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29/04/2026
 

Geral

Plataformas de livros digitais fomentam o incentivo à leitura nas escolas de Canoas

Redação

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A Secretaria Municipal de Educação de Canoas adquiriu duas plataformas de leitura digital, desde o início do ano, em virtude das dificuldades impostas pela pandemia: a Elefante Letrado e a Árvore dos Livros. Através delas, os alunos da rede municipal têm a oportunidade de ampliar conhecimentos. Já para os professores, os sites são fortes aliados na hora de alfabetizar e incentivar a prática da leitura entre os alunos.

A ferramenta, além de disponibilizar diversos títulos da literatura e clássicos infanto-juvenis, inclusive em áudio, nela, os alunos podem também gravar sua própria contação de história. A plataforma ainda dispõe de jogos e várias atividades virtuais. O sucesso dos jogos é tanto que na Escola Municipal de Ensino Fundamental Castelo Branco, no Bairro Igara, foi organizado um “concurso” para premiar o estudante que mais faz uso do Elefante Letrado e, por consequência, mais praticam a leitura.

APROXIMANDO AS FAMÍLIAS
O desafio da leitura foi logo aceito pela estudante Maria Luisa Santos Labres, de 8 anos, que contou com o apoio e incentivo da mãe para conquistar o prêmio em sala de aula. Mary Labres conta que ela tinha, além de preguiça em ler livros físicos, dificuldade na leitura. “Desde que ela chegou em casa com o desafio proposto pela professora, ela colocou uma meta individual de ler 100 livros. No início, lia cerca de 10 livros em um dia só, não queria parar de ler. Nos dias seguintes, a leitura dela já tinha melhorado muito, eu colocava os livros para ela ler na tv e ela ia lendo em voz alta, eu já conseguia ver a diferença. Ela estava pegando a prática e lendo super bem”.

PLATAFORMA DE LEITURA PARA TODOS OS ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Além do Elefante Letrado, que é direcionado para estudantes da rede municipal de 1º ao 5º ano, a Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, passou a oferecer a biblioteca digital Árvore dos Livros, destinado a alunos dos 6º ao 9º anos e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Com mais de 30 mil livros de, aproximadamente, 600 editoras, a plataforma virtual serve como estímulo aos novos hábitos em tempos de ensino híbrido.

 

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Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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Policial

Operação Nacional Proteção Integral IV prende três pessoas por crimes sexuais infantojuvenis no RS

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul participou, na manhã desta terça-feira, 28, da Operação Nacional Proteção Integral IV, coordenada pela Polícia Federal e realizada simultaneamente nos 27 estados do país. No estado, três pessoas foram presas, sendo duas em flagrante e uma por prisão preventiva.

A ação contou com a atuação do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), por meio de policiais da Divisão Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), com apoio de equipes do próprio departamento e de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

No Rio Grande do Sul, a operação foi coordenada pelo diretor da Deca, delegado André Ciardullo Mocciaro, com apoio das delegadas Sabrina Doris Teixeira, titular da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (2ª DPCA), e Alice Jantsch Fernandes, titular da 3ª DPCA.

Durante as investigações, o Núcleo de Operações Cibernéticas (NOC/Deca) monitorou suspeitos de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantojuvenil. Dois homens foram presos em flagrante.

Um deles, de 58 anos e sem antecedentes policiais, foi detido por armazenamento de conteúdo ilegal. O outro, de 41 anos, que já possuía antecedentes por estupro de vulnerável, foi preso por armazenar e compartilhar centenas de arquivos de abuso sexual infantojuvenil.

Nas residências dos suspeitos, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, que serão encaminhados ao Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), do IGP, para perícia.

Além disso, a 2ª DPCA cumpriu a prisão preventiva de um homem de 36 anos, sem antecedentes policiais, investigado por aliciar virtualmente uma adolescente de 13 anos e posteriormente cometer estupro de vulnerável.

Na casa dele, também foi cumprido mandado de busca e apreensão, com a apreensão de um celular que passará por perícia.

Segundo a Polícia Civil, após os procedimentos legais, os três presos serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

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Policial

Polícia Civil prende dois suspeitos por maus-tratos a animais e interdita canil em Dois Irmãos

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu em flagrante duas pessoas por maus-tratos a animais na manhã de quarta-feira, 22, em Dois Irmãos. A ação ocorreu após uma denúncia anônima que apontava irregularidades em um canil no bairro Travessão.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do município, que reuniu elementos que indicavam possíveis crimes no local. Com base nisso, foi cumprido mandado de busca e apreensão com apoio da Vigilância Sanitária, da Associação de Proteção aos Animais e de médicas veterinárias, que avaliaram as condições dos animais.

Durante a fiscalização, o canil foi interditado. Os animais foram apreendidos e ficaram sob responsabilidade de um depositário fiel, que ficará encarregado dos cuidados. No local, foram encontrados cerca de 200 animais, entre cães e gatos, muitos de alto valor comercial, mantidos dentro do imóvel e também no pátio.

Segundo os profissionais que atuaram na ocorrência, foram identificadas graves falhas estruturais, sanitárias e sinais de maus-tratos. A situação foi considerada grave pelas equipes.

Um homem e uma mulher foram presos em flagrante. De acordo com a Polícia Civil, os dois já tinham histórico de prisão por crimes semelhantes, durante a Operação Geisel, quando outras cinco pessoas também foram detidas pelo mesmo tipo de prática.

Entre as irregularidades apontadas, o canil não tinha controle reprodutivo dos animais, sem registros de cio, coberturas, gestações, idade ou intervalo entre crias, o que vai contra a legislação ambiental.

Também foi constatada a ausência de estrutura adequada para maternidade, falta de acompanhamento do desenvolvimento dos filhotes, sem controle de peso e sem comprovação de vacinação dentro da idade indicada. Não havia garantia de que os filhotes permaneciam com as mães pelo período recomendado.

Na parte sanitária, os animais não tinham comprovação de vermifugação ou vacinação periódica. Também não havia relatórios técnicos responsáveis pelo acompanhamento. Outro ponto identificado foi a ausência de controle de parasitas, como pulgas, carrapatos e ácaros.

O Delegado Felipe Borba enfatizou a gravidade da conduta e o papel da investigação:

“Estamos diante de uma situação de elevada reprovabilidade social, em que animais são submetidos a sofrimento em um contexto de exploração econômica. A atuação da Polícia Civil visa a interromper essa prática e a responsabilizar os envolvidos. Também é importante destacar que denúncias anônimas são levadas a sério e frequentemente constituem o ponto de partida para ações como esta, permitindo a pronta resposta do Estado diante de crimes dessa natureza”, afirmou o Delegado.

Foram constatadas irregularidades sanitárias, além de evidentes sinais de maus-tratos.

Foram constatadas irregularidades sanitárias, além de evidentes sinais de maus-tratos.

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