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28/09/2026
 

Geral

Campanha do Agasalho 2023 é lançada oficialmente em todo o Estado

Redação

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O lançamento da Campanha do Agasalho ocorreu no Palácio Piratini - Foto: Gustavo Mansur/Secom

A tarde da segunda-feira, 22, foi marcada pelo lançamento oficial da Campanha do Agasalho de 2023. Um evento realizado no Palácio Piratini, em Porto Alegre, deu a largada para o tradicional período de doações de agasalhos, cobertores e calçados para as pessoas em situação de vulnerabilidade em todo o Estado.

O evento contou com a participação do governador Eduardo Leite, da secretária de Comunicação, Tânia Moreira, do secretário de Assistência Social, Beto Fantinel, e do chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, titulares das pastas que organizam a iniciativa.

O governador inaugurou a campanha, fazendo a doação do primeiro agasalho. Leite falou sobre o sentimento de coletividade e a importância de doar peças em bom estado para garantir um inverno com dignidade para quem precisa.

“Campanha do Agasalho é um exercício de empatia, de se colocar no lugar do outro e de, neste ato, doar do jeito que gostaria de receber. Essa campanha mobiliza o sentimento de toda uma sociedade para que todos façam um pouco a sua parte”, comentou.

Atrações

O evento de lançamento foi animado pela condução do comediante Jair Kobe, o Guri de Uruguaiana, e pela apresentação do grupo Voice In. Neste ano, a campanha faz um apelo ao desapego e à empatia, para que a população entenda a importância de doar aquilo que já não usa, mas que pode fazer a diferença no inverno de muitas pessoas.

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comediante Jair Kobe e o coronel Luciano Boeira durante o evento que lançou a Campanha do Agasalho
Foto: Gustavo Mansur/Secom

O comercial institucional, que será veiculado para mobilizar a população, apresentou o tema “Deixe suas roupas aquecerem quem mais precisa”.

A secretária Tânia Moreira explicou que o tema da campanha foi baseado em um diagnóstico realizado pela agência Escala, responsável pela criação das peças publicitárias.

O levantamento apontou que, entre outros fatores, o apego que muitas pessoas têm com suas roupas, mesmo as peças que já não usam mais, pode ser um obstáculo na hora da doação. A campanha, conforme Tânia, busca conscientizar sobre o impacto positivo do desapego como um ato de solidariedade.

“Esse diagnóstico foi muito importante para desenharmos o vídeo e as peças da campanha. A Secretaria de Comunicação organiza a Campanha do Agasalho desde 2019, e usamos as ferramentas de comunicação para motivar as pessoas a fazerem as doações, que são essenciais para quem mais precisa. É muito gratificante ver como esse trabalho tem resultados”, observou.

“Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”

O refrão “Não vou mais lhe segurar, vou deixar que você se vá”, de uma canção da Nenhum de Nós, dá o tom do comercial e das demais peças que divulgam a campanha. A banda cedeu os direitos autorais para que o verso fosse utilizado na iniciativa e ajudasse a difundir o espírito de empatia e solidariedade.

Todos os anos, os organizadores reforçam que o ato da doação é uma manifestação de solidariedade, e não uma oportunidade para descarte. Há pessoas que entregam peças sujas ou sem condições de uso e sapatos com o par incompleto, entre outras atitudes desleixadas.

Policial

Buscas por motorista de aplicativo desaparecida são encerradas no Litoral Norte

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A Polícia Civil intensificou as buscas por Gabriela Evaldt Cardoso, de 23 anos, desaparecida desde 6 de setembro no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A jovem, que trabalha como motorista de aplicativo, saiu de Torres em direção a Tramandaí e não foi mais localizada.

Um dos principais avanços da investigação ocorreu em 16 de setembro, quando o Volkswagen Gol utilizado por Gabriela foi encontrado em uma casa abandonada na localidade de Portelinha, em Tramandaí. O veículo estava sem placas e com uma das calotas retirada. O imóvel e o carro passaram por perícia do Instituto-Geral de Perícias (IGP), que recolheu vestígios para análise.

