Saúde
Tribunal de Justiça do RS destina mais de R$ 2 milhões HNSG para combate câncer

O Tribunal de Justiça do RS destinou R$ 86 milhões para hospitais da Região Metropolitana de Porto Alegre para combate aocâncer. Em Canoas, o Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) recebeu R$ 2.119.967,07 milhões para ajudar neste objetivo.
O prefeito de Canoas, Nedy de Vargas Marques, comentou a iniciativa do TJ em parceria com o governo do Estado. “É uma louvável iniciativa do Tribunal de Justiça do RS, que vai possibilitar a redução do tempo de espera para consultas, exames e cirurgias, fortalecendo o enfrentamento ao câncer em Canoas e no Estado. Vai ao encontro de um dos pilares do nosso governo, que é salvar vidas”, disse.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, para Canoas, a expectativa é de realizar 4.572 exames e cirurgias com o montante recebido. “Com certeza vai nos ajudar com esta patologia. Iremos trabalhar incansavelmente para fazer a nossa parte e ajudar neste nobre objetivo de zerar a fila de espera e combater o câncer, seja para os canoenses ou para a população dos mais de 150 municípios que somos referência”, destacou Aristeu Ismailow.
Para a presidente do Tribunal de Justiça do RS, desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, a ideia surgiu após verem a fila que se formou em virtude da pandemia de Covid-19. “O SUS teve que interromper vários procedimentos e cirurgias para combater a Covid. Era necessário, mas isso gerou uma fila que precisa ser zerada. Hoje, estamos aqui executando a ideia que tivemos lá atrás, sempre com o apoio do governo Estadual, com o objetivo de salvar vidas, e tenho certeza que conseguiremos isso”, afirmou.
O evento contou com a presença do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, da secretária Estadual de Saúde, Arita Bergmann, entre diversos prefeitos, secretários municipais de saúde e demais autoridades.
Confira abaixo os hospitais contemplados
Gestão Estadual:
– Hospital Santa Casa de Bagé
– Hospital Santa Casa de Uruguaiana
– Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta
– Hospital Santa Terezinha de Erechim
– Hospital de Caridade de Ijuí
– Hospital de Clínicas de Passo Fundo
– Hospital Santa Casa de São Gabriel
– Hospital Santa Casa de Rio Grande
– Hospital Santo Ângelo de Santo Ângelo
– Hospital São Vicente de Paulo de Passo Fundo
Gestão Municipal:
– Hospital Escola – UFPEL – Pelotas
– Hospital Santa Casa de Pelotas
– Hospital Vida e Saúde de Santa Rosa
– Hospital Centenário de São Leopoldo
– Hospital Ana Nery de Santa Cruz do Sul
– Hospital de Caridade de Cachoeira do Sul
– Hospital Bruno Born de Lajeado
– Hospital Ivan Goulart de São Borja
– Hospital de Clínicas de Porto Alegre
– Hospital Santa de Casa de Porto Alegre
– Hospital Nossa Senhora das Graças de Canoas
– Hospital Geral de Caxias do Sul
– Hospital Pompéia de Caxias do Sul
– Hospital Tacchini de Bento Gonçalves
– Hospital São Lucas da PUC
Saúde
Confira quais produtos Ypê foram liberados pela Anvisa e quais seguem com restrições

