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11/06/2026
 

Geral

Procon Canoas alerta que preço do material escolar pode variar 445%

Redação

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Na tarde desta quarta-feira, 19, foi divulgado um levantamento realizado pelo Procon Canoas sobre os preços dos materiais escolares em 12 estabelecimentos comerciais da cidade. De acordo com a nota, o trabalho, realizado durante sete dias, de 10 a 17 de janeiro, constatou que a diferença de valores na lista pode chegar a 445% de uma loja para a outra, levando em conta os 18 itens pesquisados.

A diretora do Procon Canoas, vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Pública, Taís Marques, explica que a variação superior a 400% é referente ao valor total da lista escolar, no comparativo de um estabelecimento A ou B. Ela lembra ainda que algumas escolas também cometem abusos na hora de solicitar os itens para uso dos alunos durante o ano letivo. Para evitar problemas, o Procon apresenta algumas dicas aos pais e responsáveis na hora de adquirir os materiais.

O secretário municipal de Segurança Pública, o delegado Emerson Wendt, lembra que as orientações valem também para as compras pela internet. “Neste caso, além de pesquisar os preços, é importante o consumidor pesquisar, previamente, a credibilidade dos sites antes de efetuar as compras dos materiais escolares”, frisa.

Veja relação abaixo:

– Verifique o que foi comprado no último ano e o que ainda tem condições de uso. Canetas com tinta, réguas, tesouras e dicionários, por exemplo, são itens que podem ser reutilizados;
– Pesquise os valores em mais de um local, não compre no primeiro estabelecimento que encontrar;
– Não leve as crianças na hora da compra. Nem sempre o material escolhido por elas vai caber no seu orçamento. Evite situações desagradáveis;
– Pais com mais de 1 filho na escola podem organizar a troca e o repasse de materiais entre eles. O que não é mais necessário para um pode ser utilizado pelo outro.

Fiquem atentos:
– Estabelecimentos de ensino não podem pedir produtos de uso coletivo na lista de material escolar, como os de higiene e limpeza, por exemplo.
– O material pode ser adquirido no estabelecimento da preferência dos pais, não podendo a escola exigir marcas, indicar locais ou até mesmo vender os produtos (exceto artigos que não são vendidos no comércio, como apostilas pedagógicas).
– A instituição só pode interferir caso seu filho esteja com um livro reutilizado e a edição, desatualizada.

Segue lista de produtos pesquisados e os preços praticados:

Onde encontrar os serviços do Procon Canoas

*A sede central do Procon atende de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, sem fechar ao meio-dia, na Rua General Salustiano, 142 – Bairro Marechal Rondon. Em função da pandemia e para evitar aglomerações, é necessário agendamento nos telefones 51-32362051 e 51-32362052.
*O Procon também atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h, nas unidades Guajuviras (Avenida 17 de Abril, 1110) e no Bairro Mathias Velho (Rua Santa Catarina, 3420, esquina com a Cruz Alta). Nestes locais, não existe necessidade de agendamento.

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Geral

APAE Canoas e Nova Santa Rita realizam Campanha do Agasalho 2026 para doação de roupas

Redação

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Foto: Freepik

A instituição APAE Canoas, em parceria com a APAE Filial Nova Santa Rita, está promovendo a Campanha do Agasalho 2026 com foco na arrecadação de roupas de inverno e cobertores para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade.

A ação ocorre em um período em que as baixas temperaturas aumentam a necessidade de itens básicos para proteção contra o frio, especialmente entre famílias que não têm acesso adequado a vestuário térmico.

De acordo com a organização da campanha, as doações devem priorizar peças em boas condições de uso, incluindo agasalhos limpos, cobertores conservados e roupas sem rasgos, manchas ou outros danos.

Os pontos de coleta são:

APAE Canoas
Av. Victor Barreto, 3248 – Centro, Canoas

APAE Filial Nova Santa Rita
Av. Santa Rita, 1823 – Centro, Nova Santa Rita

A campanha segue até o período de inverno e tem como objetivo reunir materiais que serão destinados à população atendida pelas instituições.