Novas buscas foram realizadas no extremo sul de Tramandaí, próximo à divisa com Cidreira. As equipes utilizaram cão especializado e drone com câmera térmica. Segundo a Polícia Civil, o local foi definido a partir do cruzamento de imagens de câmeras, informações e outros elementos reunidos durante a investigação.

O celular de Gabriela também foi localizado e está sendo analisado. Os investigadores buscam reconstruir os últimos passos da jovem e identificar pessoas que possam ter tido contato com ela antes do desaparecimento.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese de homicídio, mas não divulgou detalhes sobre possíveis suspeitos ou a motivação. O delegado responsável afirmou que as informações não divulgadas têm como objetivo preservar o andamento das diligências. A possibilidade de latrocínio já foi descartada pela investigação.

Até o momento, Gabriela continua desaparecida, e as buscas seguem em andamento.

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Policial

Operação Desmanche apreende 10 toneladas de peças automotivas e prende homem em Viamão

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As forças de segurança apreenderam aproximadamente 10 toneladas de peças automotivas e 105 quilos de cabos de alumínio pertencentes à CEEE Equatorial durante a 204ª edição da Operação Desmanche, realizada na0 última quinta-feira, 24, em Viamão.

Durante a fiscalização, um homem foi preso por receptação qualificada e por crime ambiental relacionado à poluição hídrica. O estabelecimento também recebeu uma notificação do Corpo de Bombeiros Militar.

A ação contou com equipes da Secretaria da Segurança Pública, Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias, Corpo de Bombeiros Militar e DetranRS, além de um técnico da CEEE Equatorial.

A Operação Desmanche é realizada de forma permanente no Rio Grande do Sul e tem como objetivo combater o comércio irregular de peças automotivas de origem suspeita.

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Policial

Operação da Polícia Civil do RS iniciada em Canoas investiga golpe de falso leilão de veículos

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Divulgação Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, nesta quinta-feira, 24, uma operação contra um grupo suspeito de aplicar golpes por meio de falsos leilões de veículos. A investigação, conduzida pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, aponta mais de 90 vítimas em diferentes estados e prejuízo estimado em cerca de R$ 1 milhão.

A operação ocorre em cidades de São Paulo e conta com a participação da Polícia Civil paulista e do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça.

Golpe começou em Canoas

O caso que deu origem à investigação envolve um morador de Canoas que procurava oportunidades de compra de veículos em leilões. Segundo a polícia, ele encontrou na internet uma página que simulava uma plataforma de leilões e, depois de se cadastrar, passou a conversar com um suposto responsável pelo negócio por meio do WhatsApp.

A vítima recebeu a informação de que havia arrematado um Nissan Kicks Sense 1.6, ano 2024, e recebeu documentos que simulavam uma negociação legítima. Convencido de que o leilão era verdadeiro, o morador transferiu R$ 51.739,80 aos suspeitos.

Depois do pagamento, os criminosos teriam exigido mais R$ 5.711, alegando que o valor seria necessário para o recolhimento de impostos e a liberação do veículo. A nova cobrança levantou suspeitas e levou a vítima a procurar a polícia.

Sites e documentos eram usados para enganar vítimas

De acordo com a investigação, o grupo utilizava sites falsos, documentos fraudulentos e aplicativos de mensagens para dar aparência de legitimidade aos leilões.

A polícia identificou suspeitos que teriam funções diferentes dentro do esquema, incluindo o contato com as vítimas, a organização das falsas negociações e a movimentação dos valores recebidos.

Mais de 90 vítimas já foram identificadas em diferentes estados. A investigação continua para localizar outras possíveis vítimas e esclarecer a participação de cada suspeito.

Prisões e apreensões

Durante a operação, são cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, além de medidas para bloquear valores relacionados ao esquema. As ações ocorrem em municípios do Estado de São Paulo.

Até a atualização mais recente, quatro pessoas haviam sido presas. A página utilizada nas fraudes também foi suspensa.

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil do Rio Grande do Sul e busca identificar outros possíveis integrantes do grupo.

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