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou o status dos produtos da marca Ypê que haviam sido alvo de suspensão cautelar. A medida envolve detergentes, desinfetantes e lava-roupas fabricados pela Química Amparo Ltda. (CNPJ 43.461.789/0001-90), especialmente aqueles com lotes cuja numeração termina em 1.
De acordo com a Anvisa, permanecem suspensos e não devem ser utilizados os detergentes líquidos e desinfetantes Ypê produzidos antes de 1º de março deste ano. No caso dos lava-roupas líquidos, a restrição segue válida para os produtos fabricados antes de 1º de abril.
A atualização ocorre após a empresa apresentar laudos considerados satisfatórios para os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos a partir de 1º de março. Com isso, esses produtos foram liberados para comercialização e uso.
Já em relação aos lava-roupas líquidos, a liberação vale apenas para os itens fabricados a partir de 1º de abril. Os demais lotes continuam sob restrição determinada pela agência reguladora.
As novas medidas foram publicadas pela Anvisa no Diário Oficial da União (DOU), atualizando a decisão anunciada inicialmente em 1º de abril.
Produtos que permanecem suspensos:
Detergentes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;
Desinfetantes líquidos Ypê fabricados antes de 1º de março;
Lava-roupas líquidos Ypê fabricados antes de 1º de abril.
A orientação da Anvisa é para que consumidores verifiquem a data de fabricação e a identificação dos lotes antes de utilizar os produtos abrangidos pela medida.
Saúde
Paciente com suspeita de ebola tem resultado negativo para a doença no RS

O exame realizado para investigar a suspeita de ebola em um paciente transferido de Novo Hamburgo para Porto Alegre apresentou resultado negativo. A confirmação foi recebida pelo Grupo Hospitalar Conceição na noite de sábado, 13, após análise conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
O paciente, um homem de 64 anos que esteve recentemente em Uganda, país da África Oriental que enfrenta um surto da doença, inicialmente foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Canudos, em Novo Hamburgo. Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, ele permaneceu em isolamento enquanto eram realizados os procedimentos de investigação.
Além da suspeita de ebola, o homem teve diagnóstico confirmado para malária causada pelo parasita Plasmodium falciparum. Segundo as equipes médicas, ele apresentava quadro clínico estável. Na sexta-feira, 12, foi encaminhado para Porto Alegre, onde segue internado.
Em nota divulgada neste domingo, 14, o Grupo Hospitalar Conceição informou que, com a exclusão da hipótese de ebola, o paciente poderá receber todos os recursos diagnósticos e terapêuticos disponíveis na instituição para o tratamento adequado da malária. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A investigação mobilizou profissionais do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) e do Ministério da Saúde. As amostras coletadas foram levadas ao Rio de Janeiro em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino ao laboratório responsável pela análise.
A Secretaria Estadual da Saúde destacou que a rápida adoção dos protocolos previstos para casos suspeitos demonstra a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de situações que exigem atenção especial. O acompanhamento do paciente continua sendo realizado pelas equipes de assistência e vigilância em saúde.
Saúde
RS investiga caso suspeito de Ebola em paciente atendido em Novo Hamburgo

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul acompanha a investigação de um caso suspeito de doença pelo vírus Ebola em um homem de 64 anos, que esteve recentemente em Uganda, país localizado na África Oriental.
O paciente procurou atendimento em uma unidade de saúde de Novo Hamburgo. De acordo com a pasta, diante do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, foram adotadas imediatamente as medidas previstas nos protocolos nacionais de vigilância e resposta para casos suspeitos da doença.
Durante a investigação, foi realizado um teste rápido para malária, que teve resultado positivo para Plasmodium falciparum. O tratamento específico foi iniciado logo após a confirmação do diagnóstico. Apesar disso, o caso segue em investigação para Ebola, conforme os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
O descarte definitivo da suspeita dependerá do resultado dos exames laboratoriais realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório nacional de referência para esse tipo de análise.
Seguindo os protocolos clínicos, o paciente será transferido para o Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, unidade de referência estadual para acompanhamento especializado e coleta de amostras para exames complementares. Caso a infecção pelo vírus Ebola seja confirmada, ele será encaminhado para um hospital de referência nacional.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que o caso foi comunicado ao Ministério da Saúde e que as ações estão sendo conduzidas em conjunto com as autoridades municipais e federais, conforme os protocolos de vigilância, assistência e biossegurança.
Também foi iniciado o rastreamento das pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes serão monitorados por um período de 30 dias para a identificação precoce de possíveis sintomas. As equipes dos serviços de saúde envolvidos receberam orientações sobre as medidas de prevenção e controle de infecções previstas nos protocolos vigentes.

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