 99481-1147.

Além da audiência na região Noroeste, a CPI já definiu o calendário das próximas reuniões públicas:

28 de maio
Quadrante Sudeste
Local ainda a ser definido

2 de junho
Quadrante Sudoeste
Associação de Moradores do bairro Rio Branco

11 de junho
Quadrante Nordeste
Local ainda a ser definido

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Policial

Polícia Civil deflagra Operação Judas para investigar esquema criminoso em empresa de Cachoeirinha

Créditos imagens: Miguel Noronha.

Redação

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em

Crédito imagem: Miguel Noronha

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 20, a Operação Judas para investigar um esquema criminoso que teria causado prejuízo de cerca de R$ 16,5 milhões a uma empresa de Cachoeirinha. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Viamão, vinculada à 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, sob comando do delegado Alexandre Fleck.

Mais de 65 policiais civis participaram da ofensiva, que cumpriu 43 medidas cautelares em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e também na Serra, no Estado do Espírito Santo. Entre as medidas estão 14 mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e fiscal e indisponibilidade de bens de nove empresas investigadas.

Durante a operação, os agentes recuperaram 18 máquinas que seriam alvo das fraudes. Outras 20 já haviam sido localizadas anteriormente com um dos investigados, que, segundo a polícia, alugava os equipamentos para terceiros. Também foram apreendidos celulares, notebook e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema era conduzido por um funcionário da empresa, já identificado, que utilizava o acesso aos sistemas internos para inserir informações falsas e produzir documentos ideologicamente falsos. A suspeita é de que ele tenha desviado 134 máquinas empilhadeiras, paleteiras e equipamentos semelhantes ao longo de aproximadamente três anos.

As investigações também identificaram possíveis coautores e apontaram o destino de parte dos maquinários desviados. A polícia afirma que a operação busca ampliar a recuperação dos bens e aprofundar as provas sobre a participação dos envolvidos no esquema criminoso.

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