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25/08/2026
 

Geral

Campanha do Agasalho 2023 é lançada oficialmente em todo o Estado

Redação

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O lançamento da Campanha do Agasalho ocorreu no Palácio Piratini - Foto: Gustavo Mansur/Secom

A tarde da segunda-feira, 22, foi marcada pelo lançamento oficial da Campanha do Agasalho de 2023. Um evento realizado no Palácio Piratini, em Porto Alegre, deu a largada para o tradicional período de doações de agasalhos, cobertores e calçados para as pessoas em situação de vulnerabilidade em todo o Estado.

O evento contou com a participação do governador Eduardo Leite, da secretária de Comunicação, Tânia Moreira, do secretário de Assistência Social, Beto Fantinel, e do chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, titulares das pastas que organizam a iniciativa.

O governador inaugurou a campanha, fazendo a doação do primeiro agasalho. Leite falou sobre o sentimento de coletividade e a importância de doar peças em bom estado para garantir um inverno com dignidade para quem precisa.

“Campanha do Agasalho é um exercício de empatia, de se colocar no lugar do outro e de, neste ato, doar do jeito que gostaria de receber. Essa campanha mobiliza o sentimento de toda uma sociedade para que todos façam um pouco a sua parte”, comentou.

Atrações

O evento de lançamento foi animado pela condução do comediante Jair Kobe, o Guri de Uruguaiana, e pela apresentação do grupo Voice In. Neste ano, a campanha faz um apelo ao desapego e à empatia, para que a população entenda a importância de doar aquilo que já não usa, mas que pode fazer a diferença no inverno de muitas pessoas.

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho
Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comercial institucional, que será veiculado para mobilizar a população, apresentou o tema “Deixe suas roupas aquecerem quem mais precisa”.

A secretária Tânia Moreira explicou que o tema da campanha foi baseado em um diagnóstico realizado pela agência Escala, responsável pela criação das peças publicitárias.

O levantamento apontou que, entre outros fatores, o apego que muitas pessoas têm com suas roupas, mesmo as peças que já não usam mais, pode ser um obstáculo na hora da doação. A campanha, conforme Tânia, busca conscientizar sobre o impacto positivo do desapego como um ato de solidariedade.

“Esse diagnóstico foi muito importante para desenharmos o vídeo e as peças da campanha. A Secretaria de Comunicação organiza a Campanha do Agasalho desde 2019, e usamos as ferramentas de comunicação para motivar as pessoas a fazerem as doações, que são essenciais para quem mais precisa. É muito gratificante ver como esse trabalho tem resultados”, observou.

“Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”

O refrão “Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”, de uma canção da Nenhum de Nós, dá o tom do comercial e das demais peças que divulgam a campanha. A banda cedeu os direitos autorais para que o verso fosse utilizado na iniciativa e ajudasse a difundir o espírito de empatia e solidariedade.

Todos os anos, os organizadores reforçam que o ato da doação é uma manifestação de solidariedade, e não uma oportunidade para descarte. Há pessoas que entregam peças sujas ou sem condições de uso e sapatos com o par incompleto, entre outras atitudes desleixadas.

Geral

Exame toxicológico entra na lista de exigências para primeira habilitação nas categorias A e B no RS

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A partir de 1º de setembro, candidatos à primeira habilitação no Rio Grande do Sul deverão realizar exame toxicológico para obter a Permissão para Dirigir (PPD). A exigência vale para quem iniciar formalmente o processo de habilitação no Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), por meio de um Centro de Formação de Condutores (CFC), a partir dessa data.

A medida, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passa a alcançar também os candidatos às categorias A e B, destinadas à condução de motocicletas e automóveis. O exame já é exigido de condutores profissionais das categorias C, D e E em exames periódicos.

A nova regra tem como base a Lei 15.153, de 2025, que acrescentou os parágrafos 10 e 11 ao artigo 148-A do CTB. A legislação determina a apresentação de resultado negativo em exame toxicológico como condição para a obtenção da primeira habilitação nas categorias A e B.

O teste deverá ser realizado em laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e poderá ser feito em qualquer etapa do processo de habilitação. A relação dos laboratórios autorizados está disponível no site da Senatran.