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Geral

Rede de Bancos de Alimentos promove nova edição do Sábado Solidário no RS

Redação

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A Rede de Bancos de Alimentos do Rio Grande do Sul promove no próximo sábado,13, mais uma edição do Sábado Solidário, campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis realizada em supermercados parceiros de diversas cidades do Estado.

Durante a ação, consumidores poderão adquirir alimentos e entregá-los aos voluntários identificados com o jaleco do Banco de Alimentos, que estarão nos estabelecimentos participantes.

Participam desta edição os Bancos de Alimentos de Alegrete, Alvorada, Cachoeirinha, Camaquã, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Porto Alegre, Região do Calçado (Campo Bom, Estância Velha, Novo Hamburgo e Sapiranga), Santa Maria, Torres, Tramandaí (Tramandaí e Imbé), Vale dos Sinos (Esteio, Portão, São Leopoldo e Sapucaia do Sul) e Viamão.

Segundo a organização, houve redução no volume de alimentos recebidos nos últimos meses. Em Porto Alegre, o estoque disponível corresponde atualmente a cerca de 40% da quantidade necessária para atender a demanda cadastrada.

Os alimentos arrecadados durante a campanha serão destinados às instituições sociais e famílias atendidas pelos Bancos de Alimentos participantes.

Entre os itens que podem ser doados estão arroz, feijão, massa, farinha, óleo e outros alimentos não perecíveis.

Como participar

Para colaborar com a campanha, o consumidor deve:

Fazer compras em um supermercado participante do Sábado Solidário;

Adquirir ao menos um quilo de alimento não perecível;

Entregar a doação aos voluntários do Banco de Alimentos presentes no local.

A campanha será realizada durante o horário de funcionamento dos supermercados participantes nas cidades envolvidas.

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Policial

Investigação iniciada em Canoas leva à prisão de 14 suspeitos de golpes em empresas

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta terça-feira, 9, uma operação contra um grupo criminoso suspeito de aplicar golpes em empresas de diferentes regiões do país. Até o momento, 14 pessoas foram presas.

A ação, denominada Operação Ciberlab, cumpre 27 mandados de prisão e 60 de busca e apreensão em seis cidades dos estados de Mato Grosso e Rio Grande do Norte, locais de onde os investigados atuariam. Segundo a polícia, os suspeitos se passavam por executivos de empresas para convencer funcionários do setor financeiro a realizar transferências bancárias.

As investigações tiveram início após o registro de um caso envolvendo uma empresa de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, ocorrido no ano passado. De acordo com a Polícia Civil, uma operadora financeira recebeu mensagens de um contato que utilizava a foto do presidente da companhia. Como o executivo estava em viagem, a funcionária não desconfiou da abordagem.

O golpista alegou ter trocado de número de telefone e passou a solicitar pagamentos que, supostamente, seriam destinados a fornecedores, procedimento considerado comum na rotina da empresa.

Conforme a delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas e responsável pela investigação, foram realizadas dez transferências antes que a funcionária percebesse a frequência incomum dos pedidos. Até então, cerca de R$ 200 mil já haviam sido enviados aos criminosos.

“A finalidade, de acordo com o golpista que se passava pelo presidente da empresa, era fazer pagamentos para fornecedores. É algo muito comum na atividade deles do dia a dia”, afirmou a delegada.

Luciane Bertoletti destacou ainda que a estratégia utilizada pelos suspeitos foi baseada em técnicas de engenharia social, reproduzindo detalhes da rotina da empresa para dar credibilidade às mensagens enviadas.

“A forma como eles abordaram ela, a engenharia social, foi muito bem feita. Era realmente a forma como esse presidente solicitava os pagamentos. Como ele estava viajando e estava em reunião, falou que teve de trocar de número, teve um problema. Ela não desconfiou porque a conversa era muito verossímil”, completou.

A Polícia Civil informou que ainda apura a existência de outras vítimas em diferentes estados brasileiros. Segundo os investigadores, empresas de médio e grande porte eram os principais alvos do grupo. Após os repasses, os valores eram distribuídos para diversas contas bancárias, numa tentativa de dificultar o rastreamento do dinheiro.

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos no esquema e dimensionar o prejuízo causado às empresas atingidas.

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