A Permissão para Dirigir somente será emitida após o laboratório registrar no sistema o resultado negativo do exame toxicológico do candidato.

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Pedágios sobem novamente no RS; veja os novos valores

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Entrou em vigor nesta segunda-feira, 24, o reajuste de 4,64% nas tarifas de sete praças de pedágio de rodovias federais do Rio Grande do Sul. Os pontos estão localizados na freeway e nas BR-386 e BR-101, em trechos administrados pela Motiva ViaSul.

Com a atualização aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a tarifa para carros passou de R$ 6,60 para R$ 6,90. Para caminhões de dois eixos, o valor subiu de R$ 13,20 para R$ 13,80. Já as motocicletas passaram de R$ 3,30 para R$ 3,45.

Este é o segundo reajuste aplicado às tarifas em um intervalo de dois meses. A atualização ocorre após um período de dois anos sem alteração nos valores.

O primeiro aumento entrou em vigor em junho e considerou o período de 12 meses iniciado em agosto de 2024. O novo reajuste, aprovado na sexta-feira, 21, corresponde à atualização referente ao último ano.

Dos R$ 0,30 acrescentados à tarifa para carros, R$ 0,11 correspondem à inflação e R$ 0,19 são relacionados ao período em que o reajuste deixou de ser aplicado.

Com as duas atualizações, a tarifa, que era de R$ 5,50 antes do reajuste de junho, chega a R$ 6,90 nesta segunda-feira. A previsão é de que os valores permaneçam sem nova alteração até agosto de 2027.

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Famílias de desaparecidos podem fazer coleta de DNA no RS entre 24 e 28 de agosto

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Entre os dias 24 e 28 de agosto, familiares de pessoas desaparecidas poderão fornecer material genético em pontos de coleta do Rio Grande do Sul durante a quarta edição da Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A ação ocorre simultaneamente em todo o país e busca ampliar os cruzamentos entre perfis genéticos de familiares e de pessoas não identificadas.

No Estado, todos os Postos Médico-Legais (PMLs) estarão mobilizados para realizar as coletas. Em Porto Alegre, o procedimento também será feito no Centro Regional de Excelência em Perícias Criminais do Sul (Crepec), localizado na Rua Comendador Álvaro Guaspari, 40.

Na quinta-feira, 27, haverá ainda um ponto de coleta junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, em Porto Alegre.

Quem deve participar

A mobilização é destinada principalmente a familiares de pessoas desaparecidas que ainda não forneceram material genético à perícia oficial. O material coletado será comparado com perfis genéticos de pessoas não identificadas, vivas ou mortas, que estão cadastrados nos bancos de DNA.

O cruzamento dos dados é realizado continuamente pelas equipes responsáveis pela busca e identificação de pessoas desaparecidas.

O material genético coletado será utilizado exclusivamente para a identificação de pessoas desaparecidas. Quem já realizou a coleta junto à perícia oficial anteriormente não precisa repetir o procedimento.

Familiares prioritários

A orientação é que a coleta seja feita, preferencialmente, por familiares de primeiro grau, seguindo esta ordem:

Pai e/ou mãe biológicos;
Filhos biológicos da pessoa desaparecida e o outro genitor desses filhos;
Irmãos biológicos, filhos do mesmo pai e da mesma mãe.

Em situações nas quais não seja possível seguir essa ordem, a equipe responsável poderá avaliar a coleta de material de outros familiares.

Como é feita a coleta

O material genético pode ser obtido por meio de um pequeno cotonete passado na parte interna da bochecha ou pela coleta de uma pequena gota de sangue da ponta de um dos dedos.

Familiares que não conseguirem comparecer a um dos pontos de atendimento devem entrar em contato por telefone com o local de coleta mais próximo. A equipe poderá avaliar a situação e buscar uma alternativa para viabilizar o procedimento.

Documentos necessários

Para realizar a coleta, é necessário apresentar documento de identidade e informações do boletim de ocorrência referente ao desaparecimento.

Também é recomendado levar, se possível, objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como escova de dentes, dente de leite guardado ou cordão umbilical.

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